Enquete do PL 2298/2022

Resultado

Resultado parcial desde 16/09/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 908 98%
Concordo na maior parte 8 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 13 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Eu acho que quanto mais forças tivermos para a segurança, melhor. Tendo em conta, os baixo salários para tão grande risco diário, é preciso valorizarmos os profissionais, para termos qualidade no atendimento a população, que é quem mais sofre.

Helaine Rosa 20/09/2022
46

Interferência da policia militar em assuntos de segurança municipal

Vinicius da Silva Santana 21/09/2022
12

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 78 encontrados.

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  • Ponto positivo: São trabalhadores constituídos de formação para tal serviço.. tem direito de um salarial justo, coisa que no país todo em desparelho, e um descaso deixar isso nas mãos de prefeituras com seus salários manipulados pelo executivo, a cada 4 anos é uma situação nova pras instituições... lamentável... Piso nacional já... é justiça, é legal, é moral, vamos deputados, encarem e sejam capaz de fazer algo pela categoria!

    RAFAEL SCOPEL 08/11/2024
    2
  • Ponto positivo: É de extrema importância/relevância ... Muito justo !!! Equiparação Nacional ... Princípio da Isonomia!!! Alguns municípios pagam valor bem maior que o proposto ... Enquanto a maioria pagam salário mínimo como base ... Uma vergonha !!!! Profissionais que se dedicam, arriscam suas vidas ... Cada dia que se passa ainda mais linha de frente ... Referência ... Mais do que Justo ... Aprovação e Sancionamento já !!!!!! As guardas municipais pedem socorro!!!!

    TIAGO LIMA DE ARAUJO 17/02/2024
    5
  • Ponto positivo: Concordo plenamente. Eles precisam de valorização. Arriscam demais a sua vida para a população de bem. E digo mais. Só assim para acabar de vez com o que os prefeitos fazem pagam salários baixíssimo. Tem que ser aprovado urgentemente.

    Jhon figueiredo 31/01/2024
    5
  • Ponto positivo: A falta de união e nos objetivos a serem alcançados.

    Gabriel Angelo Oliveira 13/08/2023
    1
  • Ponto positivo: Padronização é de extrema importância.

    Gabriel Angelo Oliveira 13/08/2023
    1
  • Ponto positivo: Estabelece padronização nacional, ajustando municípios que desvalorizam o trabalho das Guardas Municipais

    Endrigo Albini 01/08/2023
    3
  • Ponto negativo: Porque trabalhar numa profissão de alto risco que é trabalhar na área da segurança pública e ver certos comentários negativos sobre essa questão, lastimável. Só espero que aprove logo e neste mesmo projeto descreve fonte de custeio pra não acontecer atos vagos e o STF barrar também. Se busque entendimento entre os poderes sobre essa causa.

    Edimar Noronha 08/07/2023
    3
  • Ponto positivo: É mais que justo esses profissionais serem bem remunerados sim, porque são profissionais que exerce atividades de alto risco , e só acha o contrário aquele que não sabe o que é sair pra trabalhar nessa profissão, pra dar o melhor de si numa profissão de alto risco que é trabalhar na área da segurança pública e o mais decepcionante de tudo isso é saber que vai trabalhar 30 dias pra no final desse trigésimo dia receber apenas o salário mínimo, são merecedores sim dessa valorização e urgente .

    Edimar Noronha 08/07/2023
    5
  • Ponto positivo: É nescessário a valorização do GCM ,pq só sendo valorizado o trabalhador pode fazer seu trabalho ainda melhor.pq poderá tira dali o sustento de sua família com dignidade.sou GCM em ibicarai na Bahia e a luta aqui e grande para com a remuneração.

    Lekinho Corina 23/04/2023
    7
  • Ponto positivo: É crucial reconhecer o trabalho dos Guardas municipais como formadores de segurança pública no Brasil, principalmente porque, somos inibidores de violência contra prédios públicos e pessoas.

    Francisco marciano Oliveira 11/04/2023
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei