Enquete do PL 2596/2022

Resultado

Resultado final desde 18/10/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 15 3%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 3 1%
Discordo na maior parte 4 1%
Discordo totalmente 370 94%

O que foi dito

Pontos mais populares

Essa lei não regulamenta nada. É uma lei preconceituosa que visa acabar com direitos adquiridos.

carladantas29 18/10/2022
9

Sou infértil e necessito de FIV para conseguir engravidar. Já tentei uma vez e não consegui. Se esse PL for aceito vai diminuir tanto as minhas chances quanto as de outras mulheres que sofrem como eu por não conseguirem gerar naturalmente, sentimos que nosso sonho está cada vez mais longe. Só quem passa por isso sabe. Deveria aumentar o número de chances e quantidades também, pois dependendo do problema 1 ou 2 vezes de tentativas não funciona. Não podem acabar com nosso sonho ??????????????

Tainara 18/10/2022
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 87 encontrados.

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  • Ponto negativo: Essa lei é um retrocesso. Tira da mulher o direito de gestar com a ajuda da medicina e avanços tecnológicos.

    Karen Uehara 21/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Tudo nesse PL é negativo. Limitar a produção de embriões a somente 2 é tornar inviável o acesso a este serviço, que já não é barato (não deveria nem ter limitação); proibir o congelamento de embriões; obrigar transferência a fresco; é inadmissível pois tem casos que não há a possibilidade de transferência a fresco como o meu caso, proibir a doação de gametas entre parentes tbm acho horrível, pois dependendo da etnia não se encontra doadoras de óvulos facilmente.

    KARIN ZANOTTA OYAMA 19/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Esta PL não tem nenhum ponto positivo, pois é um retrocesso a realidade atual de casais que necessitam deste tipo de processo para conseguir formar uma família com filhos. Querem limitar alguma coisa que limitem o limite de filhos nascidos vivos.

    KARIN ZANOTTA OYAMA 19/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Não vai passar, é uma afronta aos direitos fundamentais, inadmissível!

    LUCIANA LIMA 19/10/2022
    2
  • Ponto negativo: O tratamento é muito caro, não tem como não congelar, é a única chance que temos de baratear os custos para uma 2, 3, 4 .... tentativa.

    Geisa Renata Boes 19/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Que retrocesso! Se o indivíduo que se propôs a elaborar essa falácia de proposta tivesse o mínimo de conhecimento, saberia que nem sempre a primeira tentativa de FIV dão certo. Em muitos casos são necessários diversas tentativas. E vocês querem intervir na possibilidade de cada família tentar ter filhos. São tantos passos pra trás essa proposta. Tão inconcebível. Tem tanta coisa mais importante pra se.preocupar que não os filhos de cada um. Vão tra achar de verdade bando de conservador fajuto.

    Maiara 19/10/2022
    3
  • Ponto negativo: Quando se passa por um procedimento como esse, temos dimensão da importância da liberdade de atuação dos médicos especialistas! Limitar a atuação dos médicos e a liberdade dos casais (sejam eles de qualquer gênero) é não ter um mínimo de consciência ou profundidade sobre o tema! Quem passa por um procedimento de FiV não é por simples desejo e sim por necessidade diagnosticada!

    Livia C. Recco Borgo 18/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Limitar a reprodução assistida nestes termos é um completo retrocesso! E que conhecimento um homem ignorante como este tem para ditar essas regras??? Um completo absurdo!

    Camila 18/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Então se a pessoa não consegue engravidar de primeira, tem que começar todo o processo novamente, já que não vai poder congelar seus embriões para utilizá-los no futuro? Terá que gastar dinheiro novamente com um tratamento caríssimo que nem todas as pessoas têm acesso? Queria entender a mentalidade de alguém que cria um absurdo desse.

    BIANCA DOS SANTOS PEREIRA SOARES 18/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Só quem tem uma limitação de ñ poder gerar um filho por quaisquer que seja os motivos fica indignado com uma proposta dessas. Limitar o número de embrião nem deria nem ter limitação; proibir o congelamento de embriões; obrigar transferência a fresco; proibir útero de substituição; não permitir que a reprodução assistida seja para todos que sonham em ter um filho, excluindo casais homoafetivos e produção independe, prejudicando assim grande parte da população.

    Cibelle Arantes Barbosa 18/10/2022
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 1005/2026

    Extingue a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), criada pela Lei nº 8.029, de 12 de abril de 1990, e dispõe sobre a transferência de suas funções.

  4. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição