Enquete do PL 1753/2022

Resultado

Resultado parcial desde 25/06/2022

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O que foi dito

Pontos mais populares

Iniciativa importante para proteger os interesses dos brasieliros em defenderem a vida desde a concepção e barrar projetos estrangeiros incompatíveis com a nossa cultura cristã, majoritamente, contra o aborto.

Joyci Araújo 25/06/2022
2

Bom mesmo é seguir acompanhando as notícias de crianças largadas em sacolas de lixo e jogadas em abrigos públicos não é mesmo, sra. deputada? E escutar o povo branco privilegiado reclamando que as ruas estão cheias de bandidos e a culpa disso é do povo pobre que tem filhos e não cuida. Hipocrisia é a palavra que resume a sociedade brasileira.

Lidiane Kohlmann 25/08/2022
1

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Exibindo resultados 1 a 4 de 4 encontrados.

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  • Ponto negativo: O estupro é um problema de saude pública para as mulheres pobres, não para as que têm dinheiro. O Estado Brasileiro é laico. Os legisladores deverão deixar de lado suas opções religiosas, quando estiverem cumprindo a sua função.

    Mirian Crapez 08/12/2022
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  • Ponto positivo: Não acredito que o fato de alguém ter nascido em família pobre ou até mesmo por meio de um estupro determinará que ela seja um malfeitor, mendigo ou algo parecido. Acredito que todos temos o direito de lutar por nossos sonhos, e para isso precisam e tem o direito de estarem vivos. Essa é a condição indispensável para se lutar por algo, estar vivo. E isso a nossa Constituição defende desde a sua promulgação.

    Alberto Santos 01/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Bom mesmo é seguir acompanhando as notícias de crianças largadas em sacolas de lixo e jogadas em abrigos públicos não é mesmo, sra. deputada? E escutar o povo branco privilegiado reclamando que as ruas estão cheias de bandidos e a culpa disso é do povo pobre que tem filhos e não cuida. Hipocrisia é a palavra que resume a sociedade brasileira.

    Lidiane Kohlmann 25/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Iniciativa importante para proteger os interesses dos brasieliros em defenderem a vida desde a concepção e barrar projetos estrangeiros incompatíveis com a nossa cultura cristã, majoritamente, contra o aborto.

    Joyci Araújo 25/06/2022
    2
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  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

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  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

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