É muito importante a divulgação e conscientização sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais, garantindo melhor assistência aos pacientes e consequentemente melhoria da qualidade de vida.
Enquete do PL 825/2022
Resultado
Resultado parcial desde 06/04/2022
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 1.152 | 100% |
| Concordo na maior parte | 4 | 0% |
| Estou indeciso | 1 | 0% |
| Discordo na maior parte | 0 | 0% |
| Discordo totalmente | 0 | 0% |
O que foi dito
Pontos mais populares
Doenças, no geral, difíceis de serem diagnosticadas e tratadas, pois muitos profissionais não têm especialização na área dessas doenças o que dificulta e demora muito. Medicamentos de alto custo que os pacientes não têm acesso e, quando disponibilizados pelo SUS, a demora em ter medicação em estoque para que os pacientes possam, no período adequado, dar continuidade ao tratamento.
Todos os pontos levantados pelos usuários
Exibindo resultados 1 a 10 de 68 encontrados.
Baixar-
Ponto positivo: Todos nós que temos Chron, sofremos, pois a doença deteriora vc por dentro. Temos avançado pouco, na esfera de lei. Precisamos que nos enquadrem como deficiência física tbm, pq somos acometidos por sedonhos, que no meu caso é o nível 3, fistulizante. Precisamos de mais respeito por parte das autoridades e uma vida digna para quem sofre com tal enfermidade.
TATIANA APARECIDA DA SILVA DAMASCENO 13/03/20250 -
Ponto positivo: O projeto foi esquecido? Nós, portadores de doença inflamatória intestinal, precisamos ser atendidos, nós existimos!! Vivo com a doença de Crohn e a vida é um pouco mais difícil do que a de uma pessoa normal, porque a doença afeta todas as esferas do corpo e da vida (trabalho, família, alimentação, medicamentos). Conviver com uma doença sem cura é aterrorizante, o Estado precisa nos ver!!
JESSICA SCHERER DA SILVA 07/12/20243 -
Ponto positivo: Precisa de aprovação urgente, essas doenças são incapacitantes para o trabalho e uma vida normal.
GIOVANA CAROLINA MARTINS MARCON 09/07/20246 -
Ponto negativo: Demora no andamento
Luciane da Costa Gauterio 26/07/20237 -
Ponto positivo: Alem desta doença, gostaria de apenas levantar um ponto que talvez ninguém tenha parado para pensar: Por que as pessoas que tem tumores raros e inoperáveis no cérebro não são consideradas portadoras de deficiências para os efeitos da lei? Alguém já imaginou as limitações físicas, orgânicas e emocionais que uma pessoa assim vive? Ela é obrigada a viver como normal, como se nada tivesse, mesmo tendo epilepsia, convulsão e milhões de traumas e sequelas, será que alguém irá olhar por elas um dia???
Dra. Taline Cristina - Advogada 02/07/20232 -
Ponto positivo: Precisa urgente aprovar a inclusão no rol das doenças Graves/Raras a RCUI e CROHN, pois não é nada fácil viver com dores fortes no abdomen (sensação do instestino torcer), diarreia tendo que sair de reuniões do trabalho as pressas e faltar por ser internadas com urgência e tomar antibióticos na veia para poder controlar as infecções senão pode levar a morte e ainda tem outras doenças correlacionadas artrite, colangite esclerosante que leva ao transplante de figado e acarretam em dores fortes
Cíntia Moraes 18/06/202316 -
Ponto positivo: Precisamos da aprovação urgente.
Selene Sidney 15/06/202314 -
Ponto positivo: Pl fundamental, ao cuidar de doenças que acometem a população.
newton 13/06/20239 -
Ponto positivo: A inclusão da doença de CROHN e RETOCOLITE no rol das doenças GRAVES/RARAS deveria ser olhado e aprovado com urgência pois elas são tão incapacitantes e perigosas como um câncer por exemplo, ou talvez até mais, pois um câncer muitas vezes tem cura e o paciente volta a ter vida normal. Já a doença de CROHN e RETOCOLITE não tem cura e gera outra série de doenças também agravantes incluindo até o câncer de intestino, sem contar que mata tanto quanto o câncer. Preciso urgente dessa aprovação.
GEORGIA LORENTZ GAZZINELLI CORTEZ 05/06/202321 -
Ponto positivo: Um gesto de humanidade a inclusão da doença de CROHN e RETOCOLITE no rol das doenças GRAVES/RARAS. Só os portadores e seus familiares mais próximos é que sabem o que é conviver com tais doenças e sem o respaldo necessário que deveria ser dado pelo SUS e pelos empregadores. A doença em si incapacita para o trabalho, humilha e rompe sonhos. É necessário incluir o tratamento pelo SUS aos jovens que querem estudar ou fazer um mestrado no exterior, para que pelo menos possam concluir seus sonhos.
MARIA MATILDE LAROTONDA 30/03/202320