Enquete do PDL 471/2022

Resultado

Resultado final desde 20/12/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 1%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 146 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Cadê o respeito com o povo que isso aumentar o salário de vcs há não queremos respeito nós respeita por que não aumenta o salário da educação dos efetivos dos contratos porque não fala sobre o concurso público não aceito aumento pra vcs nos respeita seja homens de verdade

Pedro Henrique Azevedo costa Henrique 20/12/2022
19

Com tantas contas e gastos necessários reajustar os salários de um grupo que já ganha muito é sapatear em quem sobrevive com tão pouco.

Adriana Rocha Rodrigues 21/12/2022
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 38 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Isso é uma vergonha enorme para todo o Brasil.

    Rhuan Pierre 22/12/2022
    3
  • Ponto negativo: Um aumento de salario para aqueles que já ganham muito. Um projeto desnecessário. O Presidente, vice e deputados precisam ganhar como a maioria do Povo Brasileiro: Um salario mínimo. Nada mais.

    João Batista 22/12/2022
    2
  • Ponto negativo: Um absurdo , um palhaçada não tem palavra que descreva os prejuízos que essa medida trata para população brasileira, política não é profissão

    Rodrigo Lima 22/12/2022
    2
  • Ponto negativo: É uma contradição absurda... enquanto é necessário PEC DO ESTOURO para "pagar" o Auxilio Brasil de R$ 600,00 para a população vocês autorizam o aumento do próprio salario de para cerca de R$ 42 mil.

    Luis Serrano 21/12/2022
    3
  • Ponto negativo: Em tempos de insegurança jurídica, política e institucional, é desarrazoável, bem como descabido a aprovação de tal medida. Isso aumenta a desconfiança e gera um sentimento de revolta por quem nos representa.

    Mycon Clemente 21/12/2022
    3
  • Ponto negativo: Não sei como definir esse PDL, nem deveriam propor tal excrescência, quanto mais aprovarem. Pelo menos agora podemos ver quem realmente são os políticos. Se dizem contrários uns aos outros mas na verdade são todos contra o povo! Só olham para os próprios umbigos, isso é um nojo!

    Antonio Augusto Guedes Trindade Filho 21/12/2022
    3
  • Ponto negativo: É ofensivo e descabido este aumento em meio a aprovação de uma PEC de gastos que visa pagar 600 reais de auxílio aos mais carentes. Executivo, legislativo e judiciário ganhando salários de 40, 50 mil, enquanto a renda per capita média da população é de 1.350 reais e 90% da população ganha menos de 3.500 reais. Esse pensamento elitizado, mesquinho e preconceituoso é o grande promotor da desigualdade social no país. Esse pretexto de salários congelados desde 2014 NÃO COLA! Que país é esse?

    Maria Alayde Nascimento de Melo 21/12/2022
    2
  • Ponto negativo: Completa falta de noção dessa classe política, impossível respeitar e levar a sério raposas desse nível!!!!

    Andy Coutinho 21/12/2022
    3
  • Ponto positivo: NOJO é a palavra que define o sentimento por essa corja da política. Com 20/30 mil não tem como vocês viverem? Mesmo com todas as outras regalias além do salário? Então imaginem viver no Brasil a base de SALÁRIO MÍNIMO! Espero que quem votou a favor dessa babaquice passe fome algum dia, para entender o que é realmente ter a necessidade de aumentar em 40% o próprio salário.

    Ângela Colombo 21/12/2022
    5
  • Ponto negativo: É até ofensivo. Quando se trata de aumentar o salário mínimo e, com isso, as aposentadorias, nunca há verba suficiente. Para quê os membros dos órgãos públicos precisam de tanto dinheiro? Além dos salários, não são beneficiados, também, com outras benesses? É uma vergonha! Ao aprovarem o PL2896/2022, e me peguntei por quanto os senhores(as) haviam se vendido; agora eu sei!! Vergonha!!!

    Irmgard Pinto Coelho 21/12/2022
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.