Enquete do PL 1344/2022

Resultado

Resultado parcial desde 25/05/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 126 10%
Concordo na maior parte 22 2%
Estou indeciso 7 1%
Discordo na maior parte 26 2%
Discordo totalmente 1.063 85%

O que foi dito

Pontos mais populares

A Universidade Federal de Sobral será independente da reitoria UFC e de sua exacerbada burocracia para com as pautas dos campi do interior. Verbas chegarão diretamente ao campus de forma rápida e transparente. Haverá salto qualitativo na estrutura de modo a garantir a permanência estudantil e melhoras a longo prazo. Não será necessário disputar espaço com outros campi, sobretudo com a sede, por pautas específicas da administração, dos docentes e dos discentes.

Bruno Zanatta Eller 31/05/2023
13

Não adianta nada a universidade se tornar independente de Fortaleza, se ela sozinha vai possuir bem menos recursos do que sendo parte da UFC ?

Davy Alves 31/05/2023
148

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto negativo: INADMISSÍVEL. Ocorrerá a perda do reconhecimento que possui a UFC (Sobral) e pode acontecer o sucateamento do campus. #nãoapl1344/22 #somostodosUFC #nãoqueremosUFS #escutemosestudantes

    ilian cruz barbosa 04/06/2023
    1
  • Ponto negativo: A UFC possui respaldo científico, histórico e financeiro! Como uma das maiores universidades do Norte e Nordeste. Espanto-me com essa iniciativa totalmente incoerente com a realidade dos estudantes da universidade do campus de Sobral! Isso traria desestímulo, precariedade e vergonha àqueles que TANTO lutaram pra entrar na Federal do Ceará! Um Projeto de Lei com zero consciência das condições e da necessidade dos estudantes da universidade! Se nesse país tiver democracia, isso não vai passar!!!

    Leticia Maria Cardoso de Lima 02/06/2023
    6
  • Ponto negativo: Alguns dos entre muitos pontos negativos são, em suma, a perda do renome e reputação: A UFC é uma instituição de renome e possui uma reputação consolidada no cenário acadêmico. enfrentaria-se desafios para construir e estabelecer sua própria reputação, uma vez que ainda não possui o mesmo histórico e reconhecimento. Perda de parcerias e colaborações: A separação da UFC pode resultar na perda de parcerias e colaborações estabelecidas ao longo dos anos.

    Emanuel Valério 02/06/2023
    4
  • Ponto negativo: Falta de pesquisa sobre o apoio acadêmico e populacional. Falta de estudos sobre os ganhos oriundos dessa independência. Falta de informação aos discentes sobre o que essa transformação vai acarretar, por exemplo, se as empresas que apoiam a UFC ainda vão apoiar a "UFSol" como Matlab e simulink, conquista atual de parceira com a UFC. Além disso, perdas de benefícios vindos da UFC, como acesso à biblioteca e ao RU em outros campis, proxy e apoios de programas de pesquisa e eventos.

    FRANCISCO THALISON SALES MACEDO 31/05/2023
    41
  • Ponto negativo: A UFC como instituição de renome e prestígio é uma das faculdades mais concorridas do País e muitos estudantes deixaram de cursar em outros lugares justamente pelo peso do currículo. Perder esse título tão importante é um desrespeito com todos os estudantes de Sobral! A Universidade Federal de Sobral pode um dia existir, como unidade separada e com processo seletivo distinto. Para isso acontecer, é fundamental primeiramente respeitar a história e aqueles que lutaram para estar na UFC Sobral.

    Romario Marques 31/05/2023
    41
  • Ponto negativo: "seguidas demonstrações de apoio da população e da comunidade acadêmica" "financeiramente, não emplacaria impactos relevantes" "estrutura devidamente instalada e em funcionamento" "não requerendo, nesse momento, a realização de obras e aportes extraordinários" Esses foram pontos levantados no documento do projeto elaborado por Leônidas, sendo que todos esses acima citados são contraditórios porque atualmente mesmo sendo Federal não consegue exercer com eficácia, e vai conseguir sendo Estadual?

    Roseclévia Sousa 31/05/2023
    18
  • Ponto negativo: O que seria mais viável? Melhorar a grande estrutura que já estamos construindo há anos ou iniciar tudo novamente? A Universidade Federal do Ceará tem história, peso e renome, sobre os quais lutamos muito para fazer parte, e desta trajetória não devemos abrir mão. Embora sejamos um campi externo, trazemos conosco todo apoio e auxílio da faculdade mãe, a Universidade Federal do Ceará.

    José Levy Dos Santos Mesquita 31/05/2023
    25
  • Ponto negativo: Se separarmos, vamos perder a coisa mais importante e mais difícil de se conquistar: o Respeito. A UFC é extremamente respeitada por inúmeros motivos, no Brasil e no mundo. Se separarmos, seremos apenas mais uma universidade de interior. Não queremos ser apenas mais uma universidade qualquer do interior do Brasil. Queremos ser a MAIOR UNIVERSIDADE DO NORTE E NORDESTE, a UFC!

    Wesley Urbano 31/05/2023
    16
  • Ponto negativo: UFC é tradição, UFC é história. A estrutura e os recursos da faculdade dão inveja a muitas universidades das capitais. Os alunos prezam pelo grande valor do nome da instituição. Entramos sob a cunha de Universidade Federal do Ceará, e médicos pela Universidade Federal do Ceará sairemos: é o que nos foi prometido.

    Marília Magalhães 31/05/2023
    18
  • Ponto negativo: A UFC possui um histórico centenário de Qualidade, Confiança e Respeito com a comunidade cearense. Se nosso campus for desmembrado, perderemos toda admiração q os cearenses e demais brasileiros têm pela tão célebre Universidade Federal do Ceará! Alunos, vcs foram aprovados na Federal do Ceará. Valorizem essa conquista votando pelo NÃO!

    Wesley Urbano 31/05/2023
    16
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.