Enquete do PLP 55/2022

Resultado

Resultado parcial desde 13/04/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.091 96%
Concordo na maior parte 147 3%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 7 0%
Discordo totalmente 37 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

É a solução para os jovens formados iniciarem suas carreiras profissionais regularizadas já com cnpj e podendo emitir notas fiscais dos seus serviços especializados, com baixo investimento e custos compatíveis com seus possíveis faturamentos.

eduardo martins ferreira 07/10/2022
99

Vai ser ótimo para os grandes escritórios e empresas de engenharia e arquitetura, que não vão mais contratar ninguém via CLT. Todos funcionários serão PJ, com um limite para o faturamento (desculpa para não poder pagar mais por mês). Só pra lembrar, MEI ou MEP é uma pessoa jurídica, que vai pagar menos imposto (talvez única vantagem), mas o grande ganho é para aqueles que contratam (menor custo de mão-de-obra). Acabam férias, 13º, DSR, aposentadoria pelo teto, SMP, vale-refeição etc. Obrigado

Rodrigo Cordeiro 28/04/2022
72

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 122 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sou médica veterinária e a realidade da minha profissão, infelizmente, sempre foi a informalidade. Todos os veterinários trabalham sem carteira assinada e prestando serviço e o custo pra abrir e manter um cnpj é fora da nossa realidade infelizmente. A proposta facilitará muito a vida não só dos médicos veterinários como também de vários profissionais liberais que vivem na informalidade por falta de opção e que poderiam contribuir caso essa proposta vire realidade

    STEPHANIE MENENDEZ COUTO 14/11/2025
    1
  • Ponto positivo: Muito importante para profissionais autonomos liberais. Gostaria de saber como está o andamento deste processo.

    LETICIA KAUER ZUCHETTO 26/09/2023
    2
  • Ponto positivo: Formalização profissional sem burocracia.

    luciana nunes heringer 20/06/2023
    2
  • Ponto negativo: Ser MEI é um falseio as contratações. O antigo contrato de trabalho que anteriormente se proibiu agora veio como MEI. Contudo, lembre o MEI está sujeito a sanções como aprendizes de bens e pior, seu bem não está separado da empresa.. você et a empresa. Ainda, vi casos de PJ que se arrependeu quando ficou doente, tiveram contrato encerrados e ainda forma processados.

    Fabio Luis 14/06/2023
    0
  • Ponto positivo: E importantíssimo expandir o mercado de forma tal que Sejas exponencial para todos que atua fortemente no mercado da indústria ??????

    ITALO GUSTAVO 27/12/2022
    1
  • Ponto negativo: Pra ser justo, deve incluir engenheiros e técnicos.

    Kayro César 24/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Vai abrir uma brecha para engenheiro e técnicos também entrarem.

    Kayro César 24/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Importante para facilitar o empreendedorismo e estimular a economia gerando emprego e renda

    LUIZ FERNANDO SILVA DA SILVA 14/12/2022
    1
  • Ponto positivo: IMportante regramento para que os profissionais autônomos tenham uma forma facilitada de trabalhar e reclher suas contribuições legais.

    Endrigo 24/11/2022
    1
  • Ponto positivo: Facilita muito nosso trabalho, ainda mais para os novos colegas e quem ta iniciando agora. Ter registro como microempreendedor, é dar "certidão de nascimento ao filho"

    Monique da Silva Moraes 23/11/2022
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei