Enquete do PL 3/2023

Resultado

Resultado final desde 02/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 30 63%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 3 6%
Discordo totalmente 12 25%

O que foi dito

Pontos mais populares

Este tipo de lei já existe em alguns Estados, é mais que necessário que seja nacional. Esta se configura mais uma forma em que as mulheres possam ser protegidas, o protocolo é um conjunto de mecanismos onde a violência pode ser coibida, prevenida. E se acontecer, os estabelecimentos são obrigados a tomar alguma providência. A sociedade toda tem que se unir pra proteger as pessoas são ou estão em situação vulnerável.

Renata Galvão 03/08/2023
4

Já fui assediado por mulheres e homens gays, mais de uma vez, na verdade, inúmeras vezes, em casas noturnas e bares. E sou homem e heterossexual. Considero constrangedor e patético, além de próximo ao socialismo nazista, segregar o direito do homem a ser protegido pelo Estado e sociedade igualmente à mulher, criando uma lei estapafúrdia, que mente a realidade fática para inserir a mulher num contexto falso de apenas vítima. Futuramente, o Estado brasileiro terá que ser processado no tribunal de

Jack Daniel (followmetofloripa) 02/08/2023
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Essa PL abre precedentes para denunciação caluniosa, através deste PL a palavra da denunciante dar a entender que tem peso de prova até que se prove o contrário ou caso o estabelecimento não consiga captar a imagem o que terá somente uma palavra contra a outra, a palavra da denunciante terá mais peso caso o suspeito não tenha alguma prova material, no caso, uma filmagem (ex.: celular, câmeras do estabelecimento, testemunhas oculares, etc.).

    GABRIEL ALVES SARAIVA DA CUNHA 08/09/2023
    0
  • Ponto positivo: Realmente as mulheres tem uma maior vulnerabilidade e tem de ser defendidas, tem baladas que as mulheres são assediadas constantemente e isso tem quem acabar.

    GABRIEL ALVES SARAIVA DA CUNHA 08/09/2023
    2
  • Ponto negativo: Não existe favorecimento ao homem quanto a violência e ao constrangimento sofrido por este. As mulheres querem ao mesmo tempo igualdade em autoridade e serem vistas como sexo frágil e protegidas (hipocrisia total). Reclamam na mídia que os homens não chegam mais, tá aí a resposta. E, mais uma vez, falta proteção para o homem!

    Rojeferson Silva 06/08/2023
    0
  • Ponto positivo: Este tipo de lei já existe em alguns Estados, é mais que necessário que seja nacional. Esta se configura mais uma forma em que as mulheres possam ser protegidas, o protocolo é um conjunto de mecanismos onde a violência pode ser coibida, prevenida. E se acontecer, os estabelecimentos são obrigados a tomar alguma providência. A sociedade toda tem que se unir pra proteger as pessoas são ou estão em situação vulnerável.

    Renata Galvão 03/08/2023
    4
  • Ponto negativo: Já fui assediado por mulheres e homens gays, mais de uma vez, na verdade, inúmeras vezes, em casas noturnas e bares. E sou homem e heterossexual. Considero constrangedor e patético, além de próximo ao socialismo nazista, segregar o direito do homem a ser protegido pelo Estado e sociedade igualmente à mulher, criando uma lei estapafúrdia, que mente a realidade fática para inserir a mulher num contexto falso de apenas vítima. Futuramente, o Estado brasileiro terá que ser processado no tribunal de

    Jack Daniel (followmetofloripa) 02/08/2023
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.