Enquete do PL 2271/2022

Resultado

Resultado final desde 19/08/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 90 2%
Concordo na maior parte 7 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 24 0%
Discordo totalmente 6.993 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nao tem nada de positivo!! Que desrespeito à classe farmacêutica que investiu muito além de dinheiro mas de tempo..5 anos de faculdade fora os cursos de especializações!! Respeitem o farmacêutico

Maraya Barros 22/08/2022
162

Desrespeito total com todos os farmacêuticos que se dedicaram durante 5 anos e se qualificaram para ter a responsabilidade técnica de uma drogaria. Além de muitas não pagarem o piso, ainda querem retirar nossos direitos

Andre X 22/08/2022
119

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 596 encontrados.

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  • Ponto negativo: Como pode querer comprar um nível técnico ao nível superior, governadores precisamos de Leis que realmente façam sentidos!!!

    Vitor Ribeiro dos Santos 26/08/2022
    1
  • Ponto negativo: Uma vergonha, estão querendo acabar com uma profissão?

    Samuel Ferreira Samuel 26/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Totalmente absurda, desvalorização do profissional qualificado.

    Bruno Muchale 25/08/2022
    1
  • Ponto negativo: Acho impressionante como algo tão abominável vem a ser colocado em votação, pior que isso, só vender medicamentos em supermercados…

    EDSON PONTE SALES 25/08/2022
    1
  • Ponto negativo: Sou balconista de farmácia e sou totalmente contra esse projeto de lei. A presença do FARMACÊUTICO (A) na drogaria é indispensável.

    Alexsandro Franco Alex 25/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Desrespeito com a classe Farmacêutica e com a população que se beneficia todos os dia com os cuidados que esse profissional proporciona. Farmácia é estabelecimento de saúde!!!!!!! Não, mil vezes não!!

    Mary Barros 25/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Vergonha, isso não vai acontecer, afronta contra toda a população. Só aceita quem se formou em técnico em farmácia. De resto é uma afronta.

    Luciano Ramos 25/08/2022
    0
  • Ponto negativo: Além de ser uma absurda desvalorização ao profissional farmacêutico que tanto estuda e se dedica, e com todo respeito ao profissional técnico, mas não existe preparo desse profissional pra ligar com atenção e assistência farmacêutica! É entregar um trabalho extremamente importante é delicado nas mãos de quem não está preparado. Isso é um atentado à saúde.

    Thainá Pontes 25/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Desrespeito total com a classe farmacêutica e com a população. Não milhares de vezes a esse absurdo que querem fazer !

    Rosa Emilia 25/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Falta de respeito com o profissional que lutou por 5 anos para formar e agora um técnico assumir...#não concordo.....

    Fabricio Carvalho 25/08/2022
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  2. PL 2564/2025

    O projeto de lei 2564/25 do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO) altera a Lei dos Crimes Ambientais para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares na fiscalização ambiental. O texto proíbe o embargo baseado apenas na detecção remota de supressão de vegetação e prevê a notificação prévia ao autuado para apresentar esclarecimentos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo da medida é evitar o agravamento do dano, interromper sua ocorrência e resguardar a recuperação da área. Pelo texto, o agente de fiscalização poderá adotar medidas cautelares quando houver dano ambiental, mas tais medidas não poderão antecipar as sanções administrativas. Se isso ocorrer, o processo poderá ser anulado. Segundo Lucio Mosquini, a proposta busca diferenciar melhor a medida cautelar da sanção administrativa. Ele afirma que a medida cautelar tem caráter de proteção imediata, enquanto a sanção tem caráter punitivo. O deputado argumenta ainda que  áreas têm sido embargadas com base em apuração remota, sem oportunidade de defesa prévia. “Qualquer medida que possa impor prejuízo ao autuado deve ser precedida de ampla defesa e contraditório”, diz o autor. Próximos passos O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  5. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.