Enquete do PLN 5/2022 CN

Resultado

Resultado final desde 19/04/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 953 99%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 7 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito merecido, a categoria deve ser reconhecida pelo brilhante trabalho que sempre fez !

Eduardo 28/06/2022
61

Não há pontos negativos na contratação de novos policias federais. Além de ser a medida mais econômica para o país.

Leonardo Prado 28/06/2022
44

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 240 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não vejo pontos negativos , porque mais segurança é o que todos querem. O que há primeira vista pode parecer negativo é o aumento de gasto , mas isso na verdade é investimento com alto retorno, a cada R$ 1,00 investido na Polícia Federal retorna R$ 5,30 aos cofres públicos (com a apreensão de bens e mercadorias ilegais de criminosos e combate a sonegação de impostos)

    Dyego Humberto 29/06/2022
    3
  • Ponto positivo: Mais policiais é sinonimo de mais segurança e melhores servicos prestados à população, além do mais, investimento em seguranca traz grande retorno aos cofres públicos , advindos das prisões de bens e mercadorias ilegais de criminosos.

    Dyego Humberto 29/06/2022
    5
  • Ponto positivo: Concordo plenamente. É importante a contratação de novos policiais federais para suprir o déficit atual existente

    Lucas 29/06/2022
    5
  • Ponto positivo: A reposição do efetivo das forças policiais é fundamental para que o combate à corrupção e ao crime organizado seja ainda mais eficiente. Polícia Federal forte, Brasil seguro!

    Cristiano Români Barcelos 29/06/2022
    6
  • Ponto positivo: A segurança pública ainda é um fato que embarreira novos investimentos para o Brasil. Ou até impede que o crescimento do turismo interno ou de estrangeiros. A maior parte das drogas e armamentos que estão em posse de grupos criminosos vêm das nossas fronteiras com controle e segurança escassos. Investir em segurança pública, é investir no Brasil

    Lari 29/06/2022
    4
  • Ponto positivo: Importante os recursos assegurados à segurança pública. As polícias da união há anos precisam dessa reestruturação para continuar entregando resultados ao povo. Concordo plenamente!

    Luan Barreto 29/06/2022
    6
  • Ponto negativo: Não há pontos negativos em fortalecer a Segurança Pública, sobretudo em um país de dimensões continentais. Sem o devido controle das fronteiras, fica impossível frear o crime organizado. Convocar os já aprovados nos concursos das Polícias da União, é muito mais econômico que realizar um novo concurso, visto que estão todos aptos em todas as etapas. O Brasil só tem a ganhar. ????

    Leticia Duarte 29/06/2022
    4
  • Ponto positivo: Segurança Pública não é gasto, é investimento. Nosso país tem dimensões continentais e sem o controle das fronteiras, não é possível frear o crime organizado. As polícias da União PRECISAM de seu efetivo fortalecido. O Brasil só tem a ganhar com isso.

    Leticia Beiriz 29/06/2022
    4
  • Ponto positivo: A segurança pública é fundamental para a manutenção de um Estado Democrático. A valorização dos Policiais é importante para intensificar a luta contra a corrupção e a criminalidade, problemas que estão afundando a economia e acabando com a cidadania do Brasileiro. Fortalecer as forças de segurança é essencial para a recuperação do Brasil.

    José Gomes Machado Filho 29/06/2022
    3
  • Ponto positivo: ???????????? POLÍCIA FEDERAL NÃO É GASTO, É INVESTIMENTO! É PRECISO CONVOCAR TODOS OS APROVADOS DO CONCURSO DA PF! ????????????

    Henrique HS 29/06/2022
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  5. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1469/2020

    O Projeto de Lei 1469/20 estabelece idade máxima para o ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar, de 35 anos para os quadros de oficiais e de praças; e de 40 anos para os quadros de oficiais médicos, de saúde ou de outras especializações. A proposta em tramitação na Câmara dos Deputados insere o dispositivo na Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69). O autor da proposta, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), explica que hoje não há padronização. “Nos editais de concursos públicos de muitos estados, verifica-se idade-limite fixada em critérios desarrazoados, desproporcionais e distantes da realidade da expectativa de vida dos brasileiros”, afirma. “Em décadas passadas, era razoável fixar idade-limite em torno de 20 anos para ingressar nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares. Nos dias atuais, tal medida revela-se totalmente anacrônica e, em última análise, inconstitucional”, alerta. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei