Enquete do PL 1820/2022

Resultado

Resultado parcial desde 12/07/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4 7%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 3 5%
Discordo totalmente 50 86%

O que foi dito

Pontos mais populares

A criminalização é descabida. Porém, há males que vem para bem, neste caso. Se há um PL tentando 'ceiminalizar' a conduta, isso quer dizer que a conduta não é crime. Um tiro que, até agora, sai pela culatra - se antes era um 'limbo', agora nos deu a certeza de que não há crime e/ou tipificação.

Carlos Almeida Barbosa 14/12/2022
1

OBS: A necessidade que um aluno tem na universidade pelo fato de provavelmente vir de uma escola pública onde o ensino que ela teve foi precária, Auxílio Acadêmico! Deveriam Criar Estruturas para Tutores On-line que estão no mercado após perder empregos na Pandemia!

jhonne marcos Alves Gonsalves 29/08/2022
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

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  • Ponto negativo: Acredito que o mais correto seria apenas criminalizar a comercialização de trabalhos acadêmicos. Quem comete o crime de plagiar deve responder apenas administrativamente, visto serem apenas estudantes e estão ainda aprendendo as noções sobre as realizações de trabalhos acadêmicos. Condenar criminalmente uma atividade realizada mediante plagio enquanto estudante, pode compromete-lo pelo resto da vida. O mais correto seria a reprovação e a oportunidade de corrigir seus erros.

    JOSE LEANDRO DA CUNHA MACHADO 14/08/2024
    0
  • Ponto negativo: Tudo nesta ideia é ruim, ao contrário de legalizar o ghostwritter, a ideia criminaliza a genialidade de terceiros em artigos comprados, isto é um absurdo, pois o talento é da pessoa, e se ela tem talento para escrever, porque não vender textos? Medida elitista e sem noção algum,a da realidade brasileira, que quem tem grana não tem tempo e vice e versa; no mais, deve-se valorizar os talentos de escritas e não dizer que alguém não pode escrever pro outro, alias quem fez esta proposta a ela?

    Edson Fernando de Souza 09/02/2024
    1
  • Ponto positivo: O ghostwhitter já é uma realidade nos estados unidos. O melhor seria criar o crime de plágios de leis ou de não atribuição de autoria. O Commom Share de Copyrights também já existe, e no mais, quem tem dinheiro geralmente não tem grana e quem tem taleto no Brasil não tem vez, então deve sim ser aprovado a revisão de TCC, de terceira parte, e citar este revisor, não criminalizar o trabalho de revisão / elaboração de TCC, alias nem crime seria, seria contravenção penal. Péssima ideia da Zambelli

    Edson Fernando de Souza 09/02/2024
    1
  • Ponto positivo: A criminalização é descabida. Porém, há males que vem para bem, neste caso. Se há um PL tentando 'ceiminalizar' a conduta, isso quer dizer que a conduta não é crime. Um tiro que, até agora, sai pela culatra - se antes era um 'limbo', agora nos deu a certeza de que não há crime e/ou tipificação.

    Carlos Almeida Barbosa 14/12/2022
    1
  • Ponto negativo: Eu acredito que criminalizar a conduta seria estender o braço repressor do Estado à toa. Esse tipo de coisa precisa ser punido administrativamente, e só.

    Giselle Souza Periard 19/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Nao existe fundamento para isso. Principalmente se levar em consideração o quanto a faculdade adoece os alunos e já tivemos até casos de suicídio. Quem precisa não é pq não sabe fazer e essa proposta só beneficia as faculdades. Quanto mais reprovados, mais dinheiro no bolso deles ??????

    Anicely Mariano 03/09/2022
    3
  • Ponto negativo: Como é bom ter tutor on-line. Podemos contar na hora que quisermos, não é igual da faculdade que já estão lotados e sem interesse em vários horários distintos!

    Taina Kelly dos santos 31/08/2022
    2
  • Ponto negativo: sem fundamento e sem lógica

    Wellington f da silva 29/08/2022
    4
  • Ponto negativo: Proposta muito genérica e ainda totalmente desnecessária.

    Oldina crezende 29/08/2022
    6
  • Ponto negativo: Devem criar um projeto de lei para regularizar a profissão, assim como fizeram com tantas outras que promovem o desenvolvimento social. A maioria dos meus alunos trabalham, estudam, possuem família, pouquíssimas pessoas no país têm o mérito de somente estudar, e precisam se desdobrar para acompanhar tantos conteúdos. Muitas vezes o aluno possui o conhecimento, mas não consegue organizar os pensamentos, apresentam sintomas de depressão devido à quantidade de responsabilidades que assumem.

    IZABELA DE CASSIA FERREIRA 29/08/2022
    7
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  3. PL 2386/2023

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  4. REQ 305/2026 CSPCCO

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