Enquete do PL 1709/2022

Resultado

Resultado parcial desde 06/07/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 2%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 100 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deveria dar bônus em vez de cobrar taxas

Leonardo Merlin 31/08/2022
5

Toda pessoa(CPF) que investe no Sistema On-grid deveria era receber algum tipo de Benefício pelos Governos Federal , Estadual e Municipal tendo em vista que ajudamos não só as Companhias De Energia mas principalmente nosso Meio Ambiente e invéstimento é 100% por conta do Consumidor. Geramos indiretamente empregos no setor , movimentamos a economia local e de outras regiões através do nosso investimento. E realmente por parte do Poder Legislativo e Executivo ZERO reconhecimento.

Hugo Trindade da Silva 29/08/2022
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: Totalmente errado cobrar pois já estava bom só a taxa ainda querem mais,já estamos colocando as placas solares pra economizar aí vai ficar praticamente mesma coisa, não aceito

    Débora Cristina Vieira 21/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Já estamos pondo pra economizar, pra ver se amenizar o gasto e sobra um pouquinho de dinheiro pro pobre mas, é o fim do mundo essa ideia de tirar do povo

    Valdoir Waltrick 21/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Que absurdo? Quem ganha com isto ? As empresas já ganha com a parceria com o consumidor, o qual vende a sobra da energia gerada pela energia solar, sendo assim tem um lucro de mais de 100%, o qual ainda, recebem os valores da taxa cobrada mensalmente! Só o Brasil para ter um projeto tosco deste! Quem será são os políticos e seus partidos ? Lastimável!

    Bruno Fieri 17/09/2022
    0
  • Ponto negativo: Uma vergonha taxar energia fotovoltaica! Brasil arcaico, o governo "deveria" patrocinar para todas as residências o sistema, já basta a alta carga tributária paga nesse país! Ano de eleição, na hora dos eleitores reverem seus conceitos de elegibilidade dos seus candidatos, em particular esse do projeto deveria ser expulso do país!

    Ivan Junior 08/09/2022
    1
  • Ponto positivo: O mercado está inseguro, isso joga os investimentos pra frente ou quem sabe pode ateh aborta-los. Se essa mudança na micro ocorrer favorece os pequenos investidores. Chega de gente vendendo parecer de acesso e comercializando grandes usinas, somente uma poucos ganham. Deixem os pequenos ajudar o Brasil a crescer.

    Roberto Santana 01/09/2022
    1
  • Ponto negativo: Em vez de diminuir privilégio de deputados, senadores e dos poderes executivo e judiciário que oneram nosso país em milhares e milhares de reais, escolhem fazer leis que continuam a maltratar até quem tenta diminuir a poluição e cuidar do nosso país e do nosso planeta. Vergonha! Vocês são uma vergonha, senhores deputados federais.

    Zaine Teixeira 31/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Projeto de lei acaba ocasionando uma barreira adicional para os novos investimentos no setor, impossibilitando o crescimento desta área em nosso amado país.

    Adelson Oliveira de Bargas 31/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Deveria dar bônus em vez de cobrar taxas

    Leonardo Merlin 31/08/2022
    5
  • Ponto negativo: Toda pessoa(CPF) que investe no Sistema On-grid deveria era receber algum tipo de Benefício pelos Governos Federal , Estadual e Municipal tendo em vista que ajudamos não só as Companhias De Energia mas principalmente nosso Meio Ambiente e invéstimento é 100% por conta do Consumidor. Geramos indiretamente empregos no setor , movimentamos a economia local e de outras regiões através do nosso investimento. E realmente por parte do Poder Legislativo e Executivo ZERO reconhecimento.

    Hugo Trindade da Silva 29/08/2022
    6
  • Ponto negativo: A PL1709/22 altera a Lei 14.300 já sancionada, de forma negativa. Exemplo disso alterando o artigo 27 da lei de forma propositada eliminando a tarifação progressiva que havia sido definida a titulo de ressarcimento, entregando assim o mercado para tarifação integral a gosto e a capricho da dona da concessão (a concessionária). Entre outras alterações que não atribuem em nada, nada mesmo. Verdadeiramente uma sacanagem com a luta do setor solar. Certamente não vai passar na CDC.

    SOLar do Valenergia 29/08/2022
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei