Enquete do PL 2533/2022

Resultado

Resultado parcial desde 29/09/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.952 97%
Concordo na maior parte 22 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 7 0%
Discordo totalmente 66 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Serviço voluntário em geral e especialmente o Religioso transforma as pessoas tornando-se mais empáticas, seguras de seu potencial e melhores cidadãos.

PEDRO AURELIO MENDES ACOSTA 14/10/2022
204

Essa proposta fere a equidade e cria um privilégio indevido para determinada categoria de pessoas. Se a pessoa escolhe ser missionário ou fazer intercâmbio ou o que seja, que arque com as consequências. Ou o prazo estendido é para todos ou não é para ninguém.

Maria Cristina Nogueira Moreira 14/10/2022
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 310 encontrados.

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  • Ponto negativo: Quer dizer que nós brasileiros não pode mais comprar uma coisa de qualidade e barato? Sempre tem algo por trás de algo bom. Quando nós tava maravilhosamente se sentindo linda com as qualidades dos produtos coisas diferenciada pq aqui no Brasil todo mundo tem igual . Enfim. Já ganhamos pouco e ainda temos que pagar um absurdo de taxa sinceramente que humilhação viu. Nem feliz a gente pode ser mais.

    Geovana Santos 14/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Com toda certeza o serviço missionario é um diferencial que eleva espiritualmente tanto ao missionario quanto a quen por ele é ministrado, apoio total a retornar e poder dar prosseguimento aos estudos, sinal de um cidadão comprometido com o proximo e consigo, coisa que, só quem não tem consciência reprovaria.

    Doralice de Souza Rodrigues 21/10/2022
    4
  • Ponto positivo: Sou de total apoio. Eles estão em serviço missionário, trabalhando e apenas retornaram a algo que eles ja haviam iniciado.

    Cintya Emmanuelly oliveira da Silva 20/10/2022
    5
  • Ponto positivo: Acho imensamente válida essa atitude! Uma maneira de demonstrar nosso respeito ao trabalho que o serviço missionário proporciona à todos! Não vejo nenhum problema de as universidades públicas ajudarem os jovens que abdicam se só mesmos para servir ao Senhor! E ao retornarem terem garantida algo pelo que também lutaram e se dedicaram! Tem meu pleno apoio!

    Priscila Anjos França 20/10/2022
    5
  • Ponto positivo: A vaga trancada enquanto o jovem faz missao não prejudica ninguém, pois a universidade chama o proximo da fila para cursar.

    Tania Terezinha Dobrovolski 20/10/2022
    2
  • Ponto positivo: É importante para o missionário retornado poder continuar com sua vida após o serviço voluntário. Não estamos pedindo doações de vagas ou um sistema de cotas, mas sim o direito de manter a vaga conquistada por mérito próprio antes do serviço missionário.

    Barbara Somma Costa 20/10/2022
    5
  • Ponto positivo: Essa lei irá garantir o direito à universidade, que o aluno conquistou quando foi aprovado no vestibular. Há muitos casos de estudantes que passaram no vestibular, e perderam a vaga quando foram servir missão religiosa, pois o trancamento da matrícula só pode ser realizado depois de cursar pelo menos um semestre letivo, portanto esse benefício não é um benefício duplicado, e sim uma lei que garante o direito à universidade para o aluno que conquistou sua vaga com estudo e preparação!

    Eva Caroline Nascimento Roman 19/10/2022
    3
  • Ponto negativo: Não faz sentido ocupar e manter ocupado a vaga na universidade pública por algo que a pessoa faz por conta própria. Quem quiser que realize sua missão e posteriormente egresse na universidade

    Edson de Carvalho Junior 19/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Além de já existir o dispositivo de "trancamento de matrícula", quem acredita em Deus acredita que Ele puniria alguém por ter que se apresentar à universidade? A missão não pode prosseguir no relacionamento com os colegas de universidade?

    Márcio Gomes Gonçalves 19/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Considero essa proposta discriminatória pois os demais aprovados não gozam de tal benesse. Até porque se a pessoa prestou vestibular é de se presumir que tenha interesse em iniciar logo o curso. Essa proposta seria uma forma de impedir que outros que realmente tenham interesse façam a matrícula e iniciem o curso. Aliás, a justificativa é de que seria garantir a liberdade religiosa, mas na verdade se trata de onceder privilégios a religiosos!

    Divina das Graças Torres 19/10/2022
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.