Enquete do PL 1797/2022

Resultado

Resultado final desde 08/07/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 5%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 1%
Discordo totalmente 420 94%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Parque da Serra do Itajaí é uma preciosidade que precisa se manter na condição de PARQUE. É uma riqueza que precisa ser protegida e não debelada. Transformar o Parque em floresta é, sem dúvida, um retrocesso para o meio ambiente em Santa Catarina!

Catarina Gewehr 08/07/2022
25

A proposta, além de acabar com a mais importante área de proteção integral do Vale do Itajaí, não resolve o principal problema: falta de pagamento da desapropriação aos proprietários.

MAURO SCHRAMM 08/07/2022
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 35 encontrados.

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  • Ponto negativo: Se há proprietários legais que ainda não foram indenizados, que se cobre a devida indenização. Porém, mudar a categoria da área, como está no PL, é um retrocesso imenso. Além de pressionar a fauna e flora que restam da Mata Atlântica, a mudança de categoria da unidade poderá impactar os recursos hídricos e impactar as cidades e vilas da região, que sofrem com enchentes e inundações. Floresta em pé ajuda até às cidades do Vale do Itajaí!

    Heitor Da Rocha Nunes De Castro 05/08/2022
    6
  • Ponto negativo: É preciso ampliar a proteção das nossas áreas protegidas. Sem retrocesso!

    Elaine Ferreira 02/08/2022
    5
  • Ponto negativo: Desmatamento zero urgente. A area do parque tem que ser aumentada. As propriedades rurais dentro do bioma Mata Atlantica por lei tem que ter 20% de sua area preservada... se temos so 10% do bioma em pe... falta 10%... a conta nao fecha e ainda querem enfraquecer o que segue existindo.

    Andre Cutolo 31/07/2022
    5
  • Ponto negativo: Os proprietários devem ser indenizados, e a preservação integral deve ser respeitada, para que a integridade do ecossistema seja mantida em base permanente. Chega de destruição do nosso patrimônio biológico natural!

    Antonio Padilha 28/07/2022
    5
  • Ponto negativo: Degradação ambiental

    Ana Carolina Arisi 28/07/2022
    3
  • Ponto negativo: É um grande retrocesso ambiental e consequentemente social. Na minha opinião talvez a área de proteção devesse até ser ampliada!!! Que as indenizações aconteçam de forma justa e urgente.

    Rudnei de Oliveira Costa 27/07/2022
    5
  • Ponto negativo: Mexem com o clima, diminuem as areas verdes

    Suzete Signoretti 27/07/2022
    4
  • Ponto negativo: Permitir que seja de uso público para habitação. O parque tem que ser preservado. Querem acabar com as florestas? Não aceito. Quem concordou não entendeu o que querem fazer. Parem de votar en coisas contra o povo e contra a natureza.

    Suzete Signoretti 27/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Olha eu sou pela floresta em pé, sempre! Mas o PARNA Serra do Itajai, sofre muito com extração ilegal de madeira e palmito além da caça ilegal. Por ser restritivo é difícil até mesmo realizar pesquisa. O Uso através de manejo seria bem mais benéfico para o próprio ambiente e sua biodiversidade. Propriedades particulares incluídas em seus limites TAMBÉM são desapropriadas, no entanto é permitida a ocupação de povos tradicionais do lugar e o uso sustentável de manejo, com supervisão do ICMBIO.

    Constansa Becker 27/07/2022
    2
  • Ponto negativo: É um retrocesso essa PL e uma ameaça em rebaixar a categoria do parque, que mantém a biodiversidade de várias espécies, transformando em floresta só irá fomentar a exploração do local, um dos mais importantes parques de SC. O que precisa é a criação de mais parques e áreas protegidas e não o contrário.

    Marilia 27/07/2022
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei