Enquete do PL 2675/2022

Resultado

Resultado final desde 18/11/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 62 65%
Concordo na maior parte 2 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 29 31%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muitos cidadãos, pais de família, não estudaram, sempre trabalharam na roça, não tiveram a mesma oportunidade que temos hoje em dia. Ou era trabalhar ou passar fome. Hoje a realidade é diferente, tem condições de ter um veículo, sabe dirigir, tem experiência, mas não pode andar em estradas urbanas porque não sabe ler e não pode ter CNH sem ter uma decência de vida melhor.

Maria Valdirene 189211428/35 05/02/2023
9

E uma das maiores irresponsabilidades que eu já vi um Deputado cometer, populismo, parece que não tem censo que é a mesma coisa de entregar arma para um despreparado para portar, cara basta uma placa escrita que é proibido fazer tal conversão, (Existem placas escritas) o analfabeto faz tal conversão e acidente ceifa a vida de alguém. Vai propor a exigência de liberar a CNH após o analfabeto concluir o EJA que será bem menos vergonhoso para você.

Eliton Teles Tavares 01/02/2023
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Meu irmão é deficiente auditivo, não teve a oportunidade de estudar libras e mesmo assim trabalha desde adolescente, sempre teve moto e carro, paga os impostos, dirige corretamente e nunca se envolveu em acidentes. Acho mais do que merecido ele ter CNH.

    Márcio Belarmino 24/09/2024
    0
  • Ponto negativo: Acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre jovens de 5 a 29 anos, com 3.700 mortes diárias. A CNH deve ser uma concessão rigorosa, não um direito automático, para reduzir essas estatísticas. Ler e interpretar sinalizações é vital para a segurança. Permitir que analfabetos obtenham CNH é inaceitável e arriscado. Este projeto é populista, não inclusão social. Devemos apoiar a alfabetização, usando a CNH como incentivo - para melhores oportunidades e qualidade de vida para todos.

    TULIO ATHELIO SATHLER SIMAN 08/09/2024
    1
  • Ponto positivo: A lei por si basta. Se o direito constitucional diz que pode votar, trabalhar, ter família, isso entra a inclusão do direito a dirigir por pessoas analfabetas sim.

    Kamila Louro de Carvalho Soares 16/07/2023
    3
  • Ponto negativo: Não diminui o analfabetismo. Não reduz o custo pra se obter a CNH. Apenas faz populismo.

    Marcelo Ferreira 02/05/2023
    3
  • Ponto positivo: Não tem ponto positivo apenas populismo. Ao invés desse projeto, seria melhor propor projeto pra reduzir custo pra se obter uma CNH, ou algum projeto pra facilitar pra ensinar os analfabetos a ler e escrever.

    Marcelo Ferreira 02/05/2023
    1
  • Ponto positivo: Só vi nego chorão nós comentários, se é direitos iguais o analfabeto é pra ter sim sua CNH, relação a placas 80% das nossas sinalização são visuais e na escrita, acidentes acontecem mais com quem já tem carteira pois anda com inadimplência, tem gente que não tem CNH e sabe todos os sinais e anda com responsabilidade. Hoje no Brasil se gasta 7 meses pra ser habilitado se passar de primeira em tudo. Aí se o cara for gastar mais dois a três anos atendendo a ler e escrever, nem compensa! Melhor sem

    Cicero Silva 22/04/2023
    2
  • Ponto negativo: Existem vários tipos de sinalização escritas como limitam estacionamento e circulação de veículos por períodos e locais definidos, alertas de trânsito distâncias, regulamentação específicas de forma escrita. Dependendo da velocidade da via algumas sinalizações são difíceis de entender por pessoas com nenhuma limitação. Imagine por quem não consegue ler. E quando for assinar uma multa não poderá conferir o que está escrito. Deveriam facilitar a alfabetização pra esse candidato e não liberar

    Gleydson Araujo 21/04/2023
    4
  • Ponto positivo: Meu pai tem 60 anos, é analfabeto, e dirige carro, caminhão, moto, trator, retroescavadeira e empilhadeira. Começou a dirigir aos 15 anos no interior da Paraíba, até hoje dirige na capital do RJ e nunca se envolveu em um acidente. Não saber ler nunca foi um impedimento para que fosse responsável dirigindo e entendesse as regras de trânsito que são muito mais visuais do que escritas.

    Luiz Felipe Lima da Silva 23/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Meu pai é analfabeto e dirige há mais de 20 anos, nunca se envolveu em acidente e reconhece a maioria das placas, inclusive as escritas (por experiência). Mas vive com receio de ser parado por blitz e às vezes é extorquido ou multado por policiais, por estar à margem da lei. Considero um projeto de inclusão que definirá critérios seguros para incluir essa parte da sociedade no trânsito. Espero que dê tudo certo. Vamos em frente. Parabéns ao deputado.

    Daniel Silas 18/03/2023
    2
  • Ponto positivo: É correto só ter CNH quem sabe lê,quem tem interesse em ter sua CNH é só voltar para escola. Agora um Fazer projetos de lei que acabem com esse período de um ano com a permissão seria louvável .Pra que isso tirou sua CNH pronto já era pra ser definitiva.

    marcio de sousa oliveira 14/03/2023
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.