Enquete do PL 3102/2022

Resultado

Resultado parcial desde 09/01/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.502 98%
Concordo na maior parte 10 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 12 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

A inclusão do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (INTO), subordinados ao Ministério da Saúde (parecer da Relatora) permitirá a efetiva atuação das duas instituições como Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT) públicas, proporcionando ganhos elevados aos serviços prestados aos usuários do SUS, a exemplo do que já acontece com o INCA.

Julio Cesar Barbosa 13/08/2024
89

Os argumentos ditos positivos não justificam o PL, o problema é só remuneratório. Não se demonstrou se algumas das instituições fazem C&T, em acordo com as diretrizes dos planos de carreira de C&T. Se estas instituições fazem C&T, deveriam buscar a carreira de C&T na Área de saude, onde está a FIOCRUZ e o Instituto Evandro Chagas, de Belém. Tem que resolver é a questão remuneratória. Lutemos por isso. Além do mais, a constituição proibe mudança de carreira, e também há a súmula vinculante 43.

FERNANDO MORAIS SANTOS 10/12/2025
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

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  • Ponto positivo: A inclusão corrige distorções entre profissionais de mesmo perfil e função e no caso dos servidores adms coíbe desvios de função tão comuns na rede federal de saúde e adequa a relação trabalho X qualificação, uma vez que há evidentemente um comprometimento institucional por parte do servidor estatutário em se comparando com as demais forças de trabalho presentes na rede Questão de justiça aos AGENTES ADMINISTRATIVOS Graduados

    GLAUCO CARLOS CAVALCANTE 12/12/2025
    2
  • Ponto negativo: Os argumentos ditos positivos não justificam o PL, o problema é só remuneratório. Não se demonstrou se algumas das instituições fazem C&T, em acordo com as diretrizes dos planos de carreira de C&T. Se estas instituições fazem C&T, deveriam buscar a carreira de C&T na Área de saude, onde está a FIOCRUZ e o Instituto Evandro Chagas, de Belém. Tem que resolver é a questão remuneratória. Lutemos por isso. Além do mais, a constituição proibe mudança de carreira, e também há a súmula vinculante 43.

    FERNANDO MORAIS SANTOS 10/12/2025
    1
  • Ponto positivo: A inclusão dos Hospitais da rede federal do Rio de Janeiro e de seus sevidores na carreira da Ciência e Tecnologia é uma questão de justiça e reconhecimento pelos bons serviços prestados a sociedade no âmbito do SUS. Esses servidores que mesmo diante de tantas adversidades se doam ao máximo para prestar um atendimento digno aos pacientes. Trata-se de valorização profissional a inclusão destes servidores na carreira da C&T, para que estes possam continuar estimulados a se qualificar cada vez mais

    LUCIANO BATISTA DE MELLO 11/11/2025
    2
  • Ponto positivo: A carreira de Tecnologista precisa ser colocada em todos os âmbitos do Ministério da Saúde. Hoje se faz Ciência e pensa em Tecnologia... em todos os âmbitos. Parabéns pela iniciativa!!

    ELIANE MARIA MEDEIROS LEAL 02/11/2025
    2
  • Ponto positivo: A inclusão corrige distorções entre profissionais de mesmo perfil e função e no caso dos servidores adms coíbe desvios de função tão comuns na rede federal de saúde e adequa a relação trabalho X qualificação, uma vez que há evidentemente um comprometimento institucional por parte do servidor estatutário em se comparando com as demais forças de trabalho presentes na rede e por se tratarem de responsabilidades e responsabilizações distintas. Questão de justiça.

    ABRAHAO DE OLIVEIRA CERQUEIRA 07/05/2025
    6
  • Ponto positivo: Seria abrangido todo o Ministério da Saúde inclusive as SEMS pois termos servidores administrativos técnicos com nível superior capacitados para integrar a carreira da Ciência e Tecnologia não somente área de pesquisa e cientifica do MS.

    GLAUCO CARLOS CAVALCANTE 12/12/2024
    3
  • Ponto positivo: A Rede federal de hospitais do Rio de Janeiro, englobando HFA, HFCF, HFSE, HFB, entre outros, ostenta uma qualidade de vida superior proporcionada à população, por meio de produtos meticulosamente elaborados com excelência e dignidade para os usuários do SUS. Esta rede oferece, ademais, suporte e assistência contínua até a conclusão dos tratamentos. A excelência dos serviços prestados pelos servidores públicos federais é fundamental e imperativa, constituindo um diferencial incomensurável.

    PRISCILA DA SILVA GONCALVES XAVIER 12/12/2024
    4
  • Ponto positivo: A valorização dos servidores, ponto que deve ser considerado, haja vista a complexidade das atividades exercidas, os salários do Ministério da Saúde necessita urgente de uma reforma administrativa e salarial são baixíssimos para o grau de complexidade e formação de seus servidores administrativos técnicos

    GLAUCO CARLOS CAVALCANTE 09/12/2024
    4
  • Ponto positivo: A valorização dos servidores, ponto que deve ser considerado, haja vista a complexidade das atividades exercidas.

    CLAUDIA DE SALES ALVES 17/09/2024
    5
  • Ponto positivo: Permitirá a esses centros como o INTO e INC o desenvolvimento cientifico e a parceria com empresas privadas na criação de proteses e orteses para as cirurgias ortopedicas e valvas biologicas nas cirurgias cardiovasculares , bem como aperfeiçoamento de tecnicas nessas áreas, alem de valorizar os funcionarios altamente qualificados dessas Instituições.

    Hélcio Mendonça 18/08/2024
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.