Enquete do PLP 11/2023

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 310 97%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 8 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não quero ver esse pais na desgraça.

Alan Santos 21/02/2023
6

Dominância do dólar no comércio exterior.

Adriano Vasconcelos 19/02/2023
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: Para proteger nosso real e ele não ser desvalorizado como as outras moedas de paises a que se quer unir o Brasil

    Patricia Almeida 06/03/2023
    1
  • Ponto positivo: Essa é uma proposta útil para proteger a economia do Brasil de ser dizimada por moedas mais fracas, enquanto garante a autonomia e a soberania do Brasil.

    Wallace Emerich Garcia 06/03/2023
    4
  • Ponto negativo: Eu conheci o deputado Kim kataguiri qndo ele era um liberal e, ainda por cima, bem radical. Uma vez, no podcast do flow, ele foi tão longe nisso que concordou com um dos apresentadores que deveria haver partido nazista no Brasil por um questão de liberdade de expressão. Agora ele prega o protecionismo e não quer mercado livre entre Brasil e Argentina, uma pessoa completamente contraditória

    Enrique Marinho 25/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Não sou partidário do deputado, mais sou favorável plp, vejamos na América do Sul somos a maior economia da região, temos o maior parque industrial, entre vários indicadores o Real e uma das moedas que mais se valorizou, deixar está moeda para criar uma com economias que estão à décadas derretendo como Argentina, Venezuela, Peru entre outros e colocar em risco todo o trabalho feito para melhorar as vida de milhões de brasileiros. Se esses países quiserem criar uma moeda única que seja sem o Bras

    Natanael Jose 22/02/2023
    5
  • Ponto positivo: Não quero ver esse pais na desgraça.

    Alan Santos 21/02/2023
    6
  • Ponto negativo: A sua única intenção dessa PLP é atrapalhar o governo. Nem ouve uma proposta oficial sobre esse assunto e este deputado já está querendo vetar. Acredito que sejam necessários mais diálogo para depois se tomar alguma decisão.

    Leidy Novais 21/02/2023
    0
  • Ponto negativo: Dominância do dólar no comércio exterior.

    Adriano Vasconcelos 19/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Na casa do primo rico tem algumas coisas que são muito boa, em nossa casa tem uma grande parte, mas não tudo e na casa do primo que não sai do próprio atoleiro não tem nada e vai unir a casa que tem um pouco com nada para que os dois vão pedir esmolas juntos??? Peça ao Excelentíssimo Presidente das casas e o da Republica fazer isto com os seus salários e verbas e não como povo... Oras o bem eu quero para os meus os de fora são os de fora....

    Savio 18/02/2023
    1
  • Ponto positivo: Nossa economia não correrá riscos atrelados

    JOSÉ Maria PASCOAL DE OLIVEIRA 18/02/2023
    0
  • Ponto positivo: O deputado está correto defender a moeda e soberania! Não tem sentido fazer uma moeda única, ainda mais com um país que está com uma crise horrorosa! Senhores deputados, aprovem esse PL e protejam nosso país!

    Simone 18/02/2023
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei