Enquete do PL 1471/2022

Resultado

Resultado parcial desde 14/06/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 71 12%
Concordo na maior parte 9 1%
Estou indeciso 4 1%
Discordo na maior parte 35 5%
Discordo totalmente 518 81%

O que foi dito

Pontos mais populares

Exelente PL, quem se opõe naturalmente não trabalho integralmente como motorista de aplicativo, devemos se mobilizar o mais rápido possível pois a categoria já está tendo perdas a anos e os aplicativos fazem o que querem "somos escravos moderno" vamos lutar contra isso...

JUNIOR spbartt 23/08/2022
11

Regulação é oposto de livre mercado! Essa proposta irá encarecer as tarifas dos aplicativos, que serão obrigados a repassarem todos os custos para o consumidor, tendo assim, como consequência novamente a elitização desse modal de transporte de passageiros, aumentando a desigualdade social entre pobres e ricos (medida socialista). OBS: Eu nunca pude pegar táxi antes da abertura desse mercado de transporte para a concorrência, pois era muito caro, portanto essa proposta é péssima.

MAGNO OLIVEIRA 08/08/2022
49

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 32 encontrados.

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  • Ponto negativo: Essa proposta é horrível, tem que parar de serem destruidor do Brasil. Isso até o mais leigo sabe que ninguém tá nem aí para o motorista o que eles querem é o dinheiro em cima das pessoas,resolver os problemas deles em cima dos motoristas. Que vergonha só no Brasil. Na ponta do lápis oq eles quer é dinheiro em cofre motorista ganhando pouco pobre ficando pobre rico ficando mais rico. Parabéns Lula vc é um anjo para o Brasil.

    Leonardo Marchetti 24/07/2024
    0
  • Ponto negativo: FAÇAM OS CÁLCULOS. Minha média é R$42 por hora. Eles oferecem R$ 32 (hoje fiz 35 em meia hora), o que eu fizer a mais vai pros donos DE APP, por isso parabenizaram o governo. Pois tem obrigação mínima favorável. Se trabalho 10 hrs por 30 dias sem direito a folga leva R$ 3 MIL na média. O GOVERNO vai arrancar por hora R$ 8 reais (R$ 2400 POR MÊS) mais do que arrecado para Impostos de Renda declarado e ainda pagando MEI. REUSMINDO: SOBRA 24O/dia - 140 combustível- 80 aluguel GANHAREI 20 REAIS dia

    natan kael 24/03/2024
    2
  • Ponto negativo: Tomara que não passe pois o serviço deixará de ser autônomo, torço pra ser reprovado essa é minha opinião, em time que tá ganhando não se meche.

    Darlan Oliveira 23/03/2024
    2
  • Ponto negativo: O único ponto negativo é o governo se intrometendo na maneira como, quando e o quanto eu vou trabalhar. É o mesmo que chamar o trabalhador de burro e só ele sabe o que é melhor pra nós.

    JOSEVAN DE SA RAMOS SANTOS 20/03/2024
    3
  • Ponto positivo: O único ponto positivo vai pro governo que vai arrecadar 2.7 milhões nas nossas costas.

    JOSEVAN DE SA RAMOS SANTOS 20/03/2024
    2
  • Ponto positivo: Maior tiro no pé do governo. Parabéns PT, Haddad, Min Trabalho, Lula. Impossível o governo apresentar essa proposta sem avaliar o desgaste político e a reação em cadeia dessa sanha de ARRECADAÇÃO. Dos 1.5milhões de motoristas, quantas pessoas dependem dessa atividade? Quantos vão perder o ganha pão. Tem proteção REAL? Nada, pagaremos INSS,IR. As despesas e cálculos são em KM/minutos. Apps cobram taxa q querem, não tem transparência. Aumentará a escravidão. Temos ELEIÇÕES LOGO ALI VALE ARRISCAR?

    Miguel de Freitas Cavassa 12/03/2024
    4
  • Ponto negativo: O PL do senhor Lindenberg Farias é o que chega mais próximo da nossa realidade,$2.00 reais por km rodado no trajeto para embarque e durante a corrida até o desembarque,ter seguro para o motorista e passageiro e também um seguro para o veículo, valor minimo para corridas no valor de $12,00 reais. Se o governo precisa arrecadar mais para cumprir suas metas não pode esfolar os motoristas esse serviço as plataformas já fazem. O governo tem que cobrar as plataformas não os motoristas,nós pagamos o in

    VALDECIR DE Santana 07/03/2024
    4
  • Ponto negativo: Me surpreendeu esse PL assinada por nosso presidente,um homem criado dentro dos sindicatos. Como ele conseguiu pensar por um instante se quer que isso é bom para os motoristas,esse projeto vai diminuir os salários vai inviabilizar o pagamento das despesas com o carro e não vai sobrar dinheiro para essa cesta básica que ele inventou. O motorista que é MEI já é assistido pelo INSS e paga $71,00, nesse PL vai pagar dez vezes esse valor, em compensação o governo vai faturar $270 milhões por ano .

    VALDECIR DE Santana 07/03/2024
    3
  • Ponto negativo: Ponto positivo: governo aumenta a arrecadação sobre o povo, ou seja, é positivo só para eles. Ponto negativo: o povo espoliado fica mais pobre e sem acesso à mobilidade, parece até que o plano é voltar ao passado, onde o pobre chamava o táxi de um orelhão somente em emergências.

    Davi Vunschel 07/03/2024
    2
  • Ponto positivo: Gente desde quando os que estao no alto da torrer ligan pra a classe trabalhadora? Isso estar acontecendo pq o GOV nao estar arrecadando oque ae espera com isso. Pq estar criando projetos mas nao vejo eles em momentos algum noa dar beneficos na hora de comora um carro com inseçao de imposto. Isso que alguns colegas falan que vamos andar de carros mas novos é a mesma .. As corridas estao ai. Aceitem as que valem apenas simples assim... Com esse nossa medida pode ter certeza vai faltar passageiro

    viagem pelo Brasil 07/03/2024
    1
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei