Enquete do PL 37/2023

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 150 97%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

A validação automática de diplomas cursados em países do Mercosul atende a uma demanda reprimida de pesquisas e realização de cursos de Mestrado e Doutorado que o Brasil ainda não consegue dar conta.

maria herminia cantanhede coelho cardoso 14/04/2023
9

Diferenças na qualidade da educação: Embora todas as universidades devam seguir padrões de qualidade, existem diferenças na qualidade da educação oferecida em diferentes instituições. Sem avaliar individualmente cada diploma, não é possível garantir que todos os candidatos possuam o mesmo nível de conhecimento e habilidades.

Igor Insaurriaga 19/04/2023
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: O preço de mestrados e doutorados, que já é alto, pode até subir mais, pois aumentará a concorrência no mercado. O ideal seria baixar os preços dos cursos para incentivar o progresso dos profissionais do país e não gerar empregos para estrangeiros

    Vera Lucia Bassetto Delcorso 14/09/2023
    0
  • Ponto positivo: Abertura para mais Universidades receberem os estudantes brasileiros, uma vez que as Universidades do Brasil não dão conta da demanda. Eu acredito que as Universidades de fora do Pais merece crédito; Não podemos igualar as pessoas como incapazes, todos merecerem respeito, pois quando queremos estudar, estudamos de verdade em qualquer lugar. Fraude pode ter em qualquer lugar, para quem é fraudulento e NÃO vejo a abertura de mais Universidades do Mercosul como uma porta aberta para facilidades.

    Solange Guedes 24/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Favorece e dá chance aos "párias da educação ", que já enviaram projetos para inúmeras universidades brasileiras e " nunca" foram selecionados.

    Lúcia Freitas 22/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Parece cessar ficarmos reféns das universidades públicas, com seus "escolhidos" e a pouca oferta de vagas.

    Lúcia Freitas 22/04/2023
    4
  • Ponto positivo: Universalização do acesso aos programas de pós graduação stritcto sensu; Menor custo. Fazer uma pós stritcto sensu é absurdamente alto o custo operacional, sem contar o número irrisório de vagas para a necessidade apresentada, associada a burocracia e os favorecimentos. Qualidade e respeito das IES dos países coirmãos do Mercosul

    Pacifico Ferraz Souto 20/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Para parar com as panelas nas universidades públicas brasileiras

    Ludmila Dutra Soares - ASSPED 19/04/2023
    2
  • Ponto positivo: Precisamos desse apoio parabéns

    Marcelo Bittencourt Jardim 19/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Possível desburocratização e um maior acesso à estudantes interessados em ingressar em um curso de pós-graduação.

    Diego Almeida 19/04/2023
    3
  • Ponto negativo: Preocupações com a qualidade da educação: Alguns podem se preocupar que a validação automática de diplomas possa levar a uma queda na qualidade da educação de pós-graduação, uma vez que não há um processo rigoroso de avaliação individual para determinar se os candidatos têm o conhecimento e as habilidades necessárias para desempenhar funções de ensino e pesquisa.

    Igor Insaurriaga 19/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Potencial para fraudes: A validação automática de diplomas pode tornar mais fácil para os indivíduos falsificarem seus diplomas. Sem um processo rigoroso de avaliação individual, há um risco maior de que indivíduos mal-intencionados possam obter empregos que não merecem.

    Igor Insaurriaga 19/04/2023
    1
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  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

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