Enquete do PL 192/2023

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 46 23%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 158 76%

O que foi dito

Pontos mais populares

Devemos parar de pensar no próprio umbigo e pensar no próximo. O SEU PRECONCEITO PODE TIRAR A VIDA DESSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES! CRIANÇAS/ADOLESCENTES TRANS MERECEM RESPEITO!!! TRANSFOBIA É CRIME!

thuany do nascimento 17/04/2023
13

Agora o Brasil, além de ser o país que mais mata pessoas trans do mundo, também vai criminalizar os cuidadores das pessoas trans. Entendam: pessoas trans não nascem aos 18 anos, existe uma infância e adolescência que precisa ser protegida. Quem apoia um projeto desse não faz ideia do que é ser trans e não ter apoio de ninguém, esse tipo de projeto só alimenta um sistema violento, que mata pessoas trans todos os dias e incentiva muitas outras a se suicidarem. Vidas trans importam.

Rafaelli Pereira Santos 17/04/2023
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 35 encontrados.

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  • Ponto negativo: Esse assunto deveria ser mais divulgado, para mais pessoas opinarem. Temas de uma minoria tem peso por que essa minoria trabalha na calada da noite, na escuridão, no gueto. Porém conseguem sempre o que querem, deixando assunto realmente importante de lado. Democracia é vontade da maioria, não dá minoria irresponsável

    MARCIO COELHO VENTURA 13/12/2024
    0
  • Ponto positivo: Não existe crianças trans. Existem aberrações que pensam que são pais e despejam a frustração de um filho indesejado em forma de castigo para ele. Cadeia para pseudo pais que colocam crianças puras nessa condição mórbida .

    MARCIO COELHO VENTURA 13/12/2024
    2
  • Ponto positivo: Viver e crescer em um ambiente sadio é um direito de toda criança, falar de sexualidade só depois dos 15 anos e cirurgia de mudança de sexo só com 21 anos depois de passar por avaliações de um endocrinologista, neurologista e psiquiatra para que depois o sujeito não venha se arrepender da cirurgia e queira fazer uma besteira.

    Antonio Oannes Tavares Venceslau 06/06/2024
    2
  • Ponto negativo: Deixem as crianças serem crianças. Esses ativistas LGBTS não pensam em outra coisa além da sexualidade não? Pelo amor de Deus, crianças precisam despertar outros sentimentos infinitamente, mais importante do que a sexualidade. Nunca vi um grupo tão interessada nesta área como esses ativistas. Se você for ver nessas passeatas estão lá, semi nu, com símbolos eróticos, etc... Vão ser felizes dando o que quiser, mas deixem a inocência de nossas crianças.. Vivem falando de violência piscicologica

    Rodrigo robles fernandes 12/02/2024
    1
  • Ponto negativo: Infelizmente ele não tentou colocar pena criminal para que apoiar orinetacao sexual para criancas .

    Paulo Henrique 22/11/2023
    0
  • Ponto positivo: Criança realmente não devem poder mudar de gênero, e muitos dessas comunidades são pedofilios que se aproveitam da falta de racionalidade da sessões de hoje e pode usar isso para se aproveitar da crianças , e quem apoia isso tem que rever sua visão sobre isso nem adulto deveria poder imagina crianças?

    Paulo Henrique 22/11/2023
    0
  • Ponto negativo: Quem tem filho trans sabe o quanto isso agride os direitos já conquistados com muito suor. Ser trans parece que incomoda certas pessoas. Ser diferente não interfere na vida desse povo. Não sei porque tanta maldade dentro dessas pessoas. Vão amar mais. E esse tipinho de gente diz que é cristão, discernindo ódio por aí.

    marisol mesquita 22/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Essa é pra você, que votou positivo: Se existisse proposta com punição rigorosa para quem incentiva ou permite violência e subjugação da população trans, não estaríamos tendo esse debate agora... Cuidem das suas vidas e deixem os outros serem felizes!!

    Laura Costa Brewster 18/04/2023
    2
  • Ponto positivo: Não é sobre influência, pessoal. É preciso estudar mais, aprofundar o tema antes de submeter qualquer proposta. Está comprovado cientificamente que a transgeneralidade faz parte SIM da condição humana. E atualmente as crianças e adolescentes são apoiados por equipes multidisciplinares, não é algo superficial. Existem pediatras, endocrinologistas, psicólogos, psiquiatras, escolas que buscam aprender mais sobre isso. Precisamos acolher e nao punir.

    paula soffiatti 18/04/2023
    7
  • Ponto positivo: A tese de defesa para reducao de maioridade penal somada a defesa para aprovacao desse PL ja mostra que o unico projeto dessa extrema direita e seguidores e de exterminar o que e diferente do mundo hetero/branco. Como e possivel odiarem tanto algo como aquilo que é o diferente de voces? Ninguem esta obrigando a voces tomarem hormônios, fazerem qualquer cirurgia ou algo parecido. Respeitem a individualidade do ser humano. E mais absurdo ainda um transfobico propor esse PL e nao sair algemado dali

    LUCAS XAVIER DA COSTA 18/04/2023
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei