Enquete do PLP 133/2022

Resultado

Resultado final desde 07/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 138 99%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Todos os funcionários públicos trabalharam incansavelmente durante a pandemia utilizando os próprios recursos ! Não é justo não contar o tempo de serviço, pois os serviços foram prestados apesar das condições negativas, imprevistas e jamais vivenciadas por nós! Os funcionários redobraram os esforços para aprender novos formatos de trabalho e tecnologias!

ANA CLARA JACON 27/04/2023
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Tramitação demorada e nenhuma justificativa ou perspectiva mesmo sendo prioritaria, de porque esta desde dezembro do ano passado na Comissão de Constituição e Justiça, e nenhuma declaração do relator, sr. Alencar Santana (PT-SP). O descaso é tamanho com o servidor publico, que não só não teve acesso a esses beneficios no momento em que mais precisavam (durante a pandemia) como ficou condenado ao congelaento absurdo de 1 ano e 7 meses a posteriori. Esse projeto deveria receber mais atenção!!!

Maria Brito 14/03/2024
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Acredito que já passou da hora da aprovação. Mesmo sendo urgência, tá parado!!!

    LUIS EDUARDO MONTEIRO LIMA 23/07/2025
    0
  • Ponto positivo: Servidores estão ansiosos aguardando a revogação desta injusta lei que penalizou tantos, sendo que durante a Pandemia, muitos de nós, redobraram suas cargas horárias à exaustão.

    LUIS EDUARDO MONTEIRO LIMA 23/07/2025
    1
  • Ponto negativo: A morosidade na tramitação está causando uma série de transtornos e prejuízos aos servidores que já deveriam estar recebendo diversos benefícios pelos serviços prestados.

    GLAUCIA ALVES DA SILVA 13/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Por que a demora para votar esse PLP? Deputados, coloquem na ordem do dia, apreciem a matéria, deem o andamento necessário para avançarmos na luta pelos direitos dos servidores públicos.

    LUANA TONIOLO MUNIZ 12/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Os servidores públicos trabalharam durante todo o período de calamidade pública, portanto é necessário que seus direitos sejam reconhecidos.

    LUANA TONIOLO MUNIZ 12/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Tramitação demorada e nenhuma justificativa ou perspectiva mesmo sendo prioritaria, de porque esta desde dezembro do ano passado na Comissão de Constituição e Justiça, e nenhuma declaração do relator, sr. Alencar Santana (PT-SP). O descaso é tamanho com o servidor publico, que não só não teve acesso a esses beneficios no momento em que mais precisavam (durante a pandemia) como ficou condenado ao congelaento absurdo de 1 ano e 7 meses a posteriori. Esse projeto deveria receber mais atenção!!!

    Maria Brito 14/03/2024
    7
  • Ponto positivo: Uma crítica importante à Lei 173/2020 é a sua abordagem generalizada em relação aos servidores públicos. Ao congelar salários, proibir reajustes e vedar a realização de concursos públicos, a legislação afetou diretamente os profissionais que desempenham um papel fundamental. É importante reconhecer que, mesmo em tempos de crise, os servidores públicos têm sido imprescindíveis para o enfrentamento da pandemia. É fundamental ressaltar que nenhum servidor público parou de trabalhar na pandemia.

    CESAR AUGUSTO VIEIRA 07/06/2023
    1
  • Ponto negativo: Faltou o restante das categorias que também trabalharam na linha de frente do Brasil não parar

    Afonso Neto 04/05/2023
    0
  • Ponto positivo: Todos os funcionários públicos trabalharam incansavelmente durante a pandemia utilizando os próprios recursos ! Não é justo não contar o tempo de serviço, pois os serviços foram prestados apesar das condições negativas, imprevistas e jamais vivenciadas por nós! Os funcionários redobraram os esforços para aprender novos formatos de trabalho e tecnologias!

    ANA CLARA JACON 27/04/2023
    16

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.