Enquete do PL 2669/2022

Resultado

Resultado parcial desde 16/11/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 555 26%
Concordo na maior parte 60 3%
Estou indeciso 8 0%
Discordo na maior parte 60 3%
Discordo totalmente 1.477 68%

O que foi dito

Pontos mais populares

NÃO HÁ POSITIVO Alterar a LBI para obrigar o poder público a estimular e apoiar a disponibilização dos “óculos falantes” Orcam Myeye é uma verdadeira violência contra direitos elementares das pessoas com deficiência. É um retrocesso injustificável que atinge de morte a educação de uma parcela da população que convive com a falta de acessibilidade no dia-a-dia das escolas públicas brasileiras. É expor crianças e adolescentes que já sofrem exclusão diária, a uma posição de maior vulnerabilidade.

Agnaldo Borcath 11/06/2024
54

A medida nada mais é do que jogar dinheiro público fora. Tecnologia que nada vai ajudar as pessoas com deficiência visual. A inteligência empregada, visa enriquecer os desenvolvedores dos equipamentos, haja vista sabermos, que ele realmente não funcionam da forma adequada.

PEDRO DE JESUS JUNIOR 10/06/2024
76

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto positivo: Positivo, pois escancara como o interesse do setor privado revela sobre os recursos do Fundo Publico, mas sem ouvir, avaliar e compreender a real necessidade desta populacao vulneravel.

    Ademar Gaedke 21/06/2024
    1
  • Ponto negativo: Projeto puramente marqueteiro típico de quem não conhece absolutamente nada de pessoas cegas, ou baixa visão. Esse projeto apenas gastará muito mal o dinheiro público, além de desrespeitar conceitos básicos de inclusão.

    Sérgio Ramos de Faria 20/06/2024
    1
  • Ponto negativo: O PL em si é completamente negativo.

    Rafael Ferraz Carpi 20/06/2024
    1
  • Ponto negativo: O ORCAM é extremamente caro para oferecer menos que aplicativos gratuitos. Ele não substitui o braille e está sendo vendido como uma solução milagrosa para pessoas cegas. O marketing exagerado apenas beneficia financeiramente alguns, sem real interesse em melhorar a vida dos deficientes visuais. As associações precisam de recursos básicos para a reabilitação, e não de dispositivos inúteis que drenam fundos essenciais. É uma jogada política que não atende às necessidades reais da comunidade.

    SóRezenha 19/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Esse equipamento custa 15 mil reais e existem aplicativo como Lookaut, Seeing Aí, Be My Eyes que fazem a MESMA coisa e não custam nada! Esse equipamento não lê letra cursiva, fica pendurado na perna do óculos com imã, podendo cair e sua manutenção é mais cara que o próprio óculos (quando há). É um verdadeiro desperdício (em alguns casos desvio) de verba pública! Sem falar no principal, que é a questão educacional! Achar que uma voz robotizada é melhor que o braille é coisa de desinformado.

    Bianca Chaló 15/06/2024
    8
  • Ponto negativo: Este óculos, Além de ser um equipamento muito caro, não deve jamais substituir o livro em braile no processo de aprendizagem das crianças cegas. Investir em livros em braile máquinas impressoras computadores ou até celulares, São recursos muito mais úteis e eficazes. Sou pessoa cega congênita e professora, sou contra o óculos no processo de aprendizagem da escrita da leitura pois acarretaria em várias lacunas e dificuldades na aprendizagem da ortografia, gramática, estética textual, e do conta

    INES BERLANDA SEIDLER 15/06/2024
    5
  • Ponto negativo: Esse equipamento Mantém as pessoas analfabetas! Alfabetização Das crianças no ensino fundamental só acontece Através do braille e o melhor equipamento Para esta finalidade é a Linha Braille . A Linha Braille é cara também e deveria ser subsidiada pelo governo federal ! O governo federal deveria isentar Este equipamento do imposto de importação ! A criança Com a linha braille seria alfabetizada e no futuro Teria uma equidade para o mercado de trabalho !

    JOSE ANTONIO SPOTTI LOPES 14/06/2024
    4
  • Ponto positivo: . Positivo, só se for para a empresa que comercializa o produto por altos custos no Brasil.

    beto 13/06/2024
    6
  • Ponto negativo: o problema principal seria o custo investido, sendo que livros em braile são opções mais duradouras além de não atrapalhar os outros leitores com o barulho

    rafael vidal de marchi 13/06/2024
    14
  • Ponto negativo: Não atende aos critérios técnicos enquanto ajuda técnica de uso público e para bibliotecas; É incoerente com a LBI que exige, corretamente, o uso do Design Universal como paradigma para promover a acessibilidade. (se a mesma fosse cumprida, os recursos adequados seriam disponibilizados adequadamente. Está pautada pelo modelo biomédico de deficiência enquanto a a Convenção Internacional exige o modelo biopsicossocial. Os únicos beneficiários são aqueles que produzem e vendem o equipamento.

    Renata Andrade 13/06/2024
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1424/2026

    Define antissemitismo com a finalidade de instruir as políticas públicas nacionais.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

  5. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  6. REQ 301/2026

    Requer a criação de Comissão Externa destinada a acompanhar e fiscalizar a apuração do crime de maus-tratos que resultou na morte do cão "Orelha", ocorrido na Praia Brava, Município de Florianópolis, Santa Catarina.