Enquete do PL 930/2022

Resultado

Resultado parcial desde 19/04/2022

Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Nos portadores dessa doença precisamos de de mais atenção é um sofrimento diario eu não tenho vida remédios muito caro o remédio que pode da mais qualidade de vida e o canabidiol agente não tem condições de compra e muito difícil .

Vera Santos 01/07/2022
17

Os médico e peritos desconhecem a doença e nos tratam como se fossemos mentirosos e preguiçosos. Acredito que estão totalmente deapreparados para avaliar um paciente. As dores não cessam, a fadiga não nos permite fazer quase nada e nenhum remédio é eficiente para manter o mínimo de qualidade de vida. Não há uma lei que garanta atendimentos prioritários em repartições públicas e estacionamentos preferenciais, pois no meu caso não consigo caminhar, ficar em pé ou sentada por muito tempo...

Giselle Thaís Néres Corso 30/06/2022
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu sou funcionária pública, tenho 39 anos de idade e descobri a 3 meses que sou portadora dessa doença horrível! Estou trabalhando sem aguentar com tantas dores, e pelo que percebi os médicos ainda não tem experiência para indicar um tratamento eficaz pra essa doença, é tudo novo até para os médicos. Não souberam me explicar com clareza o que devo fazer pra me sentir melhor. E os medicamentos que me passaram só paleia as dores, não tira 100% as dores.

    Hantoniella Bisbo Da Silva 27/04/2024
    1
  • Ponto positivo: A inclusão da fibromialgia na legislação proporciona um reconhecimento oficial da gravidade e da legitimidade desta condição. Isso ajudará a reduzir o estigma e a incompreensão que muitas vezes cercam a fibromialgia, permitindo que os pacientes sejam tratados com empatia e respeito.

    CLAUDIO LUAN FREIRE FACANHA 25/04/2024
    2
  • Ponto positivo: Esse projeto se for aprovado vem trazer um pouco mais dignidade e respeito a nós portadores dessa doença crônica e de difícil manejo, pois envolve diversos fatores em torno de cada paciente e envolve ao meu os cuidados dos reumatologistas, psiquiatras, fisioterapeutas, acupunturista, quiropraxia e psicólogos. É uma doença que trás muito prejuízo aos seus portadores no campo profissional, afetivo, familiar e atingido em cheio a qualidade de vida do paciente. E ainda trás muitas críticas injustas.

    Dida Lopes da Fonseca 21/02/2024
    3
  • Ponto positivo: A fibromialgia é sim uma doença incapacitante e, merece ser incluída no rol de PCD''S , com os mesmos direitos e garantias. É uma doença REAL, com sintomas reais e incapacitantes. Temos dores insuportáveis que, muitas vezes nos impede de trabalhar e de sermos produtivos. Os sintomas SÃO REAIS, não é uma doença imaginária, e tampouco 100% emocional. Precisamos de visibilidade e de direitos garantidos. Merecemos a inclusão como PCD''s - deficiências ocultas.

    Amanda De Melo Franco Rabelo 17/02/2024
    4
  • Ponto negativo: Sou profissional da área da saúde, tenho fibromialgia. Portanto, posso falar com propriedade que nos encaixamos no rol de PCD''S. Temos dores diariamente, problemas articulares, problemas intestinais, problemas de memória. A fibromialgia é uma doença REAL e não imaginária e 100% emocional. Somos taxados de loucos, viciados em medicamentos, frescos. Além disso a nossa doença é SIM INCAPACITANTE, muitos de nós não conseguem trabalhar por conta das dores, aposentam cedo. Precisamos de visibilidade!

    Amanda De Melo Franco Rabelo 17/02/2024
    3
  • Ponto positivo: Eu acho que as pessoas deveriam ter que ajudar, pois é muito doído essa doença

    Leomar Amorim 14/02/2024
    3
  • Ponto positivo: Minha tia já tem o laudo, tem 45 anos, professora funcionária pública, atualmente diretora de escola. O descobrimento tardio da doença e a dificuldade do tratamento da doença fizeram com que ela piorasse muito. Ela não consegue mais escrever, nem digitar. Vai ter que se afastar da sala de aula, pois não é possível ser professora de alfabetização se você não consegue escrever. Se a UBS estivesse mais preparada ela teria recebido o diagnóstico antes, e talvez pudesse ter uma vida melhor.

    leticia andrade schmidt 15/01/2024
    5
  • Ponto negativo: Meu ponto negativo é somente para a demora em que projetos como esse (já tem até do ano de 2019) ficam tramitando, sem serem aprovados! Por que tanta demora se é uma doença já comprovada, que há gastos em unidades de P.S. pelo atendimento a doença, que seriam reduzidos caso houvesse um acompanhamento digno e eficiente por parte dos que se dizem profissionais da saúde? Muitos irão se afastar devido a incapacidade, sendo que poderiam ficar mais tempo, e com qualidade de vida, trabalhando! Pensem..

    SARA DE SOUZA PEREIRA 30/06/2023
    2
  • Ponto positivo: Esse projeto de lei ajudará as pessoas que sofrem demais com a fibromialgia, ao menos um pouco de dignidade para uma vida razoável, principalmente para fins previdenciário, o custo do tratamento é alto. Que nossos representantes políticos possam dar prioridade na aprovação por se tratar de saúde e muito sofrimento para os portadores da fibromialgia

    Deise Silva dos Santos 06/12/2022
    5
  • Ponto positivo: Sou professora. Faltam apenas 3 anos para me aposentar e há 5 anos sofro com as dores da fibromialgia. Faço um tratamento caríssimo! Gostaria de sensibilizar a Câmara dos Deputados para que aprovassem além dessa PL, que os fibromiálgicos também pudessem ficar isentos do IR. Os 27,5% que pago mensalmente do IR daria para pagar minha medicação de alto custo.

    Marcela Morais Dantas 10/11/2022
    4
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  4. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 179/2026

    Dispõe sobre a modernização da Carreira Legislativa da Câmara dos Deputados, sobre a reestruturação da remuneração com base em critérios de desempenho, competências, metas, resultados, qualificação, crescimento profissional e dedicação contínua e dá outras providências.

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei