Enquete do PL 739/2022

Resultado

Resultado parcial desde 04/04/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 35 92%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 3%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Somos mais de 30 mil conselheiros tutelares que zela por crianças e adolescentes ou seja zela por direitos de seres que vão ser o futuro do nosso Brasil e ainda sim não temos um salário justo e tampouco um piso salarial então vejo como extremamente necessário a aprovação da PL em pauta.

Paulo Vinicius 04/06/2024
7

Entendo que somos mais de 30 mil conselheiros e conselheiras tutelares em todo Brasil, porém existem municípios que nossa categoria já avançou muito, recebendo uma base de 04 salários mínimos, este projeto estando aprovado tais municípios irão ter perdas salariais, sugiro duas situações; equiparação salarial igual a secretário municipal ou, que não fale em valor, mais sim, 03 ou 04 salários mínimos com reajuste anual de acordo com o índice do salário mínimo.

JOSEILTON DOS SANTOS 03/01/2026
0

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Se o piso é nacional quem deveria pagar é o Governo Federal. Estão criando leis para prejudicar as contas de Estados e municípios. O Brasil é gigante. Cada ente da federação é responsável pelas suas contas. Não é sobre o mérito do valor. É sobre a independência financeira de cada ente federado. Está a criar um custo que alguns municípios não tem condições de seguir. Aí aumenta a dívida, um dia alguém paga. Quem? O povo.

    DENILSON FERREIRA DOS SANTOS 07/01/2026
    0
  • Ponto positivo: O piso salarial da categoria dos conselheiros tutelares deve refletir os princípios da igualdade social e econômica, bem como a valorização dos trabalhadores que exercem uma função extremamente importante em nosso país. No meu ponto de vista, o piso salarial deveria ser definido tendo, como exemplo o Estado de santa catarina que aprovaram o piso salarial de 5mil r$ considerando as responsabilidades, a carga emocional e a relevância social do trabalho desempenhado pelos conselheiros tutelares.

    MICAEL DOS SANTOS 03/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Para quem atualmente recebe um salário de até R$ 9.000, a fixação do piso salarial representa um retrocesso, pois essa pessoa deixaria de receber o valor que já percebe hoje para passar a receber apenas o piso salarial vigente, resultando em perda remuneratória.

    MICAEL DOS SANTOS 03/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Entendo que somos mais de 30 mil conselheiros e conselheiras tutelares em todo Brasil, porém existem municípios que nossa categoria já avançou muito, recebendo uma base de 04 salários mínimos, este projeto estando aprovado tais municípios irão ter perdas salariais, sugiro duas situações; equiparação salarial igual a secretário municipal ou, que não fale em valor, mais sim, 03 ou 04 salários mínimos com reajuste anual de acordo com o índice do salário mínimo.

    JOSEILTON DOS SANTOS 03/01/2026
    0
  • Ponto positivo: Aqui no meu município ganhamos apenas 1 salario mínimo para trabalhar de plantão 1 dia da semana, dirigir, fazer o trabalho da Rede de Proteção que não faz, 1 final de semana de plantão. Fazemos o que é de nossa atribuição e muito mais, e não somos reconhecidos.

    Daiane Motta Monteiro 07/03/2025
    0
  • Ponto positivo: Gostaria muito que fosse aprovado está PL para o aumento unificado dos conselheiros tutelares, precisamos ter uma salário digno

    Francisco jose 25/06/2024
    2
  • Ponto positivo: Somos mais de 30 mil conselheiros tutelares que zela por crianças e adolescentes ou seja zela por direitos de seres que vão ser o futuro do nosso Brasil e ainda sim não temos um salário justo e tampouco um piso salarial então vejo como extremamente necessário a aprovação da PL em pauta.

    Paulo Vinicius 04/06/2024
    7
  • Ponto positivo: Na minha cidade o conselheiro tutelar ganha menos de um salário mínimo, e trabalha 24 horas no dia, acho justo a aprovação de um salário digno para o conselheiro tutelar

    Margarete Straesser 05/03/2024
    2
  • Ponto positivo: Ma minha cidade o salario e de um salário mínimo., e não pode ter outro salário público nem privado......tem que ter o tempo todo disponível para o.conselho . Obg

    FLAVIO GEOVANNE DA SILVA 09/11/2023
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.