Enquete do PL 2711/2022

Resultado

Resultado parcial desde 14/11/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 36 59%
Concordo na maior parte 3 5%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 4 7%
Discordo totalmente 16 27%

O que foi dito

Pontos mais populares

Garante uma seleção docente adequada e evita contratação a revelia pelos estados.

luciana barboza 01/12/2022
4

Não adianta apenas acabar com as contratações temporárias tem que ao mesmo tempo em substituição realizar mais concursos públicos senão os professores ficarão sem contratos expostos ao desemprego.

Artur Alvim Cury 07/12/2022
3

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Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: Olá! Para ser justo com todos os docentes, não é necessário ter como critério para aprovação em um processo seletivo, o tempo de serviço. Pode até ser usado como pontuação extra, assim como pós graduação, mestrado, doutorado. Dessa forma, seria justo com todos.

    Laíde Souza 19/12/2023
    0
  • Ponto negativo: A preferência pela comprovação de experiência gera apadrinhamento político. Existem verdadeiros dinossauros na educação pública que só ali entraram por fraudes, que eram comuns em tempos remotos, os quais nunca estudaram desde então e permaneceram parados no tempo. Em geral, os primeiros colocados em provas objetivas, são (ou serão) pessoas extremamente dedicadas à profissão. Aqueles que não são capazes de estudar para realizar uma prova, nunca vão se dedicar para educar outras pessoas.

    Samuel Reis 25/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Existem municípios que sequer realizam algum tipo de processo seletivo. Muitos professores são afastados para ocuparem cargos políticos e o cargo vago destes são entregues a outro (mesmo que por tempo determinado) também por promessa política. Assim, um professor passa, por exemplo, a dobrar período sem mérito algum e, na maioria das vezes, finge que trabalha, pois já é um protegido da administração.

    Samuel Reis 25/09/2023
    1
  • Ponto negativo: O negativo e que nao concordo que os pontos a experiencia e mais importante que a prova Ou seja a pessoa fez uma pessima prova pessima redaçao nao passou na prova mas passou pelos pontos de experiencia Entao nao tinha que ter prova se nao ja passava so por experiencia o que nao e correto pois essas pessoas nao sao concursadas E nao podem ganhar o mesmo salario que um professor concursado nao e certo se fosse assim qualquer estagiario de orgao publico ganharia o mesmo salario que um servidor publ

    denise silva 17/07/2023
    2
  • Ponto positivo: Pontos positivos fazer uma prova com redacao dissertativa e questoes sobre as leis adequadas ao ensino A redaçao sera importantissima e o que define se o professor tem carater tem assunto tem base para ser um professor a opniao e muito importante A experiencia e bom mas nao e tao importante na contrataçao pois qualquer um ate um psicopata pode ter experiencia de indicaçao mas a redaçao e o que define a prova e o mais importante

    denise silva 17/07/2023
    1
  • Ponto positivo: O projeto vem em momento oportuno. A maioria dos professores contratados em minha cidade não têm formação adequada, inclusive alguns sequer cursaram magistério ou algo na área. Conseguem vagas por indicação de pessoas influentes, seja em escola municipal ou estadual. Aqui o que conta é ter quem indica, e não qualificação. Nesse interim quem perde são as crianças e adolescentes que são privadas de receber educação básica de qualidade. Se quiserem vagas, que seja através de concurso público.

    Marta Oliveira 25/04/2023
    2
  • Ponto negativo: É escabroso o projeto! A exigência de "experiência comprovada", segundo a qual propõe o deputado-relator da PL, inviabiliza o ingresso de professores recém-formados para a Educação Básica, fazendo com que esses educadores fiquem em situação de desamparo empregatício.

    Luis Carlos Rocha 14/12/2022
    2
  • Ponto negativo: Não adianta apenas acabar com as contratações temporárias tem que ao mesmo tempo em substituição realizar mais concursos públicos senão os professores ficarão sem contratos expostos ao desemprego.

    Artur Alvim Cury 07/12/2022
    3
  • Ponto positivo: Concordo no sentido de que estão apenas contratando de forma temporária e não realizam concursos públicos seria indiretamente um estímulo a realização de mais concursos públicos de provas e títulos.

    Artur Alvim Cury 07/12/2022
    2
  • Ponto positivo: Garante uma seleção docente adequada e evita contratação a revelia pelos estados.

    luciana barboza 01/12/2022
    4
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).