Enquete do PL 714/2022

Resultado

Resultado parcial desde 26/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1 9%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 10 91%

O que foi dito

Pontos mais populares

Já estava na hora de o congresso se manifestar a respeito do abuso das empresas no que tange as insistentes ligações, sobretudo aquelas que utilizam robôs (URA ativa) que tiram a paz de qualquer pessoa razoável. É mais horrendo ainda quando o cidadão não pode prescindir de atender as chamadas porque mera longe da família e as ligações possuem origem na mesma região em que moram os parentes distantes.

Ismael Pereira 15/04/2022
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NÃO EXISTE DEMOCRACIA PLENA COM CENSURA PRÉVIA AOS MEIOS MAIS USADOS PELA POPULAÇÃO: AS REDES SOCIAIS!

Santos Araújo 06/04/2022
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Exibindo resultados 1 a 3 de 3 encontrados.

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  • Ponto positivo: Já estava na hora de o congresso se manifestar a respeito do abuso das empresas no que tange as insistentes ligações, sobretudo aquelas que utilizam robôs (URA ativa) que tiram a paz de qualquer pessoa razoável. É mais horrendo ainda quando o cidadão não pode prescindir de atender as chamadas porque mera longe da família e as ligações possuem origem na mesma região em que moram os parentes distantes.

    Ismael Pereira 15/04/2022
    0
  • Ponto negativo: Se o objetivo é CENSURAR fake News,deveriam censurar o Congresso por conta das falsas promessas de campanha dos políticos,CENSURAR O STF por afirmar que defende a Democracia,CENSURAR O TSE por afirmar que as urnas são invioláveis,CENSURAR a midia e imprensa tradicional que mente diariamente,CENSURAR QUEM faz checagem das notícias e afirma ser imparcial,sem viés político! O POVO TEM QUE TER LIBERDADE PARA DECIDIR EM QUE ACREDITAR!

    Junior Pereira 06/04/2022
    0
  • Ponto negativo: NÃO EXISTE DEMOCRACIA PLENA COM CENSURA PRÉVIA AOS MEIOS MAIS USADOS PELA POPULAÇÃO: AS REDES SOCIAIS!

    Santos Araújo 06/04/2022
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

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    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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