Enquete do PDL 157/2022

Resultado

Resultado parcial desde 11/08/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4 7%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 55 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou marajoara e posso garantir que nunca nenhum governo deu qualquer tipo de atenção para o nosso Marajó. Agora que alguma coisa está chegando, querem nos tirar. ABSURDO!!!! Além disso a alegação não convence, pois foram feitas várias audiências públicas, com a participação das prefeituras e, principalmente, com a participação da população. Nojo desse pessoal.

MARIA BETANIA PEREIRA BARBOSA 24/10/2022
5

Abrace o Marajó é um programa federal muito bem estruturado que tem como intuito ajudar uma população extremamente vulnerável. É um absurdo cogitar que existam parlamentares que são contra o desenvolvimento da região.

Ingrid Cavalcante Amorim Martins 11/10/2022
12

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Sou totalmente a favor deste projeto que busca desenvolver a economia e a qualidade de vida da população que habita o Marajó que, infelizmente, foi esquecida pelo governador do Pará. Que este projeto se expansa para outras regiões deste Estado.

    Lindalva Braga 27/10/2022
    0
  • Ponto negativo: O Decreto 10260/20 do Projeto Abrace o Marajó tem que continuar. na integra, como apresentado pelo atual governo, e que favorece pessoas esquecidas pelos governos anteriores. Eles são brasileiros e tem o mesmo direito e dever que qualquer um de nós. e o governo ta lá pra isso mesmo, Identificar e socorrer quem precisa. Data26/10/2022 PONTO NEGATIVO para esse PDL 157/2022, Descarte pois não presta! Data26/10/2022

    Suely Romano 26/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Um verdadeiro crime contra o povo sofrido e abandonado do Marajó.

    Ozimo Noronha 25/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Lamentável ver tentarem contra um projeto altamente eficiente para este povo do marajo,graças a Deus teve alguém que pode olhar e abraçar esse povo tão sofrido,que realmente precisa de apoio ,então vamos nós também abraçar essa causa,pois somos seres humanos a dor do outro tem que ser a nossa também,temos que espalhar amor

    Reizane Miranda 25/10/2022
    2
  • Ponto positivo: Abrace o Marajó tem que continuar. Estamos no século 21 e todas as pessoas têm o direito ao desenvolvimento, enriquecimento; não é correto e não é justo manter um povo na miséria por causa da cultura deles. Se fosse assim, a humanidade estaria até hoje vivendo como nos tempos primitivos. A intenção desse PDL é a perpetuação da miséria para manter o povo brasileiro cativo de políticos mal intencionados que se utilizam da miséria humana para se elegerem dando migalhas em troca de voto.

    Valeria Plant 25/10/2022
    3
  • Ponto positivo: Sou marajoara e posso garantir que nunca nenhum governo deu qualquer tipo de atenção para o nosso Marajó. Agora que alguma coisa está chegando, querem nos tirar. ABSURDO!!!! Além disso a alegação não convence, pois foram feitas várias audiências públicas, com a participação das prefeituras e, principalmente, com a participação da população. Nojo desse pessoal.

    MARIA BETANIA PEREIRA BARBOSA 24/10/2022
    5
  • Ponto negativo: Um absurdo,pessoas de baixa renda como aqui no RJ passando necessidade e querem tirar o pouco q tem.

    Paulo Sergio 24/10/2022
    2
  • Ponto negativo: É o famoso jogar contra. Isso mostra a verdadeira intenção desses políticos que tentam sustar o projeto. Não estao nem aí pro.povo...e pior que falam na "proteção da cultura local"... Como se a cultura fosse a própria miséria. Absurdo. Ta de parabéns o PROJETO ABRACE O MARAJÓ. QUE SEJA EXPANDIDO PRA REGIÃO DE SANTARÉM ONDE MORO E PRA TODOS OS LUGARES NECESSITADOS DE DESENVOLVIMENTO.

    Wilson Negreiros 23/10/2022
    6
  • Ponto negativo: Abrace o Marajó é um programa federal muito bem estruturado que tem como intuito ajudar uma população extremamente vulnerável. É um absurdo cogitar que existam parlamentares que são contra o desenvolvimento da região.

    Ingrid Cavalcante Amorim Martins 11/10/2022
    12
  • Ponto negativo: Susta um programa de desenvolvimento regional para uma população carente e que sofre com violência e pobreza, deixa uma população desassistida.

    Fabricio Fernandes de Oliveira 11/10/2022
    7
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  2. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  3. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  4. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.