Enquete do REQ 32/2022 CESPO

Resultado

Resultado final desde 15/07/2022

Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Deputados tem dinheiro de sobra para ir à Copa do Mundo. O dinheiro público deve ir para o que é realmente necessário.

Marivaldo do Nascimento 06/08/2022
0

Maneira de usar de dinheiro público para bem próprio.

Flávio Alves de Souza 04/08/2022
3

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Acompanhar a preparação da seleção não é trabalho dos parlamentares.

    Helen Freitas 22/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Isso não trará benefício nenhum para o Brasil ou para a nossa seleção, é só farra de gasto de dinheiro público que poderia ir para qualquer outro destino que precise (educação, segurança, saúde etc.) A mamata tem que acabar!

    Bruno Augusto Carneiro Gomes 10/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Não existe nenhum motivo para mandar deputados para acompanhar a seleção brasileira na Copa do Mundo no Catar. Mandar esses com dinheiro público é zombar do povo brasileiro. Assim como a maioria, que acompanhem e apoiem virtualmente! Os jogos serão transmitidos e não custará nada para o erário público.

    Ronaldo 09/08/2022
    1
  • Ponto negativo: Imoral, se querem ir ver a copa que paguem do próprio bolso e que tenham descontados em seus salários os dias que não trabalharem

    Marco Aurélio Santos 08/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Vergonha gastar dinheiro público pra ir ver a copa

    Mariana Piccoli Cavamura 07/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Deputados tem dinheiro de sobra para ir à Copa do Mundo. O dinheiro público deve ir para o que é realmente necessário.

    Marivaldo do Nascimento 06/08/2022
    0
  • Ponto negativo: Imoral, inadmissível! Isso é utilizar recursos públicos para benefício próprio. Quer viajar e assistir aos jogos da seleção? Pague por isso com recursos próprios, como qualquer cidadão deve fazer! Não há justificativas para esse "grupo de trabalho".

    Wellington Garcia 06/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Uma imoralidade contrária aos princípios da adm publica. Injustificada, ilegal e incabível!

    Rodolfo Mesquita 04/08/2022
    3
  • Ponto negativo: Maneira de usar de dinheiro público para bem próprio.

    Flávio Alves de Souza 04/08/2022
    3

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  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.