Enquete do PLP 71/2022

Resultado

Resultado final desde 19/05/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.768 96%
Concordo na maior parte 14 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 61 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

muito justo...o pessoal de apoio realmente trabalhou presencialmente e exposto a risco

Eliza Pontes 24/05/2022
28

Nós agentes de organização escolar, estivemos trabalhando durante todo o tempo de enfrentamento à pandemia, correndo riscos. Perdemos vários direitos trabalhistas, como abonadas e ainda não tivemos direito ao abono que outros profissionais receberam. #cansada de desvalorização... afffff....somos tão importantes quanto qualquer outro profissional da educação...

Rosana Alves 24/05/2022
38

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 197 encontrados.

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  • Ponto positivo: Precisamos de alguém que nos represente , pois é direito nosso essa valorização.

    Veronica Fernandes 27/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Trabalhamos muito, e o que ganhamos é corte das nossas abonadas, nada de abono,um vale coxinha porque com esse valor não conseguimos comprar sequer um marmitex. Uma vergonha.

    Debora Mendes 20/02/2023
    1
  • Ponto positivo: Eu trabalhei mais de 08 horas por dia, não tenho culpa pela pandemia e tiram meus direitos?

    Eliana 12/09/2022
    1
  • Ponto positivo: Usar os mesmos parâmetros que foram usados para os outros funcionários públicos. A educação é tão prioritária quanto a saúde e a segurança. Quem fará a diferença neste atraso do aprendizado será o Professorado!

    Marluci 27/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Eu trabalhei muito mais durante a pandemia! As aulas on line foram mais trabalhosas que as presenciais, não tinha hora para atender aluno. Atendia de fim de semana, fora do meu horário de serviço. Acho justo que esse tempo seja contado normalmente .

    Marta Ribeiro Sabatino 26/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Eu trabalhei normalmente durante a pandemia. Atendia os alunos até meia noite, todos os dias. Fiz busca ativa durante a pandemia e não acho justo congelar nossos direitos.

    Risolandia Dantas Guerra 11/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Trabalhei durante a pandemia normalmente.

    Silvana Alves de Paulo 09/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Trabalhei normalmente na pandemia, correndo riscos e tendo gastos, justo seria ter meus direitos garantidos, como garanti meu trabalho

    Fátima Pecinin 08/06/2022
    3
  • Ponto positivo: Além de trabalhar muito, adquiri aparelhos com recursos próprios e tive mais gastos com energia.

    EDNA MOREIRA DA SILVA 06/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Trabalhamos normalmente na pandemia todos os dias, tendo contatos com alunos para retirada de atividades. É quadrado de justiça, daquilo que é certo.

    cleide rodrigues 06/06/2022
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.