Enquete do PL 6/2023

Resultado

Resultado parcial desde 06/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 111 97%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ótimo projeto. Ninguém pode ser obrigado à se alistar num exército contra a sua vontade. Homens que poderiam ser engenheiros, médicos, professores perdem tempo com isso.

Willian Souza 26/03/2023
26

Não é obrigatório o alistamento, contudo não está claro se o serviço militar também não é obrigatório.

ANDERSON GUALBERTO VILHALBA 10/05/2023
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Não existe nenhum ponto negativo, ja passou da hora do Brasil ter alistamento voluntário. Este país nunca está em guerra e pode se beneficiar muito de uma força militar voluntária. Com essa pl, se os generais quiserem mais soldados, eles vão ter que melhorar a caserna, acrescentar mais benefícios para os praças e melhorar a infraestrutura dos quartéis e academias militares, pararem de aumentar os próprios soldos e cortar as pensões caras das filhas de generais, investir em tecnologias modernas.

    MATEUS FONTENELLE SILVA BATISTA 13/11/2025
    0
  • Ponto negativo: Convenhamos, o Brasil não é um país que vive em guerra. E o recruta, na prática, é resumido a ser um vassalo das patentes superiores, ordenado a realizar as tarefas mais banais, como fazer faxina e capinar terrenos. Há quem defenda isso aí, de que seria positivo para a vida, mas o fato é que o treinamento militar do recruta fica em 3° plano. Ou seja, o alistamento é mais para quem almeja a carreira militar. Nada justifica a manutenção da obrigatoriedade do alistamento. É inútil e obsoleto.

    Eduardo Costa 01/10/2024
    3
  • Ponto positivo: Acredito que seja positivo pelo simples fato por ter seu direito garantido e ainda e um gasto desnecessário para o alistamento obrigatório e ainda que prejudica os jovens na busca de uma profissão e atrapalha na hora que muitas vezes eles se recusam a servir e mesmo assim e mandado embora que a desobediência e uma forma de recusa e mesmo assim persiste e colocam na sua dispensa que o cidadão não deve ser honrado isso e uma injustiça a própria constituição especialmente o direito da liberdade.

    LEO LEANDRO SANTOS SILVA 18/09/2024
    2
  • Ponto positivo: Na minha perspectiva não existe lógica em querer obrigar quem não quer a se alistar, visto que o Brasil já tem uma grande quantidade de jovens que buscam voluntariamente servir. O Projeto poderia acabar com muitos empecilhos que alguns jovens brasileiros passam por não terem se alistado e nem ter adquirido certificado de dispensa.

    Erich Williê Medeiros 03/02/2024
    3
  • Ponto positivo: Uma proposta excelente, apesar de ser um voluntário do serviço militar, acho o projeto muito bom, afinal fiquei durante um ano no processo de seleção e durante esse meio tempo fui impedido de trabalhar por não ter certificado de dispensa. Outro ponto é que as forças armadas seria muito mais eficiente se tivéssemos apenas voluntários, visto que muito dos problemas que são causados dentro das forças armadas são provinente de militares que não quiseram ser voluntários...

    Navarenski 23/12/2023
    3
  • Ponto positivo: Nada justifica a manutenção da obrigatoriedade do serviço militar em nosso país. Temos muitos jovem que desejam se alistar voluntariamente não havendo necessidade da obrigatoriedade. A obrigatoriedade é uma violação da liberdade individual dos cidadãos incompatível com uma país democrático que não está em situação de guerra.

    Gustavo 20/09/2023
    6
  • Ponto positivo: deve definir nova faixa de idade para militares temporário e de carreira pois se na previdência vc morre trabalhando, porque nas forças armadas seria difierente?

    Bruno Campelo 26/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Espero que seja Aprovado esse projeto de lei , pois cada jovem segue a carreira que quiser! tenho certeza de que não faltará pessoas que se alistaram pela vontade de ser militar. As forças armadas ficará mais forte pela incorporação daqueles que querem servir, assim como acontece em concursos públicos na área militar , outro ponto! não acho certo que no mercado de trabalho uma pessoa tenha um documento militar diferente do outro por motivo de força maior, "eu servi e você não"

    Alan Oliveira de Santana 23/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Terá mais dinheiro pra investir em outras áreas, inclusive pros próprios militares, já que não vai ter o gasto dos que foram forçadamente.

    PEDRO VINICIUS DA SILVA SOUSA 20/06/2023
    3
  • Ponto positivo: Terá mais vagas para pessoas que querem se alistar e servir, será mais fácil pra elas, e pessoas que não querem não teriam que passar por esse estresse e perda de tempo, só espero que nessa lei esteja falando do serviço obrigatório também

    PEDRO VINICIUS DA SILVA SOUSA 20/06/2023
    4
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei