Enquete do PL 48/2023

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 16 8%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 6 3%
Discordo totalmente 188 88%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito bom esse projeto, mulheres são tratadas como incapazes na sociedade, se não é o PAPAI estado é o marido ou companheiro que precisa pegar na mãozinha dela e guiar. Isso é ridículo. Quem apoia essa porcaria certamente é sem vergonha ou oportunista, o pior é saber que daqui em diante vai ser assim pra pior, entidade familiar destruída, sociedade enfraquecida, quem se dá bem é só as mulheres, por enquanto, pois uma hora todas essas leis vão cobrar o preço.

Tiago Ramos 22/01/2024
28

Criar uma obrigação após a partilha de bens e uma dependência imoral

Sandro Queiróz 14/07/2023
48

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto negativo: Totalmente imparcial esse PL, parem de tratar as mulheres como INCAPAZES, e os homens como CULPADOS! Lembrem-se do Art. 5° da CF!

    FABIO FONTE BARBOSA 31/10/2024
    0
  • Ponto negativo: A lei exclui a execução pelo rito de prisão. Ao meu ver prejudica a efetividade por parte o ex conjugue que apesar de ser condenado e com raiva e birra não pague sabendo que não vai preso. Ficando a mulher vulnerável caso necessite do dinheiro para sua subsistência.

    Cezar Murilo 18/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Ótimo projeto de lei. Visa proteger as mulheres com idade avançada e não tem condições de inserção no mercado de trabalho. Muita delas dedicaram a vida ao lar e não saem geralmente com quase nada.

    Cezar Murilo 18/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Mais uma lei colocando obrigações e interferindo nos relacionamentos. Será que o Estado brasileiro, não percebe que está enlouquecendo as pessoas ? Apesar de não diferenciar gênero, o fato é que as mulheres se casam só com homens com renda superior a delas, implicitamente é uma lei para favorece-las.

    Marcelo Purificação Santos 04/05/2024
    4
  • Ponto negativo: agora foi que deu tenho que trabalhar para poder ficar pagando a minha ex uma pensao cade os direitos iguais pra onde eles foram onde vamos parar e onde estamos chegando tantas coisas pra aprovar e eles aprovam isso pelo amor de deus porque nao aprova PL 7797/10 pois tenho esta doença e ate hoje nao consigo trabalho quando falo a verdade niguem quer min deixar no trabalho agora porcaria de lei besta da noite pro dia voces aprovam aff.

    Adriano 07/03/2024
    3
  • Ponto negativo: Por princípio de direito, ninguém pode se valer da própria torpeza. Com a liberdade de iniciativa, cada um que lute pelo seu lugar ao sol. Tanto homem como mulher, ninguém deve se beneficiar do esforço do outro. As leis ultimamente estão transferindo patrimônio de quem trabalha para quem não trabalha, ou para oportunistas. Sempre que existir brechas, os oportunistas vão se beneficiar.

    Jonas Da Costa Ferreira Filho 07/03/2024
    4
  • Ponto negativo: Engraçado tem muitas leis beneficiando as mulher ficando ricas mesmo tendo capacidades físicas e mentais. Olha, muitas vão usa essa lei para separar e receber de maneira de má fé. Agora quando homem perde emprego não tem lei para que ele volte a trabalhar e cuidar dos filhos. Estou falando dos homens solteiros que também são prejudicado no divórcio devida a mulher ser borderline. Injustiça!

    Willian Ferreira Rezende 31/01/2024
    5
  • Ponto negativo: Está impossível ser homem neste país. Todas as leis em prol das mulheres sendo aprovadas a rodo...

    Altair Pereira 28/01/2024
    7
  • Ponto positivo: Apesar da proposta não discriminar por gênero o que é um ponto positivo sabemos que na prática é só mais uma lei pra prejudicar os homens

    Artur Fernandes de Souza Filho 28/01/2024
    6
  • Ponto negativo: O estado está se esforçando para que o casamento seja um contrato inviável para o homem. São tantas obrigações financeiras após o divórcio que só um maluco vai querer formar uma família.

    Artur Fernandes de Souza Filho 28/01/2024
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei