Enquete do PLP 84/2022

Resultado

Resultado parcial desde 03/06/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 50 91%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

O ponto positivo é que cria critérios para a cobrança de IPTU em pequenas vilas. O critério deveria prevalecer, também, para as cidades. Em boa parte da Amazônia, as prefeituras cobram IPTU, sem dar qualquer retorno aos cidadãos.

JAIRO EMERSON SCHMITT DE CARVALHO 26/09/2023
2

O par. segundo do Art.32 do CTN é compatível com o Art. 4, incisos III, ‘a’ e e IV, ‘a’ e o Art. 42 do Estatuto das Cidades (Lei 10.527/2091) e a simples revogação proposta na PLP 84/2022 não impede a tributação se o plano diretor definir a área urbana do município.

Andes Telna 26/09/2023
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O projeto deveria mudar não somente o CTN, mas também o estatuto das cidades, vedando que no plano diretor, tal aberração pudesse ser adotada pelo municipio.

    Assinante 27/09/2023
    0
  • Ponto positivo: O projeto tem grande alcance social

    Assinante 27/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Cobrar iptu quando o mínimo de retorno, como: pavimentação, esgoto, iluminação pública, comércio próximo, escola pública nas proximidades etc

    Eliezer Nascimento 26/09/2023
    0
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que cria critérios para a cobrança de IPTU em pequenas vilas. O critério deveria prevalecer, também, para as cidades. Em boa parte da Amazônia, as prefeituras cobram IPTU, sem dar qualquer retorno aos cidadãos.

    JAIRO EMERSON SCHMITT DE CARVALHO 26/09/2023
    2
  • Ponto negativo: O par. segundo do Art.32 do CTN é compatível com o Art. 4, incisos III, ‘a’ e e IV, ‘a’ e o Art. 42 do Estatuto das Cidades (Lei 10.527/2091) e a simples revogação proposta na PLP 84/2022 não impede a tributação se o plano diretor definir a área urbana do município.

    Andes Telna 26/09/2023
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1424/2026

    Define antissemitismo com a finalidade de instruir as políticas públicas nacionais.

  3. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  4. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  5. PL 6359/2025

    Dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei