Enquete do PL 1843/2022

Resultado

Resultado parcial desde 17/07/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 69%
Concordo na maior parte 1 5%
Estou indeciso 1 5%
Discordo na maior parte 1 5%
Discordo totalmente 3 16%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estimule o estágio profissional.

cesar augusto lauriano da silva 29/08/2022
0

A redação anterior é mais benéfica ao estagiário e dadas propostas não estimulam o estagiário. Vide que o estágio não tem vinculo empregatício, não há recolhimento do INSS em folha. Revogar a redução da carga horária em dias de prova, não compõe o fundamento da Lei de Estágio. (A função do estágio é corroborar para o crescimento profissional). Além de retirar a carga horária, o projeto visa tirar dos Conselhos de Classe Profissional fiscalizar a relação de Estágio.

Weverton 16/06/2023
3

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acredito que a retirada do tempo máximo de 2 anos seria fundamental para a efetiva incorporação de estagiários no mercado de trabalho após a conclusão do curso. Muitas empresas impõem restrições justamente por não compensar contratar estagiários dos primeiros períodos sendo que após dois anos ele não poderá seguir na empresa, mesmo que desempenhe um bom trabalho e pudesse inclusive ser efetivado posteriormente. Espero que esse projeto entre em vigor o quanto antes.

    GUSTAVO PIRES VIANA 02/07/2025
    0
  • Ponto negativo: Os estagiários são essenciais para o mercado de trabalho, mas frequentemente enfrentam condições inadequadas. A bolsa-auxílio muitas vezes não cobre suas necessidades básicas, e eles não possuem direitos ou outros benefícios. É essencial garantir vale-transporte, remuneração justa e fiscalização rigorosa para coibir abusos, como sobrecarga de trabalho e tarefas fora do que foi acordado. O respeito à carga horária de 6 horas diárias é crucial, com flexibilidade em períodos de provas.

    AMANDA CRISTINA PEREIRA DE OLIVEIRA 20/03/2025
    0
  • Ponto positivo: Incentivo ao home office (apesar do estagiário arcar com tudo) Incentivo ao estágio

    AMANDA CRISTINA PEREIRA DE OLIVEIRA 20/03/2025
    0
  • Ponto negativo: Valor da Bolsa nem sempre faz jus, visto que, a maioria depende dela para sobreviver. já que não há recolhimento de impostos , inss, fgts, etc...o seguro de vida não usado deveria cobrir isso e no final do estágio o excedente deveria ser dado ao estudante. carga horário nao deveria ultrapassar as 6h. ( há empresas que dão 2h de almoço) e ter mais fiscalização nas empresas privadas que sempre burlam as regras.

    JEFFERSON DA SILVA ANTUNES 26/09/2024
    1
  • Ponto negativo: A redação anterior é mais benéfica ao estagiário e dadas propostas não estimulam o estagiário. Vide que o estágio não tem vinculo empregatício, não há recolhimento do INSS em folha. Revogar a redução da carga horária em dias de prova, não compõe o fundamento da Lei de Estágio. (A função do estágio é corroborar para o crescimento profissional). Além de retirar a carga horária, o projeto visa tirar dos Conselhos de Classe Profissional fiscalizar a relação de Estágio.

    Weverton 16/06/2023
    3
  • Ponto positivo: Estimule o estágio profissional.

    cesar augusto lauriano da silva 29/08/2022
    0
  • Ponto negativo: Carecem de aperfeiçoamento, como os relatórios de avaliação de estágio.

    cesar augusto lauriano da silva 29/08/2022
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).