Enquete do PL 2508/2022

Resultado

Resultado parcial desde 27/10/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 58 84%
Concordo na maior parte 3 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 3 4%
Discordo totalmente 5 7%

O que foi dito

Pontos mais populares

Parabéns ao projeto. Eu sou motoboy a 13 anos e esse e o futuro, sofremos abusos de multas mesmo tendo razão, acho engraçado pessoas discorda mas na hora de comer seu lanche sua pizza e se sentir bem, o motoca já pagou várias multas por vocês que enrola pegar os pedidos, quantos apartamento no centro não tem nem se quer uma vaga pra moto e nós deixamos a moto várias quadras as vezes e vamos de apé para levar o lanche e chegar até vocês para evitar multas.

Bruno colen 26/01/2023
4

Discordo da parte: “O projeto deixa de exigir qualquer tipo de autorização do poder público para o desempenho da atividade” (Fonte: Agência Câmara de Notícias). Em SP, a população tem sofrido com os assaltos de falsos entregadores. A autorização do poder público, Detran por exemplo, bem como o registro se a moto é própria ou alugada, protege o motoboy de falsos entregadores. É atividade econômica, a moto precisa estar segura p a proteção de todos e a regulação se faz necessária.

Simone 28/10/2022
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: Enrega de mercadorias ou condução de uma pessoa é um serviço. Precisa de registro para emissão de nota de prestação de serviço, o que trás responsabilidades civis e criminais a quem executa. É´preciso segurança jurídica para uma prestação de serviço, a pessoa que exerce uma função que é paga precisa garantir segurança e ser responsabilizados por qualquer delito, negligência ou crime que vier a cometer.

    willian almeida miranda 27/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Precisamos urgente desta aprovação, já não chega termos que praticamente pagar pra trabalhar ainda querem um monte obrigatoriedades em cima dos motoboys , e taxa em cima de taxa de cursos e vistorias enquanto isto o valor das corridas cada vez menores .

    MAICON LAERTE BARTH 13/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Acho importante, caso seja aprovado o projeto, que sejam criados mecanismos para combater o grave problema de poluição sonora gerado pelos motociclistas (muitos motoboys) com escapamento alterado. Eles circulam livremente pelas nossas cidades, em todos os horários do dia e da noite, causando stress e insônia na população. As autoridades não estão conseguindo (ou querendo) fiscalizar, e a população fica refém desses infratores.

    Felipe Machado Novais 30/01/2023
    1
  • Ponto positivo: Totalmente a favor! Querem excluir pessoas menores de 21 anos e que não tem tem 2 ou 3 anos de CNH da profissão. Muitos jovens tem como principal fonte de renda as plataformas de delivery por app. Sem esquecermos dos ciclo entregadores que estão sonhando com sua CNH e primeira moto para sair da exploração e sofrimento das entregas com bicicletas.

    Anderson Gobbis Braga 29/01/2023
    1
  • Ponto positivo: Parabéns ao projeto. Eu sou motoboy a 13 anos e esse e o futuro, sofremos abusos de multas mesmo tendo razão, acho engraçado pessoas discorda mas na hora de comer seu lanche sua pizza e se sentir bem, o motoca já pagou várias multas por vocês que enrola pegar os pedidos, quantos apartamento no centro não tem nem se quer uma vaga pra moto e nós deixamos a moto várias quadras as vezes e vamos de apé para levar o lanche e chegar até vocês para evitar multas.

    Bruno colen 26/01/2023
    4
  • Ponto positivo: Que seja bem vinda e aprovem pois precisamos. Essas exigências de categoria aluguel acaba com 30 % do valor do veículo no mercado. E com os custos de taxas e validade do veículo. Acaba tornando inviável para muitos.

    Marco Antônio Perazzetta 26/01/2023
    2
  • Ponto positivo: Modernidadr seja bem vindo

    Wadson Lima 06/12/2022
    2
  • Ponto positivo: Concordo totalmente e venha com sucesso e isso e atualização modernidade parabéns pra Autor

    Wadson Lima 06/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Com a nova Regulamentação ira abrir oportunidades para aqueles menos afortunados poderem trabalhar, ate mesmo com aplicativos, pois hoje a burocracia esta sendo tanto que o serviço de transporte esta sendo inviavel,, E concordo plenamente com a nova regra. Julgar apenas 1 maça do cexto e condenar o restante, seria burrice. e para desemvolver essa classe, com essa PL seria muito motivadora. Reafirmos e defendo a PL

    GEOVANE SANTOS DA SILVA 02/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Acredito que é viável se debater, visando os interesses e direitos de todos, bem como os deveres. A legislação atual deveria apenas permitir o transporte remunerado de passageiros em veículos de 2 ou 3 rodas, bem como ser menos exigente no que concerne à idade do trabalhador, do tempo de carteira, e de cursos desnecessários. O que existem hoje são muitos espertalhões visando tão e somente se dá bem em cima dos trabalhadores. Sem falar nas taxas exorbitantes cobradas pelo poder público!

    Eridan Mesquita 21/11/2022
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 179/2026

    Dispõe sobre a modernização da Carreira Legislativa da Câmara dos Deputados, sobre a reestruturação da remuneração com base em critérios de desempenho, competências, metas, resultados, qualificação, crescimento profissional e dedicação contínua e dá outras providências.

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei