Enquete do PL 1006/2022

Resultado

Resultado final desde 26/04/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 13 39%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 9%
Discordo totalmente 17 52%

O que foi dito

Pontos mais populares

devido ao avanço da industria aeroespacial mundial, essa lei se mostra EXTREMAMENTE necessária nos tempos atuais

Raul Carlos Silva Gomes 23/10/2023
1

O PL visa a regulamentação de uma maneira que o programa espacial brasileiro ficará militarizado, sendo praticamente dependente da FAB e, tendo em vista que os grandes programas espaciais do mundo (emergentes e/ou ja consolidados) atuais são basicamente de empresas privadas com incentivo/parcerias/contratos de instituições governamentais. Além da proposta ir na contramão da tendência mundial, o Estado brasileiro não tem competência ou interesse em fazer um programa espacial de destaque no mundo

Henrique Aparicio Vidotti Vila Real 10/11/2023
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Tenta regular o setor no Brasil.

    Luis Monteiro 18/07/2024
    0
  • Ponto negativo: Coloca muito poder discricionário nas mãos da autoridade militar. A atividade espacial deveria seguir os moldes da americana, essencialmente civil.

    Luis Monteiro 18/07/2024
    1
  • Ponto negativo: A PL visa regulamentar de forma que TODA e QUALQUER empresa ou startup que queira participar deste setor, que já é bastante competitivo, caia nas mãos dos militares. Eles por sua vez terão todo e qualquer controle com quem pode ou não criar uma empresa neste ramo. Completo absurdo, e que vergonha ter o único "astronauta", que para mim é mais um turista espacial, aprovando este projeto de tamanho estupidez e absurdeza. O Brasil mais uma vez na vanguarda das vergonhas, parabéns aos envolvidos

    LEONARDO DA SILVA DIONIZIO 12/07/2024
    1
  • Ponto negativo: O PL acrescenta pontos voltados apenas à área militar, o que é muito bem-vindo. Porém ele deixa de lado por completo a atividade espacial civil, não cria mecanismos para a criação de novas empresas do setor e condições para aumentar a competitividade das já existentes, além de burocratizar o estudo e desenvolvimento de tecnologias espaciais por pequenas empresas ou desenvolvedores independentes.

    Diego Tarses 13/11/2023
    3
  • Ponto positivo: Precisamos tornar o setor espacial brasileiro dinâmico e capaz de disputar espaço no mercado espacial internacional, esse PL traz uma iniciativa nesse sentido ao criar o cadastro já citado.

    Diego Tarses 13/11/2023
    1
  • Ponto negativo: O PL visa a regulamentação de uma maneira que o programa espacial brasileiro ficará militarizado, sendo praticamente dependente da FAB e, tendo em vista que os grandes programas espaciais do mundo (emergentes e/ou ja consolidados) atuais são basicamente de empresas privadas com incentivo/parcerias/contratos de instituições governamentais. Além da proposta ir na contramão da tendência mundial, o Estado brasileiro não tem competência ou interesse em fazer um programa espacial de destaque no mundo

    Henrique Aparicio Vidotti Vila Real 10/11/2023
    6
  • Ponto positivo: É interessante que o Brasil finalmente esteja preocupado em segurança, licenciamento e legislação do espaço e seu programa espacial. Ainda é preciso correr muito nessa área para alcançarmos o resto do mundo.

    Henrique Aparicio Vidotti Vila Real 10/11/2023
    0
  • Ponto negativo: a demora na aprovação dessa lei mostra uma falta de preocupação do congresso com o desenvolvimento tecnológico nacional

    Raul Carlos Silva Gomes 23/10/2023
    0
  • Ponto positivo: devido ao avanço da industria aeroespacial mundial, essa lei se mostra EXTREMAMENTE necessária nos tempos atuais

    Raul Carlos Silva Gomes 23/10/2023
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

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