Enquete do PL 1321/2022

Resultado

Resultado parcial desde 21/05/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 28 52%
Concordo na maior parte 6 11%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 19 35%

O que foi dito

Pontos mais populares

A necessidade de regulamentação das profissões que podem utilizar a aplicação do método, assim como os ambientes em que realizarão a aplicação. É preciso estabelecer a área de atuação de cada um dos profissionais. O profissional de educação deve abordar por esse perfil.

Graça Malafaia 16/01/2023
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Há que se estabelecer as áreas de atuação de cada profissional, assim como o custeio em cada área. Os profissionais de saúde já possuem a regulamentação junto à ANS, mas os profissionais de educação não devem implicar o aumento dos custos de atuação do sistema de saúde.

Graça Malafaia 16/01/2023
1

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Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: Nos EUA para ser analista o profissional precisa ter 2.000 horas de prática supervisionada por um profissional já certificado, ter um mestrado, ter as disciplinas (especialização) e passar em uma prova. Eu tenho essa certificação! Nessa PL o profissional só terá que ter um curso de educação ou saúde e uma pós-graduação em ABA, que por vezes essa pós nem disciplinas tem de ABA. Ou seja, a massa vai brincar de fazer ABA e os ricos vão contratar um profissional certificado para seu filho.

    ANDRE BARBOSA BEZERRA 28/02/2025
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  • Ponto negativo: Ela não estabelece critérios de qualidade para esse profissional Analista do Comportamento, imagina que um enfermeiro pode fazer uma pós-graduação de $19,90 com conteúdos fora do campo da ABA e mesmo assim ter um cerificado em 2 semanas, e no dia seguinte já tá legalmente "apto" para supervisionar outras pessoas que atendem seu filho diagnósticado com autismo. Vai gerar uma massa de profissional legalmente, mas sem qualidade nenhuma, os planos de saúde vão adorar! e seu filho não irá evoluir!

    ANDRE BARBOSA BEZERRA 28/02/2025
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  • Ponto positivo: Análise do comportamento aplicada executa Solução para problemas de ajustamento que é função privativa do psicólogo conforme a lei 4119/62, que é profissão regulamentada para que as pessoas não fiquem expostas a tratamento sem compromisso ético e técnico por quem fez pós EAD, muito menos por essas instituições internacionais que querem vender certificado no Brasil mas não farão qualquer fiscalização, um completo absurdo esse projeto de lei que desrespeita a psicologia

    LARISSA FERREIRA GONZALES 27/02/2025
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  • Ponto negativo: Esse PL precisa ser bem específico e bem organizado com todas as questões de direitos que devem ser analisadas como em qualquer outra profissão. Só acho muito pouco ter graduação em Educação, Saúde ou ter graduação ou pós em ABA como obrigatoriedade para trabalhar como terapeuta ABA. O que tem é mais pós graduação e cursos online livres de capacitação, aperfeiçoamento e prática em ABA. Graduação em ABA não tem, a não ser que criem uma com as diretrizes do MEC.

    Mônica Jimenez 30/06/2023
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  • Ponto negativo: Eu fiquei com algumas dúvidas em relação ao PL. Os cursos que são ofertados de A.T., Terapia ABA, método Denver, dentre outros, eles serão validados pelo PL ou não ? Se forem validados, as pessoas que fizeram esses cursos poderão atuar no mercado de trabalho com ou sem uma formação acadêmica seja ela da Saúde ou da Educação, tendo pós ou não ? Eu pergunto porque além de estar quase me formando em Pedagogia eu tenho cursos de A.T. ABA e TEA.

    Mônica Jimenez 30/06/2023
    0
  • Ponto positivo: Olá, eu estou quase me formando em Pedagogia e pretendo fazer pós em ABA. É bom que os profissionais da Educação entrem nesse ramo porque vai ser um ambiente de trabalho, mas precisa ser bem explicado isso.

    Mônica Jimenez 30/06/2023
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  • Ponto negativo: Há que se estabelecer as áreas de atuação de cada profissional, assim como o custeio em cada área. Os profissionais de saúde já possuem a regulamentação junto à ANS, mas os profissionais de educação não devem implicar o aumento dos custos de atuação do sistema de saúde.

    Graça Malafaia 16/01/2023
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  • Ponto positivo: A necessidade de regulamentação das profissões que podem utilizar a aplicação do método, assim como os ambientes em que realizarão a aplicação. É preciso estabelecer a área de atuação de cada um dos profissionais. O profissional de educação deve abordar por esse perfil.

    Graça Malafaia 16/01/2023
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.