Enquete do PL 2438/2022

Resultado

Resultado final desde 09/09/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 56 47%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 2%
Discordo totalmente 60 51%

O que foi dito

Pontos mais populares

Todos tem direito a atualização do salário com base na inflação. É o mínimo!!

Pedro Pereira 13/09/2022
6

Pontos negativos (minha opinião): se TODOS os brasileiros estamos passando pela mesma crise econômica, porque só o judiciário precisa de aumento? Já recebem um salário muito bom, ressalta-se que é o melhor dentre os poderes (não era para ser assim, de acordo com a CF/88, porém, é!). Por que professores, médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais e outras tantas profissões(que não recebem nem metade desse dinheiro) não merecem aumento também? Pode até ser legal, mas é imoral

Naira Vieira Braga de Souza 09/11/2022
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto negativo: Absurdo cogitar um aumento deste tipo quando segundo a turma do "Faz o L" existem milhões de brasileiros passando fome neste país. Alegar que eles estão com salário defasado diante da inflação e ignorar o salário de diversas outras funções dentro do serviço público que não sofre reajuste há anos e qndo tem é muito inferior a inflação é RIDÍCULO, isso sem falar no salário mínimo... e poder aquisitivo do povo brasileiro....

    Bernard Etchichury 26/12/2022
    0
  • Ponto negativo: Esse STF não merece nem um real de salário.

    Hamilton Noronha 21/12/2022
    0
  • Ponto negativo: É um absurdo uma classe privilegiada em relação ao setor privado ter um aumento desses. É falta de responsabilidade com o dinheiro público, já que o setor público tem remuneração e vantagens muito superior ao privado que é sobrecarregado com impostos. Reajuste tem que ser feito pelo inpc e pronto. Desnecessário todas essas vantagens do cargo fora o salário. Com a situação do país e do mundo não deveria haver reajuste nenhum para altíssimos como esses.

    Alexandre 21/12/2022
    2
  • Ponto negativo: "Valorizar" os servidores ainda mais do que já são privilegiados? Gente que não perdeu um centavo durante o fecha-fecha da pandemia?? E que em média já ganham 69% a mais do que trabalhadores que exercem a mesma função no âmbito privado? Isso é uma piada pronta! Sem espaço para argumentação.

    Mateus Willard 20/12/2022
    5
  • Ponto positivo: O aumento é menor que a inflação do período (2018 a 2022), e ainda será dado em 4 parcelas. Se compararmos funções com responsabilidades comparáveis na iniciativa privada, o subsídio dos ministros do STF, mesmo após o aumento, é justo!

    Fábio Pereira 15/11/2022
    4
  • Ponto positivo: Concordo plenamente pois cada profissional é digno de seu salário. Ser ministro do supremo requer, não poder sair a todos os lugares, ter uma vida confinada, não poder expressar a opinião. São os melhores profissionais do nosso país em suas áreas a serviço da nação. Na iniciativa privada poderiam ganhar muito mais com o conhecimento que possuem.

    Andre Luiz 13/11/2022
    3
  • Ponto positivo: Se para o poder judiciário poderá ser concedido esse aumento, então para os servidores públicos de outros poderes (Executivo e Legislativo) resta a esperança de reajuste. Se tem dotação orçamentária para isso, deve ter para os outros também! Além disso, sou a favor, principalmente, de aumentar o salário mínimo das pessoas que mais precisam de ajuda financeira nesse momento!

    Naira Vieira Braga de Souza 09/11/2022
    1
  • Ponto negativo: Pontos negativos (minha opinião): se TODOS os brasileiros estamos passando pela mesma crise econômica, porque só o judiciário precisa de aumento? Já recebem um salário muito bom, ressalta-se que é o melhor dentre os poderes (não era para ser assim, de acordo com a CF/88, porém, é!). Por que professores, médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais e outras tantas profissões(que não recebem nem metade desse dinheiro) não merecem aumento também? Pode até ser legal, mas é imoral

    Naira Vieira Braga de Souza 09/11/2022
    5
  • Ponto negativo: Inaceitável! Policiais e Bombeiros defendem e salvam a população com a própria vida e não recebem aumento proporcional ao risco que assumem, e esses "cidadãos" querer mais aumento. Nada de positivo neste quesito.

    Carlos Cerqueira 07/11/2022
    3
  • Ponto positivo: Como pode chegar a valores absurdos e o engraçado que não tem da onde tirar o piso da enfermagem.

    Thais Oliveira 07/11/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei