Enquete do PL 3021/2022

Resultado

Resultado parcial desde 21/12/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 466 97%
Concordo na maior parte 12 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

É uma injustiça total, não ser reconhecido como portador de deficiencia quem possui ceratocone. São inúmeras dificuldades enfrentadas e, entre elas, a enorme discriminação sofrida. Os portadores de ceratocone sofrem com os altos custos dos tratamentos, principalmente as lentes rígidas. Não possuem as mesmas condições físicas de uma pessoa normal, mas tem que enfrentar as mesmas condições. Já era hora de alguém velar pelas centenas de pessoas nessa situação horrível. Excelente proposta legal.

PAULO SERGIO VENTURI 07/04/2023
77

Não deve ter limite de grau pois é uma doença degenerativa

Raone 19/07/2024
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 39 encontrados.

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  • Ponto positivo: É muito difícil para quem tem Ceratone, pois somente que tem essa doença sabe as dificuldades enfrentadas, não poder enxergar perfeitamente e saber que essa doença não tem cura. Os custos de tratamento são caríssimos, e eu mesmo sigo sem acompanhamento da rede publica que sabemos muito bem como é, aguardo a dois anos adaptação de lentes de contato e a cirurgia de crossLinking. Se pelo menos alguém pudesse nos ajudar de alguma forma, fossemos vistos e reconhecidos.

    NIVALDO LUIS DE OLIVEIRA 29/01/2026
    1
  • Ponto negativo: Descobri aos 18 durante uma reprovação no exame oftalmológico do Detran. Tentei usar lentes rígidas por um ano, mas irritavam. Descobri em estágio avançado. Infelizmente eu não consigo trabalhar em algumas empresas porque não sou aprovado no exame oftalmológico, mas também não sou considerado como PCD por falta de enquadramento. É um limbo. Não solicito o enquadramento como PCD para ter benefícios do governo, quero apenas ter o direito e a possibilidade de trabalhar. Por favor, olhem por nós!

    MAYRON FELICIANO MATOS DE SOUZA 28/01/2026
    1
  • Ponto negativo: Não deveria ter grau, pois como já mencionado pelos colegas ceratocone é uma doença degenerativa no qual ficamos impossibilidados de fazer concursos para área militar e policiais. Se não podemos fazer por ser considerados inaptos então pq não ser considerados Pcd? O custo do tratamento é bastante caro, os exames que tem que fazer todo ano, além das lentes de contato para conseguir ter uma visão melhor. É uma absurdo não ter ninguém do poder público que coloque pra frente esse projeto de lei.

    ANDRESSA FERREIRA DE AZEVEDO 23/05/2025
    5
  • Ponto negativo: Projeto de lei falha ao segregar graus 1 e 2 do ceratocone, ignorando seu caráter degenerativo. Inclusão parcial compromete acesso justo ao tratamento adequado.

    ESDRA ADERALDO OLIVEIRA 13/01/2025
    6
  • Ponto negativo: Não deveriam limitar o grau, pois como o colega Raone já citou, trata-se de uma doença degenerativa, que afeta a qualidade de vida das pessoas independente do grau. Descobri a doença em 2018, quando fui tirar carteira de motorista e quase reprovei no exame de visão, na época ainda era grau I, mas já enfrentava dificuldades, infelizmente a doença já evoluiu para grau II, pela falta de dinheiro para arcar com os tratamentos caríssimos, e venho enfrentando cada vez mais dificuldades no dia a dia.

    ANA CAROLINA COSTA PEDROSO 14/10/2024
    6
  • Ponto negativo: Não deve ter limite de grau pois é uma doença degenerativa

    Raone 19/07/2024
    23
  • Ponto positivo: Esse projeto é fundamental para reparar as injustiças que as pessoas com ceracotone passam, pois essa doença, causa discriminação à aquelas que a enfrentam. Por exemplo, os jovens que vislumbram carreiras militares ou policiais, são excluidos dos concursos, sem contar empresas que temem contratar por se tratar de uma doença degenerativa. Além disso, ha custos para quem tem a doença uma vez que necessita de cirurgias que nao servem para curar e apenas retartar/impedir o transplantes

    Raone 19/07/2024
    12
  • Ponto positivo: Sou portador de ceratocone, tenho 28 anos, e convivo com essa doença tem 7 anos. Só quem é portador sabe o que passamos. Hoje me adapatei com a lente escleral, ela é ótima, mas infelizmente muito cara. Meu par de lentes custa R$5.500,00, e tenho que trocá-las a cada 2 anos. Imagina o custo disso até o final da minha vida, fora os desafios que passo. Sem elas não consigo desempenhar meu trabalho, nem algumas coisas cotidianas. Um laudo PCD nos trará pelo menos um pouco de conforto.

    João Pedro Gusmão Rangel 18/07/2024
    16
  • Ponto positivo: Orivevel pois não se tem um grau específico para o tratamento além de ser ineficaz difunsoes visual em nivel mesmo com tratamiento que gera risco até de vida por quedas e acidentes pondo também a vida de terceiros em risco.

    Fabricio Braga 03/07/2024
    8
  • Ponto positivo: Desde que descobri a Ceratocone minha vida acabou, são 6 longos anos tratando, minha qualidade de vida sumiu e entrei em depressão. Tem sido difícil estudar pra concurso com esse problema e ser rejeitado nos empregos por conta do meu grau.

    josé mateus s.santos 02/07/2024
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei