Enquete da MPV 1154/2023

Resultado

Resultado final desde 04/01/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 32 20%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 12 8%
Discordo totalmente 106 70%

O que foi dito

Pontos mais populares

A reestruturação é fundamental para que o Brasil possa ter uma gestão onde, por exemplo, a questão ambiental e dosdegi povos indígenas seja tratada de forma adequada. Qualquer remanejamento de atribuições conferidas pela MP ao Ministério do Meio ambiente, por exemplo, desfigura a proposta original. É preciso munir o poder público de estrutura e mecanismos para que o modelo de desenvolvimento do país seja repensado e redirecionado. Os biomas brasileiros precisam de cuidado urgente.

Ernesto Lula Marques 24/05/2023
5

A estrutura nova proposta pelo governo atual, não condiz com a necessidade. Não há necessidade de ter 37 ministérios para poder manter aliados partidários. Não há justificativa inchar a máquina pública, nem mesmo se for pessoas técnicas. Um Estado inchado, interfere diretamente na vida do cidadão, aumentando o gasto público, causando défcit.

Davi Ribeiro Volotão da Silva 25/03/2023
13

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: É vergonhoso que os outros deputados não vejam que isso é um escárnio ao bolso do brasileiro. É possível sim fazer políticas públicas sem aparelhar ainda mais a máquina pública. Chega de usar as minorias para encher o bolso de vocês, enquanto isso a minoria que vocês tanto defendem não vê mudança nenhuma.

    ISAC XAVIER SOARES 31/05/2023
    1
  • Ponto positivo: A democracia brasileira elegeu Luiz Inácio Lula da Silva como Presidente e aceitou sua visão de governo com ministérios importantes para o desenvolvimento do Brasil que garantem a reestruturação de políticas de proteção ambiental e garantia dos direitos dos povos indígenas. Voltar a estrutura do governo anterior é um retrocesso e garantia de que a boiada continuará passando.

    Paula Macedo Rodrigues 31/05/2023
    1
  • Ponto negativo: A nova redação tira importantes instrumentos de política ambiental do MMA, transferindo-os para ministérios sem a competência técnica necessária, além de esvaziar as atribuições do Ministério dos Povos Indígenas.

    Paula Macedo Rodrigues 31/05/2023
    2
  • Ponto negativo: Desnecessário a criação de novos ministérios por parte do atual governo. A recriação de ministérios como a cultura gera gastos maiores em um estado já inchado há décadas. Sobrecarregando os pagadores de impostos para sustentar regalias que vem junto com esses ministérios

    Alexandre 30/05/2023
    5
  • Ponto positivo: A reestruturação é fundamental para que o Brasil possa ter uma gestão onde, por exemplo, a questão ambiental e dosdegi povos indígenas seja tratada de forma adequada. Qualquer remanejamento de atribuições conferidas pela MP ao Ministério do Meio ambiente, por exemplo, desfigura a proposta original. É preciso munir o poder público de estrutura e mecanismos para que o modelo de desenvolvimento do país seja repensado e redirecionado. Os biomas brasileiros precisam de cuidado urgente.

    Ernesto Lula Marques 24/05/2023
    5
  • Ponto positivo: Considerando que a maioria do povo brasileiro deu plenos poderes ao atual governo para administrar o Brasil por 4 anos, onde cada governo tem a sua forma de gerir o patrimônio público, razão pela qual não há impecilho em tal Medida Provisória.

    francisco Assis Xavier 24/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Se conseguirem mostrar como vão aumentar ministérios com pessoas e não haverá aumento de gastos. Só em narnia podev ser possível. A matemática não permite.

    Mario Marcio Teixeira 11/04/2023
    4
  • Ponto negativo: A estrutura nova proposta pelo governo atual, não condiz com a necessidade. Não há necessidade de ter 37 ministérios para poder manter aliados partidários. Não há justificativa inchar a máquina pública, nem mesmo se for pessoas técnicas. Um Estado inchado, interfere diretamente na vida do cidadão, aumentando o gasto público, causando défcit.

    Davi Ribeiro Volotão da Silva 25/03/2023
    13
  • Ponto negativo: A estrutura anterior poderia somente receber secretarias e uma reorganização, sem a necessidade de novos ministérios, cargos, gastos e por aí vai.

    Matheus Messias Alves da Silva 08/02/2023
    4
  • Ponto negativo: Destrói toda a estrutura de governo e gera instabilidade jurídica. Péssimo para o Brasil

    Renata Rolfsen Moda Francisco 06/02/2023
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei