Enquete do PL 1586/2022

Resultado

Resultado parcial desde 11/06/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.919 89%
Concordo na maior parte 43 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 198 9%

O que foi dito

Pontos mais populares

A exportação realmente deve ser do excedente da demanda interna, mas isso tem que ser livre, o comércio interno deve ter vantagens para o produtor, e não a obrigação legal de deixar o comercio de sua produção a critério do estado.

Erialdo Brito 25/06/2022
64

O agro não é pop. Produz com o dinheiro do povo brasileiro e quer priorizar outras nações, ta errado, primeiramente abastece o povo brasileiro e o excedente, podem vender para qualquer outra nação.

JOSE DIONISIO DA ROCHA FILHO 28/02/2025
27

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 64 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Se não houver controle sobre a quantidade de produtos que são vendidos para nossa nação podemos sofrer com inumeras crises de desabastecimento pois outros paises podem comprar nossos recursos por melhores preços como forma de boicotar nosso país.

    SILVIANE DE SOUZA SILVERIO 23/04/2025
    1
  • Ponto positivo: Eu acho q foi no ICL ou no canal de Cobory, de economia, Cada brasileiro pagou de plano safra mais de 2k eu acho, então toda produção já pagamos, eles vendem para fora em detrimento dos brasileiros, o estado não pode deixar sair, ser mão de ferro. Me desculpem aí essa galera que diz liberdade, economia de mercado. Quando o estado dá o plano Safra, já está pago por todos os brasileiros o produtos, vender só excedente. O líder não pode deixar que seu povo passe fome, já ESTÁ PAGO.

    DJALMA VENANCIO MIRANDA 28/02/2025
    27
  • Ponto positivo: Vamos pensar! Veja quando o agro levam de plano Safra, é nossos impostos, e ainda eles tem que liberdade para vender a produção lá para fora! Galera , vcs não tem noção, já compramos o produtos que eles produzem, e ainda tem que fazer lei, para colocar produtos na venda do mercado interno, são bilhões de plano safra, era para entregar de graça nos mercados, e nós pagamos só o custo de frete e as despesas do mercado.

    DJALMA VENANCIO MIRANDA 28/02/2025
    20
  • Ponto positivo: Trará maior segurança alimentar para os Brasileiros, evitando desperdícios, e atos que ferem a dignidade e o direito ao alimento do nosso povo, o agro precisa ter seus limites, precisa trabalhar ao nosso favor, não contra nós.

    DAVID BUGOV 28/02/2025
    20
  • Ponto negativo: O agro não é pop. Produz com o dinheiro do povo brasileiro e quer priorizar outras nações, ta errado, primeiramente abastece o povo brasileiro e o excedente, podem vender para qualquer outra nação.

    JOSE DIONISIO DA ROCHA FILHO 28/02/2025
    27
  • Ponto positivo: Garantir o alimento para os brasileiros, isso é primordial.

    JOSE DIONISIO DA ROCHA FILHO 28/02/2025
    17
  • Ponto positivo: O ponto positivo é baratear os alimentos para o povo em época de safras ruins. Além disso os agro tech ganha bilhões de subsídios do governo para, em tese produzir para o povo brasileiro, e estão sacaneando o povo que paga altos impostos para manter os subsídios, exportando e aumento os preços para ganharem duas vezes em cima das costas do povo. Se o agro continuar exportando sem ajudar o povo brasileiro, que o governo corte os subsídios, falam tanto do Estado mínimo, mas o agro mama no Estado

    TALITA MARIA DE MELO 28/02/2025
    24
  • Ponto positivo: O ponto positivo é não deixar faltar produto Para os brasileiros, não vender tudo para o mercado externo.

    JOAB ALVES PEREIRA 28/02/2025
    22
  • Ponto positivo: Isso garante que nosso povo possa se alimentar,com dignidade.

    LUIZ CLAUDIO CARDOSO DE AZEVEDO 27/02/2025
    19
  • Ponto positivo: De nada adianta o país alimentar o mundo se o seu próprio povo morrer de fome, então temos que contribuir, mas precisamos atender primeiro a demanda interna, acho que deveria criar mecanismos também pra evitar o desperdício.

    FRANCISCO LUCIANO DOS SANTOS SILVA 26/02/2025
    39
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).