Enquete do PL 1247/2022

Resultado

Resultado parcial desde 14/05/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 60 95%
Concordo na maior parte 3 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ajudara muito os servidores, principalmente aqueles que vive de aluguel em município distante de familiares.

Denilson Vasconcelos 11/07/2022
11

Por que sempre se discute ações sociais como sendo de necessidade de subsídio? Os servidores públicos em geral não querem subsídios, mas sim um tratamento justo, já que o financiamento imobiliário com base em desconto de salário não implica em "risco", então nada justifica as mirabolantes taxas de juros deste país em uma transação cujo pagamento está pautado no salário do servidor. Juros razoáveis já seriam o suficiente e o direcionamento de certa verba que seria retroalimentada pelos pagamentos

Francis-Elpi De Oliveira Nascimento 08/08/2024
0

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Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: Por que sempre se discute ações sociais como sendo de necessidade de subsídio? Os servidores públicos em geral não querem subsídios, mas sim um tratamento justo, já que o financiamento imobiliário com base em desconto de salário não implica em "risco", então nada justifica as mirabolantes taxas de juros deste país em uma transação cujo pagamento está pautado no salário do servidor. Juros razoáveis já seriam o suficiente e o direcionamento de certa verba que seria retroalimentada pelos pagamentos

    Francis-Elpi De Oliveira Nascimento 08/08/2024
    0
  • Ponto positivo: A proposta é fundamental na vida de servidores que precisaram mudar de município ou de estado e por não ter ninguém, vivem de aluguel e assim não constroem seu patrimônio. É preciso garantir melhores condições de financiamento ao servidor, um cliente que oferece aos bancos um diferencial: a estabilidade que gera previsibilidade da renda e previne a inadimplência. É um projeto muito bem vindo e deve ser aprovado.

    Sarah de Souza Mendes Coutinho 24/08/2023
    0
  • Ponto positivo: Nós servidores públicos não recolhemos FGTS que é uma porta de entrada para quem sonha em ter a casa própria, não temos linhas de financiamento que nos beneficiem. Acho que a proposta trará melhoria para vida de muitos de nós que assim como eu ainda dependem do aluguel para ter o seu lugar para morar.

    José Pedro Rodrigues Gonçalves Sobrinho 29/03/2023
    2
  • Ponto positivo: Parabéns Deputado pela iniciativa. Os servidores também precisam morar com dignidade.

    Joelson Sodré 29/03/2023
    1
  • Ponto positivo: Acho válido. Infelizmente a limitação à faixa de renda contida nos demais programas retira do servidor a possibilidade de participação em inúmeros programas, uma vez que não observa a situação individual do servidor. Não se pode dizer que o servidor que sustenta 4 filhos, esposa e ajuda outros parentes, mesmo ganhando 10.000,00 tenha mais capacidade financeira que o casal ganhando 3.000,00, sem filhos. Deste modo, o mero critério de faixa de renda é insuficiente.

    Waldir Peixoto 06/03/2023
    2
  • Ponto positivo: Não temos direito ao FGTS. Não podemos ter CNPJ. Estamos sem plano de carreira. Então mais do que justo um PL que nos ajude a sair do aluguel, como é o meu caso.

    Marcos Francisco dos Santos 13/01/2023
    5
  • Ponto positivo: Projeto importante para o Servidor , já que não pode participar de outros programas de habilitação por não ter FGTS, vivendo de aluguel.

    Rita Breves 30/09/2022
    7
  • Ponto positivo: Ajudara muito os servidores, principalmente aqueles que vive de aluguel em município distante de familiares.

    Denilson Vasconcelos 11/07/2022
    11
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei