Enquete do PL 1604/2022

Resultado

Resultado final desde 23/01/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 25%
Concordo na maior parte 3 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 5%
Discordo totalmente 53 66%

O que foi dito

Pontos mais populares

Caso o projeto seja mesmo sancionado pelo presidente, será mais um ponto para proteger as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

Clecius Nascimento 22/03/2023
2

Só vai incentivar ainda mais as denúncias caluniosas.

Marlon Candido CC 10/02/2023
19

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: Em regra, a imposição de medidas protetivas contra o ofensor, não geram prejuízos à este. A não vinculação imediata do pedido a uma instauração de ação penal para apurar qualquer suposto crime, desburocratiza e reduz as possibilidades de uma vítima que quer pura e simplesmente que o ofensor se afaste e, não necessariamente, que ele seja processado. Facilitar essa tutela objetiva previnir e coibir a violência que ocorre dentro do ambiente doméstico e familiar contra a mulher, nada mais.

    Anny Borges 02/04/2023
    0
  • Ponto negativo: Esse projeto de lei é uma canalhice enorme. Estão tratando todos os homens como agressores e todas as mulheres como vítimas, independente do que aconteça. Isso afronta diretamente o princípio da isonomia. Não propícia ao homem a ampla defesa, o devido processo legal e a presunção de inocencia. Traficantes e assassinos tem esses direitos, mas o homem, só por ser homem em conflito com uma mulher, só tem o direito de ser culpado. É isso que vocês estão fazendo, um APARTHEID sexual.

    Julio Oliveira 02/04/2023
    8
  • Ponto negativo: Esse país está um circo, uma palhaçada sem tamanho, todo dia uma nova comédia acontece, vocês estão piorando a situação, a palavra da mulher é a prova? mas que absurdo é esse? ninguém nem vocês têm o direito de decidir um crime sem provas reais, palavras não provam nada, mas sim evidências, vocês acham que vai acontecer o que se uma mulher utilizar essa lei pra acabar com a vida de um homem inocente? hein? respondam, isso é uma canalhice, homens nós devemos começar a mostrar nossa insatisfação.

    Maike 29/03/2023
    10
  • Ponto negativo: Ser homem no Brasil virou crime!!! Luto há 6 anos para manter o convivio com minha filha (que a mãe quer a guarda unilateral e visitas quinzenais), sendo que dividimos a guarda desde os 6 meses de idade. Insatisfeita devido a guarda compartilhada ser mantida, ela fez um B.O. de violencia psicologica baseada em mentiras, e estou com 2 meses de uma medida protetiva (mesmo com o inquerito arquivado). Estou gastando dinheiro que nem tenho para ter o meu direito de ser pai. O brasiu não é serio...

    Luiz Henrique da Cruz 29/03/2023
    9
  • Ponto negativo: (1) O presente PL abre brechas jurídicas para a amplitude de falsas denúncias contra homens, uma vez que juízes se pautarão na premissa da requerente, reduzindo a aplicação do princípio da presunção da inocência. (2) O PL não prevê artigo que penalize a mulher que pedir proteção para casos de falsa acusação. (3) O PL tende a estimular a prática da alienação parental, uma vez que o genitor não poderá ter defesa imediata adequada sem o risco de ser enquadrado falsamente nos termos desta PL.

    Edvan Anacleto de Souza 26/03/2023
    9
  • Ponto negativo: Após a aprovação disso, a palavra da mulher se tornará soberana - não importará se o que for dito seja verdade ou não.

    Gabriel Paulo Da Silva Santana 24/03/2023
    9
  • Ponto negativo: Com certeza a lei haveria de ser melhorada, como acontecia na prática das medidas protetivas acabarem com o processo era uma temeridade. Mas agora que as medidas protetivas podem ser dadas praticamente sem critério e a duração praticamente sem critério... Parece uma lei genérica feita às pressas e sem a participação da sociedade. Irá sobrecarregar os organismos de defesa e os casos mais graves sofrerão com isso. Espero que seja revista.

    Igor Porto 23/03/2023
    8
  • Ponto negativo: Ao deferir medida protetiva em favor da mulher independente de qualquer situação jurídica ou não, tendo provas ou não, levando em consideração única e exclusivamente a sua palavra, irá fortalecer as injustiças decorrentes das falsas denúncias, que são motivadas pelos mais diversos interesses, seja alienação parental e/ou vingança. Do jeito que se encontra, já é notório a facilidade de utilização da lei como instrumento de vingança e alienação. Será um instrumento a favor da misandria.

    RAFAEL FERREIRA RODRIGUES 23/03/2023
    9
  • Ponto negativo: (1) O presente PL abre brechas jurídicas para a amplitude de falsas denúncias contra homens, uma vez que juízes se pautarão na premissa da requerente, reduzindo a aplicação do princípio da presunção da inocência. (2) O PL não prevê artigo que penalize a mulher que pedir proteção para casos de falsa acusação. (3) O PL tende a estimular a prática da alienação parental, uma vez que o genitor não poderá ter defesa imediata adequada sem o risco de ser enquadrado falsamente nos termos desta PL.

    Paulo Henrique 23/03/2023
    9
  • Ponto negativo: a lei de respeitar qualquer cidadão independente do gênero

    Terezinha Carvalho 23/03/2023
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei