Enquete do PL 2781/2022

Resultado

Resultado parcial desde 25/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 64%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 9%
Discordo totalmente 3 27%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os Conselhos Tutelares do Brasil necessita sim de uma Lei Orgânica, para garantir os direitos e deveres que não consta no Estatuto da Criança e do Adolescente, um dos pontos importante será os subsídios recebidos dos conselheiros tutelares com base de 03 salários mínimos.

Rosângela Maria Pimentel 02/05/2023
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ESTA LEI TRAZ POUCOS PONTOS POSITIVOS ,O CERTO QUE A LEGISLADORA NUNCA FOI CONSELHEIRA .PRECISA DA SIM MAS NAO DESSA FORMA QUE ESTA SENDO APRESENTADA

alencar soares de freitas 21/02/2024
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Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: e o Ato declaratório do executivo CODAC n°20, de 27 de Julho de 2015 que classifica os Conselhos Tutelares na categoria 13 em relação a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) nem foi assunto neste projeto de lei, pois os membros do órgão tem autonomia deliberativa, mais de fato são trabalhadores autônomos ?

    LUCAS GUIMARAES FAIER 07/02/2025
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  • Ponto negativo: Ora se é dever de qualquer cidadão a participação das políticas públicas conforme Art. 227 da Constituição, deveria os suplentes dos conselhos tutelares atuarem e participarem em conjunto com os Conselheiros Tutelares Titulares na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, nas tomadas deliberativas, nas reuniões e debates do Conselho Tutelar, e não somente quando convocados em caso de afastamento ou vacância de qualquer dos membros.

    LUCAS GUIMARAES FAIER 23/01/2025
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  • Ponto negativo: Poderia ter incorporado neste projeto de lei os artigos 22,23 e 38 da Resolução Conanda N°231/2022, em razão de que em muitos municípios o papel dos conselheiros tutelares vem sendo distorcido como por exemplo executarem acolhimento institucional; em razão também de que o Sipia- (Sistema de informação para a infância e adolescência) tem extrema importância por ser uma ótima ferramenta para os conselheiros tutelares, para que sejam obrigados a usarem o sistema sob pena de falta funcional.

    LUCAS GUIMARAES FAIER 21/01/2025
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  • Ponto negativo: São criadas atribuições ao conselheiro tutelar desnecessárias, presidente do Conselho Tutelar e atribuições que deveriam ser da equipe administrativa de apoio ao Conselho, o conselheiro já tem funções a serem cumpridas qual a necessidade de lhe criar atribuições que não o faz zelar pelos direitos de crianças e adolescentes.

    LEONICE DE OLIVEIRA GUIMARÃES 04/03/2024
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  • Ponto positivo: O salário dos conselheiros tutelares.

    LEONICE DE OLIVEIRA GUIMARÃES 04/03/2024
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  • Ponto negativo: ESTA LEI TRAZ POUCOS PONTOS POSITIVOS ,O CERTO QUE A LEGISLADORA NUNCA FOI CONSELHEIRA .PRECISA DA SIM MAS NAO DESSA FORMA QUE ESTA SENDO APRESENTADA

    alencar soares de freitas 21/02/2024
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  • Ponto positivo: Subsídios dos Conselheiros Tutelares

    Rosângela Maria Pimentel 02/05/2023
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  • Ponto positivo: Os Conselhos Tutelares do Brasil necessita sim de uma Lei Orgânica, para garantir os direitos e deveres que não consta no Estatuto da Criança e do Adolescente, um dos pontos importante será os subsídios recebidos dos conselheiros tutelares com base de 03 salários mínimos.

    Rosângela Maria Pimentel 02/05/2023
    1
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei