Enquete do PL 801/2022

Resultado

Resultado parcial desde 02/04/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 255 89%
Concordo na maior parte 6 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 27 9%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo plenamente Tenho alopécia areata universal não possuo pelos em lugar nenhum do corpo desde os 7anos, já passei por vários tratamentos mais infelizmente nada foi concreto e hoje sofro sequelas desses tratamentos, fora tbm o preconceito que infelizmente ainda existe muito. Já participei de diversas entrevista que claramente fui discriminada somente pelo "achar" de ser impossibilitada a concorrer a vaga. Fora o psicológico que é muito abalado já nos fazendo desistir antes mesmo de tentar

Quézia Cris 24/06/2022
48

O fato da pessoa não ter cabelo e não seguir um padrão estético imposto pelo sociedade não deveria caracteriza-la como decificiente. A proposta deste PL é absurda e apenas aumenta o preconceito e não aceitação enfrentado por pessoas que possuem alopecia areata (como eu).

Mayra Lucy Guimarães 19/04/2022
5

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Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto negativo: Solicito, com respeito e urgência, a retomada do andamento deste projeto de lei, que se encontra paralisado há um ano. As pessoas que convivem com alopecia areata enfrentam desafios emocionais profundos, como desânimo, ansiedade e depressão, em razão das dificuldades de aceitação e do impacto na autoestima. É fundamental que o Estado reconheça a gravidade da alopecia areata e o quanto ela afeta a qualidade de vida e o bem-estar emocional de quem a vivencia.

    ALAN RIBEIRO DA SILVA 30/10/2025
    0
  • Ponto negativo: O fato do projeto estar "parado" por um ano e no estagio final (o parecer da relatora da comissão de saúde já foi dado), é um absurdo/ retrocesso.

    VICTOR SORVILLO 16/10/2025
    2
  • Ponto positivo: Tenho a doença a 7 anos foi desencadeado no meu pós-parto cesariana e doloroso demais as pessoas acham.que é contagiosa , sofro demais e estou entrando.em depressão uso touca o tempo todo pois o cabelo simplesmente solta da cabeça minha auto.estima e péssima só sabe quem.passa fora a coceira que é infernal mesmo.com.os cabelos limpos e higienizados, não consigo emprego a aparecia não fica das melhores usar peruca nesse calor e touca e muito.complicado me sinto muito feia , dói demais

    FERNANDA BITTENCOURT ROSA 01/04/2025
    2
  • Ponto positivo: Tenho alopecia areata desde 1998 já tem maís de 25 anos hoje estou com 51 anos sou cabeleireiro e barbeiro tinha um salão de cabeleireiro fechou por que a maioria dos clientes quando viam pensavam logo que era contagiosa hoje estou com barbearia não tenho clientes vivo de bico e ajuda de familiares fica difícil trabalhar doe inflama e coça muito também tem questão dos trastorno chego em lugares que pessoas saem de perto de mim quando eu chego e peço a DEUS que aprove com conclusão esse projeto

    ERONIDES PEREIRA DA SILVA 08/10/2024
    2
  • Ponto positivo: Eu tenho 20 anos de idade, convivo com a alopécia areata há 14 anos,sofri bullying na escola em alguns lugares q q ia,as pessoas sempre fazendo perguntas achando q tenho câncer,tenho muitos problemas psicológicos, depressão, ansiedade se for aprovado mesmo ajudaria muito pq não é fácil sair pra trabalhar com todos te olhando e fazendo perguntas....

    Beatriz Gonçalves dos Santos 15/08/2024
    2
  • Ponto positivo: A pessoa com alopécia sofre de baixa autoestima com a sua aparência, principalmente a mulher, já que muitos homens convivem com "máquina 0". As consultas dermato, convênio, exames, biópsia p/ controle da doença, tratamentos clínicos, produtos específicos, vitaminas, aplicações são todos muito caros, de difícil acesso para a população. Qualquer processo de queda, doença autoimune é muito preocupante e afeta o emocional de qualquer ser humano, merece atenção, apoio médico e psicológico.

    Aparecida de Fátima Silva dos Santos Rodrigues 07/08/2024
    2
  • Ponto positivo: No caso se aprovado, a pessoa que for considerada com essa deficiência receberá benefício?

    Thiago Leandro Ferreira Santos 06/05/2024
    1
  • Ponto negativo: Demora na apreciação de um projeto que não há o que ser discutido deveriam colocar em regime de urgência, pois em paises como EUA a apoio aos portadores e existe até um dia de conscientização nacional sobre o temad

    ANEZIO BRUNO DA SILVA SOBRINHO 06/05/2024
    2
  • Ponto positivo: Tive alopecia arreata total aos 3 anos com recidiva aos 18 e não mas cresceu, perdi o 3 ano escolar por conta da discriminação bulling, tive sérios problemas neurológicos e fui medicado com remédios controlados para combater a insônia e depressão, isso aos 10 anos de idade, dizer que AE não acarreta várias complicações, são pessoas que não sabem o que esta falando

    ANEZIO BRUNO DA SILVA SOBRINHO 06/05/2024
    5
  • Ponto positivo: Tenho alopécia androgenética e já passei por muito stress em filas, seja pelas perguntas de estranhos, olhares e comentários que pessoas fazem em voz alta apenas para constranger, acredito essa lei ajudaria o psicológico de pessoas com alopecia

    beespuke 16/03/2024
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).