Enquete do PL 142/2023

Resultado

Resultado parcial desde 23/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 14%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 3%
Discordo totalmente 80 83%

O que foi dito

Pontos mais populares

Um projeto mais do que necessário ainda que tardio pois é preciso criminalizar o fascismo e todas as suas variantes, dentre as quais o bolsonarismo. Aliás, é indispensável que qualquer apologia ao regime militar de 1964-1985 e à escravidão seja também considerada criminosa. Indispensável que esta Egrégia Casa de Leis aprove logo a proposição!

Rodrigo Ancora 16/02/2024
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todo símbolo que não for uma estrela vermelha ou uma foice e martelo poderá ser entendido como símbolo fascista, afinal quem vai dizer quem é fascista e quem não é? a mesma esquerda que acha que o mundo inteiro é fascista, paranóica, só mais um instrumento de perseguição a oposição.

Caio Sayd 26/03/2023
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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Um projeto mais do que necessário ainda que tardio pois é preciso criminalizar o fascismo e todas as suas variantes, dentre as quais o bolsonarismo. Aliás, é indispensável que qualquer apologia ao regime militar de 1964-1985 e à escravidão seja também considerada criminosa. Indispensável que esta Egrégia Casa de Leis aprove logo a proposição!

    Rodrigo Ancora 16/02/2024
    0
  • Ponto negativo: Grupos nazistas se identificam por diversos símbolos, alguns deles adotados de outras culturas. Observe também que os símbolos assim como as tatuagens de criminosos variam de significado conforme a época e o cenário social do momento, tornado essa lei ineficaz e com grande chance de prejudicar outras culturas que tiveram seus símbolos usurpados por esses grupos.

    Sergio Borg 17/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Existem vários símbolos "fascistas" em prédios públicos e centros culturais. Na realidade, querem é acabar com a oposição de direita. O correto seria proibir símbolos comunistas e socialistas, ideologias que ainda hoje persegue cristãos e oprimem seus cidadãos.

    Tulio Yamada 16/06/2023
    4
  • Ponto negativo: Fascistas são cidadãos brasileiros preocupados com o bem da nossa nação, e merecem ter seu direito de fala respeitado assim como todas as outras ideologias, desde que já estejam respeitando as leis já existentes. Note que o autor do projeto em nenhum momento cita extremistas de esquerda, que já podem se manifestar livremente. Esta lei é totalmente revoltante, mais um subproduto do totalitarismo da esquerda, que busca suprimir outras ideologias e impor suas ideias pela força. Meu voto é NÃO.

    Luciano Silvestri 15/06/2023
    7
  • Ponto negativo: Continuando, se o projeto visasse coibir a propaganda de doutrinas totalitárias que mataram milhões de pessoas, porque não incluir no projeto, além do fascismo, o comunismo, que matou milhões e tinha no seu cerne a perseguição racial (basta ver o que ocorreu com as diversas minorias étnicas subjugadas pela URSS, ou o qie a China de Mao fez com as minorias árabes e faz até hoje com os cristãos.

    HUMBERTO DE SOUSA SARUBI JUNIOR 15/06/2023
    4
  • Ponto negativo: Primeiramente esse projeto disse.ina uma grande falsidade histórica ao equiparar o nazismo com o fascismo. Duas ideologias diferentes. Nazismo só houve na Alemanha, Fascismo só houve na Itália. Ademais. O nazismo tinha em sua doutrina uma abominável ideologia de eugenia e discriminação racial, o que não existia no fascismo. Esse projeto procura apenas perseguir inimigos do comunismo, que serão erroneamente falsamente taxados de fascistas pela policia política do governo comunista

    HUMBERTO DE SOUSA SARUBI JUNIOR 15/06/2023
    5
  • Ponto negativo: O que a esquerda chama de "fascista" é o q Zinoviev determinou no seu "dicionário soviético": "todos que lutam contra o comunismo". Padres, pastores,a cruz e até a bandeira do Brasil (que ousaram taxar de fascista)vai se tornarcrime segundo o atual gov. O Integralismo brasileiro, por exemplo, que é tido toscamentecomo "fascista"mas quem estuda sabe, não tem absolutamente nada de fascista, vai padecer junto com todos os opositoresda esquerda. Um ultraje isso!Se a oposição votar issoé suicídio.

    Moises 01/06/2023
    13
  • Ponto negativo: devemos ter o direito legal de comercializar objetos ou itens históricos com fins de colecionismo. também importante destacar que apagar o passado não o desfaz e é muito importante acesso a livros e e-books para estudarmos que hoje é a melhor forma de impedir que regimes anteriores como nazismo e fascismo voltem. portanto, lêiam e caso tiver os dois parafusos funcionando ficará tudo bem.

    Eric Aquino de Lima 20/05/2023
    7
  • Ponto negativo: todo símbolo que não for uma estrela vermelha ou uma foice e martelo poderá ser entendido como símbolo fascista, afinal quem vai dizer quem é fascista e quem não é? a mesma esquerda que acha que o mundo inteiro é fascista, paranóica, só mais um instrumento de perseguição a oposição.

    Caio Sayd 26/03/2023
    22
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.