Enquete do PL 1979/2022

Resultado

Resultado parcial desde 15/07/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 45 15%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 13 4%
Discordo totalmente 250 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo em haver um registro, porque não posso atuar como médico mas se uma pessoa com formação em medicina resolver trabalhar com TI basta fazer um cursinho on-line que está tudo certo. Isso se fizer o tal curso. Eu passe 4 anos na faculdade mas um ano e meio na posgraduação e tenho que concorrer com pessoas com baixo conhecimento técnico e teórico no mercado. Para todos que investem em sua formação essa regulamentação é bem vinda.

Dionei Fagundes 08/02/2023
10

A lei gera uma reserva de mercado no futuro para possuidores de diplomas de instituições universitárias, inviabilizando a mobilidade social através de: -projetos sociais que capacitam pessoas de baixa renda para atuar na área -seleção de profissionais talentosos formados de forma autodidata através de hackathon -atuação de profissionais com outras formações que precisam realizar uma mudança de carreira no caso de uma demissão

Catarina Casagrande Barbosa 19/10/2022
76

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não existe ponto positivo em valorizar diplomas em detrimento do conhecimento.

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 29/06/2026
    0
  • Ponto negativo: Computação, informática e desenvolvimento de software é uma atividade multidisciplinar e diversa. Pouquíssimos programadores trabalham com sistemas de controle de aeronaves ou algo tipo. Os que trabalham são fortemente regulados pelos seus setores específicos. Fazer um sistema de cadastro de clientes é algo totalmente diferente, assim como fazer um jogo simples ou um jogo complexo. Além disso: o que é "trabalhar com informática"? Fazer uma macro no Excel? Um engenheiro usando Lisp no AutoCAD?

    DANIEL DUARTE SIMOES 25/10/2024
    3
  • Ponto negativo: A natureza da profissão não necessita de fortes regulamentações para a maioria dos casos/contratos, diferente de profissões como engenharia civil ou medicina, onde ao mesmo tempo há um prejuízo potencial gigantesco (pouquíssimas pessoas trabalham em sistemas críticos e geralmente são indivíduos extremamente conceituados dentro do mercado) unido a uma dificuldade do cliente/paciente/contratante de julgar a qualidade do trabalho observado.

    ARTHUR LIMA DE CARVALHO 25/10/2024
    6
  • Ponto negativo: Esta PL só beneficia quem já está dentro do mercado porque representa a adição de barreiras desnecessárias para a entrada de novas pessoas no setor. Além disso, pessoas que citam o CREA ou o CRM, por exemplo, esquecem que essas entidades não têm função nenhuma para o cidadão. Servem apenas para aumentar a burocracia do país (que não é pequena) e arrecadar dinheiro.

    KAUAN MANZATO DO NASCIMENTO 24/10/2024
    5
  • Ponto negativo: PL que desempregará muitos e ajudará na reserva de mercado, bem como impedirá avanços rápidos na área, visto que os cursinhos não conseguem acompanhar a evolução do mercado. Absurdo total, visto que já é uma área com extremo déficit

    LUCAS MARTINS ZANELLA 24/10/2024
    15
  • Ponto negativo: Não existe ponto positivo em reserva de mercado.

    JULIO PINTO COELHO RIBEIRO JARDIM 24/10/2024
    12
  • Ponto negativo: Quem cita outras áreas como exemplo não entende nada de mercado. Citar Direito e Engenharia não faz sentido, visto que a regulamentação nessas áreas só dificultou a vida dos profissionais iniciantes e melhorou a vida de quem já estava bem posicionado no mercado. Agora querem o mesmo para a gente? Inteligente é aquele que aprende com os erros dos outros. Agora é a hora do pessoal de TI provar que são inteligentes.

    GABRIEL PEREIRA DUARTE JUNIOR 24/10/2024
    10
  • Ponto negativo: Incrédulo com o pessoal concordando com isso. Eu, como alguém que viveu imerso na tecnologia e, ao sair do ensino médio, já tinha capacidade para atuar na área como júnior (e assim eu fiz), deveria simplesmente fazer um curso superior só para ter um canudo bonito que me permitisse trabalhar com algo que já sou capacitado? Isso não vai ajudar ninguém na área, só vai piorar o que já é ruim agora. Não vou ser egoísta ao ponto de querer eliminar a concorrência dessa forma.

    LUIZ AUGUSTO VITORINO CRUZ 24/10/2024
    23
  • Ponto negativo: Isso reduz ainda mais o numero de profissionais em uma área que já tem um déficit gigantesco, a maioria dos profissionais que eu conheci fizeram a graduação depois de entrar na area. E sobre evitar pseudo profissionais é falso, pois os piores profissionais normalmente tem um diploma, e são filhinhos de dono de empresa que pagam a faculdade e colocam eles dentro não importa o quão ruim eles sejam.

    GUSTAVO DIAS GOMES DA SILVA 24/10/2024
    13
  • Ponto negativo: O ponto negativo é que isso vai criar barreira a entrada de "profissionais" sem qualificação universitária ou técnica principalmente de pessoas em transição de carreira ou de baixa renda mas isso é questão de política pública para qualificar profissionais na área, existem IF, Universidades públicas todas com cursos gratuitos, talvez seria necessário ampliar o ensino nessas modalidades e criar uma política de permanência de pessoas de baixa renda.

    Marcelo Emanoel 24/11/2023
    15
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.