Enquete do PL 2033/2022

Resultado

Resultado final desde 13/07/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 131 25%
Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 381 73%

O que foi dito

Pontos mais populares

O técnico é só um técnico e um farmacêutico estuda 5 anos para ver todas as áreas que lhe são atribuídas, não deve ser comparado , o tempo e áreas que são abordadas por ambos no período de aprendizado.

Liliane Kilma Alves da Silva 22/08/2022
11

Esse projeto de lei desrespeita totalmente a profissão farmacêutica, é um abuso ao direito conquistado a todos os profissionais bacharel em farmácia que estudam durante 5 anos pra atuarem dentro dos estabelecimentos comerciais que vendem medicamentos como RT que se aprofundam nesse contexto enquanto não desmerecendo o cargo técnico pelo próprio nome do cargo já explícita uma cargo-horário muito inferior e um conhecimento totalmente inferior para tal responsabilidade.

Jadson Silva 22/08/2022
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

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  • Ponto negativo: Projeto de lei resultará em aumento exponencial de reajuste na mensalidade, o que diminuirá a capacidade da parte mais necessitada em ter acesso à saúde, visto que boa parte da população não terá mais condições de pagar o preço de um plano. Com base nisso, plano de saúde se tornará privilégio da classe alta, enquanto o SUS que hoje não recebia parte da população, começa a ter que atender todo mundo que não tem mais plano, o que certamente superlotará o sistema publico e diminuirá a qualidade .

    CRISTIAN RODRIGUES VIANA 07/09/2022
    0
  • Ponto negativo: O que o farmacêutico faz com 5 anos de graduação e mais dois de especialidade ? Esse projeto é um desrespeito a classe que passou anos estudando, se dedicando a ser um profissional de saúde. Senhor deputado medicação não é bombom que é vendido por qualquer comércio. Estamos lhe dando com vida!!!!

    Rafhaella Gabryelle 22/08/2022
    9
  • Ponto negativo: Não podemos desvalorizar a classe Farmacêutica que tem trabalho relevante no país, deixando que técnicos de nível médico desenvolvimento atividades que são específicas do Farmacêutico. Seria um grande retrocesso.

    Graace Macedo 22/08/2022
    5
  • Ponto negativo: RT de farmácia é o farmacêutico! Profissional de ensino superior e preparado para assumir a responsabilidade técnica da farmácia assim como prestar assistência à população que necessita de tratamento medicamentoso. Essa PL incuti um risco tremendo ao dispensar o farmacêutico de sua atividade exclusiva e deixar vulnerável a população que precisa desse profissional!

    Airtom Moraes 22/08/2022
    19
  • Ponto negativo: Eles não farmácia jamais o que o farmacêutico estudou pra fazer , pois o conhecimento é bem menor.

    Liliane Kilma Alves da Silva 22/08/2022
    2
  • Ponto positivo: O técnico é só um técnico e um farmacêutico estuda 5 anos para ver todas as áreas que lhe são atribuídas, não deve ser comparado , o tempo e áreas que são abordadas por ambos no período de aprendizado.

    Liliane Kilma Alves da Silva 22/08/2022
    11
  • Ponto negativo: Esse projeto de lei desrespeita totalmente a profissão farmacêutica, é um abuso ao direito conquistado a todos os profissionais bacharel em farmácia que estudam durante 5 anos pra atuarem dentro dos estabelecimentos comerciais que vendem medicamentos como RT que se aprofundam nesse contexto enquanto não desmerecendo o cargo técnico pelo próprio nome do cargo já explícita uma cargo-horário muito inferior e um conhecimento totalmente inferior para tal responsabilidade.

    Jadson Silva 22/08/2022
    23
  • Ponto positivo: Planos de saúde tem o objetivo de ser uma solução qdo se está doente, não mais um problema ao negar atendimentos! Mas a verdade é que precisamos de leis que fortaleçam o SUS esse sim, o SUS um patrimônio do povo brasileiro!

    Assinante 16/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Negar o direito a tratamentos necessários para a saúde, por não estar no rol ou por falta estrita previsão contratual, é um desrespeito a vida.

    Luciana Mendonça de Oliveira 09/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Acho muito negativo mencionar determinadas entidades para dar credibilidade a tratamentos, ainda mais internacionais, mesmo que em paralelo seja revalida por seu pares no Brasil. Além do que vincular as evidências e melhores tratamentos a entidades viola a liberdade do exercício profissional dos profissionais que podem prescrever os tratamentos!!! Os melhores tratamentos já devem ser prescritos com base em evidências, isso é uma conduta ética obrigatória para os proifissionbais da sáude!!!

    Diogo de Souza Freitas 06/08/2022
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei