Enquete do PL 1376/2022

Resultado

Resultado parcial desde 26/05/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.686 85%
Concordo na maior parte 87 2%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 28 1%
Discordo totalmente 533 12%

O que foi dito

Pontos mais populares

É necessário a aprovação desta Lei com urgência alta, pois estamos numa era que a IA está fazendo todo processo de tradução de Dublagem, e nas obras audiovisuais que temos aqui aqui é "Versão Brasileira", existem piadas estrangeiras que ficariam muito estranhas traduzida por uma IA. Precisamos de uma Dublagem com pessoas, eu quero a Dublagem Viva!

Lucas Camilini 10/03/2024
264

Diferente do mencionado na lei, as empresas de legendagem pagam muito mais no exterior do que dentro do Brasil. Não faz sentido exigir algo que prejudicará todos os profissionais da área.

Matheus Maggi 17/08/2022
100

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 59 encontrados.

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  • Ponto negativo: Precisamos ampliar alguns detalhes desta proposta, como legendagem "viva" pois sabemos que muitos usam a legenda automática e não é a mesma coisa em relação aos aspectos linguísticos e culturais da língua. Além disso, poderia adicionar ou criar outra proposta de lei em relação aos tradutores de Libras, para que sejam sempre tradutores humanos! Pois estão querendo colocar avatar pra tudo, o qual não da para entender, pois não considera as particularidades da língua.

    Alice Stephanie Ramos 02/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Precisamos urgentemente entender que a IA é uma ferramenta que pode nos auxiliar em diversas coisas no nosso cotidiano, porém, jamais substituirá o trabalho humano de traduzir um texto. O processo de tradução é extremamente complexo, envolve questões sociolinguísticas, particularidades da língua e cultura. Ao longo dos anos os trabalhos de tradução para a dublagem evoluíram significativamente, os tradutores estudam muito para realizar um excelente trabalho. A dublagem precisa ser viva!

    Alice Stephanie Ramos 02/06/2024
    3
  • Ponto positivo: A dublagem original em inglês parece que todo adolescente em animação tem voz de criança de 6 anos, além disso eu não via muita "alma" naquela dublagem, aí eu mudei para a ptbr e nossa a diferença era total, Vozes que representavam cada personagem, que se eu ouvi -las vou saber que é o personagem x,As originais da netflix então nem se fala, cada meme, expressão, ximgamento e até frases comuns tem toda uma entonação e particularidade dublado em outside la fora as falas são desconectas e ruins.

    Marcos Aurelio Dal Evedove Campos Scotto Barion 22/03/2024
    11
  • Ponto negativo: Votos comprados dubladores apelaram nas redes sociais para os fãs votarem. PL que quer monopolizar o mercado.

    Melo Studio 22/03/2024
    0
  • Ponto positivo: A dublagem viva é um meio de nós povo brasileiro, deixarmos marcados nossa luta, a Inteligência Artificial e de muita ajuda para muitos mas também pode ser a desgraça de outros. Dar o direito a pessoas que lutaram para exercerem o que amam fazer é algo indiscutível, Eu quero a dublagem viva!

    Lyan Aparicio 20/03/2024
    17
  • Ponto positivo: Positivo, pois as dublagens em IA iriam desencadear uma onda de desempregos na área de dublagem, como tradutores, dubladores, diretores. além de derrubar a maioria de estúdio de dublagem, ademais, a qualidade das dublagens e traduções iria cair drasticamente, pois os trabalhos feito em IA são traduzido ''''ao pé da letra''''

    Wello 19/03/2024
    23
  • Ponto negativo: Os principais pontos negativos a destacar é o possível aumento no custo: com fortes regulamentações, o PL pode limitar as opções de conteúdos audiovisuais estrangeiros no mercado brasileiro e aumentar os preços dos ingressos e das assinaturas das plataformas de streaming para os consumidores. Além disso, o PL não aborda diretamente o impacto das tecnologias como a IA na indústria da dublagem, que é uma ameaça mais significativa aos empregos dos dubladores e profissionais envolvidos.

    Iago 18/03/2024
    9
  • Ponto positivo: Este PL, ao mesmo tempo em que garante a qualidade da dublagem brasileira, que já é reconhecida por ser uma das melhores do mundo devido ao cuidado com que é feita, perserva os empregos dos profissionais brasileiros que trabalham no setor (que já estão ameaçados devido ao advento da IA), e evita a concorrência desleal das empresas estrangeiras, que não estão sujeitas às mesmas obrigações fiscais que as empresas no Brasil.

    Iago 18/03/2024
    18
  • Ponto positivo: Extremamente necessário. Tanto para o fim de dublagens barateadas como as famosas Dublagens de Miami, como para evitar as dublagens por IA. De brinde, restringir a tradutores residindo no Brasil garante que a tradução seja feita por um profissional por dentro da cultura atual do país, evitando trabalhos porcos cheios de memes e gírias datados de dez anos atrás, como se vê aos montes em legendas e dublagens da Netflix e Prime.

    Marco Antonio Gama da Silva Júnior 18/03/2024
    18
  • Ponto positivo: Como uma pessoa que acompanha o cenário de dublagem brasileira de forma assídua, posso dizer com toda certeza que na prática, a dublagem feita por outros países só serve para a PRECARIZAÇÃO do trabalho e do trabalhador, SEMPRE implica em algo mal adaptado, feito por alguém que não tem o menor apreço às nuances necessárias na nossa língua, que é complexa. Dublagem internacional em português só serve pra economizar no bolso de empresas bilionárias.

    Kai 18/03/2024
    13
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).