Enquete do PL 179/2023

Resultado

Resultado parcial desde 25/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 238 13%
Concordo na maior parte 40 2%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 40 2%
Discordo totalmente 1.575 83%

O que foi dito

Pontos mais populares

Pena para abandono e morte dos animais

Olga Oliveira 26/02/2023
14

Projeto totalmente desnecessário. Já possuímos legislações que se forem aplicadas solucionaremos qualquer demanda sobre o assunto.

Lucielcio Marques de Oliveira 02/03/2023
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 162 encontrados.

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  • Ponto negativo: Já que cachorro vai ser comparado a um ser humano, porque é praticamente isso que essa lei quer tornar, faltou informar os crimes desses, como no caso dos praticados pelos pitbulls, meliantes que usando de meios torpes cometem crimes hediondos, para esse casos serão indicados prisões para os mesmo? Qual a pena? Vão ter regimes? Saidinha? e não poderão, mas ser executados, estranho né! Mas isso é pra demonstrar a incoerência de uma lei que tenta equiparar pessoas, seres humanos a animais.

    Ismael Melo 30/06/2024
    0
  • Ponto positivo: São vidas. Não são coisas. Deve sim ter leis, serem reconhecidos. Respeitados juridicamente. Animal não é coisa, ANIMAL É SER VULNERAVEL E DEVE SER PROTEGIDO EM TDS ESTANCIAS.

    MARCIA LUCIA BELATO 24/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Família multi E S P É C I E????Esse projeto é uma aberração jurídica, cria personalidade jurídica para animais acarretando uma série de situações e conflitos jurídicos absolutamente desnecessários. Já existe um arcabouço jurídico capaz de resolver todas as questões envolvendo animais, basta que sejam aplicadas e fiscalizadas. Temos inúmeros assuntos importantes a serem tratados pelo Poder Legislativo, esse PL é uma ofensa ao contribuinte.

    Keyne Augusto 05/03/2024
    2
  • Ponto negativo: Projeto completamente sem sentido, pura perda de tempo e, principalmente, gasto de dinheiro público.

    Antonio Carlos Santiago Lopes Junior 24/08/2023
    2
  • Ponto positivo: Os animais são seres indefesos e precisam de amor e proteção. O respeito e amor pelos animais não invalida o respeito e amor pelo ser humano. Existe muita maldade e desrespeito gratuitos com os animais que são absurdos e isso acontece diariamente. Onde que uma pessoa que maltrata animais e comete vários tipos de atrocidades com eles é capaz de amar e respeitar um ser humano? Eu sou totalmente a favor do amor e proteção aos animais. Cadeia para maus tratos.

    Tatiana Moura 14/07/2023
    8
  • Ponto positivo: É imprescindível que a legislação brasileira garanta os direitos dos animais uma vez que na prática eles fazem parte do núcleo familiar. Ademais, é importante ressaltar que tal medida não invalida a legislação existente sobre direitos humanos. O Judiciário já lida com essas demandas, já temos decisões sobre guarda, alimentos e demais direitos dos animais, portanto, é de suma importância essa regulamentação.

    ANA CLAUDIA SAMPAIO 13/06/2023
    8
  • Ponto negativo: Uma coisa é proteger os animais, outra é criar uma espécie ECA para os animais. Daqui alguns dias vai ter gente entrando com processo como se o animal fosse a parte, colocando o sobrenome da família, se já não tem.

    Rafael Trevizani 26/05/2023
    2
  • Ponto positivo: A existência de normas jurídicas que confiram direitos aos animais não implica menoscabar outras normas aplicáveis aos seres humanos. A discussão é necessária e o projeto de lei encontra amparo em situações que, não raro, findam nos tribunais.

    JULIO CELESTINO 23/04/2023
    11
  • Ponto negativo: É um absurdo! Um escárnio o uso do dinheiro publico nessa discussão! Enquanto crianças como meu filho não estão tendo seus direitos respeitados e estão crescendo sem conviver com o pai em virtide de atos de afastamento da mãe que são favorecidos por um judiciário omisso, feminista e massacrador de pai/homem, perdemos tempo e dinheiro com assunto desnecessário!!!! Tomara wue não passe!!

    Fabiano Fontolan 27/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Os animais merecem respeito e cuidado.

    Michele Martins 16/03/2023
    13
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Enquetes populares nesta semana

  1. EMP 17 => PLP 68/2024

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS e o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.

  2. INC 773/2024

    Sugere ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Defesa, Sr. JOSÉ MUCIO MONTEIRO FILHO, a elaboração de projeto de lei que cria o Quadro Especial de Graduados da Marinha.

  3. PL 3010/2019

    O Projeto de Lei 3010/19 institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia. A doença, caracterizada por dores constantes em todo o corpo, afeta nervos e músculos, fazendo com que o cérebro não consiga filtrar a dor. A proposta, do deputado Dr. Leonardo (Solidariedade-MT), tramita na Câmara dos Deputados. Entre as diretrizes da política estão o atendimento multidisciplinar e o estímulo à pesquisa científica para dimensionar a magnitude da doença no Brasil. Segundo o deputado, que é médico, o tratamento dos pacientes exige medicação contínua com antidepressivos e neuromoduladores, e exercícios de três a cinco vezes por semana, além de acupuntura, massagens, infiltração de anestésicos e acompanhamento psicológico. “A realização do tratamento requer, portanto, que o paciente disponha de tempo suficiente e recursos, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) não dá cobertura a todas essas atividades”, afirma Dr. Leonardo. O projeto considera ainda quem tem fibromialgia como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais. A falta dessa classificação, segundo o parlamentar, tem causado inúmeros transtornos a essas pessoas, “especialmente no que tange à concessão de benefícios”. Isenção IR O texto também altera a Lei 7.713/88, que trata do Imposto de Renda, para incluir as pessoas com fibromialgia entre os beneficiários da isenção do tributo. Hoje, a norma concede isenção para pessoas acometidas de doenças graves, como neoplasia maligna (câncer), cegueira, hanseníase e tuberculose. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo nas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 2650/2024

    Altera a Lei nº 10.855, de 1º de abril de 2004, que dispõe sobre a reestruturação da Carreira Previdenciária, de que trata a Lei nº 10.355, de 26 de dezembro de 2001, instituindo a Carreira do Seguro Social, e dá outras providências, para dispor sobre a alteração do requisito de entrada para o cargo de Técnico do Seguro Social e reconhecer as atribuições da carreira do Seguro Social como exclusivas e essenciais ao Estado.

  5. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. INC 1068/2024

    Requer o envio de Indicação ao Excelentíssimo Ministro da Defesa, senhor José Mucio Monteiro Filho, em que propõe análise acerca da situação de militares do Quadro Especial do Exército, em busca de correções normativas para corrigir disparidades.