Enquete do PL 686/2022

Resultado

Resultado parcial desde 24/03/2022

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6 22%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 4%
Discordo totalmente 20 74%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não existe ponto positivo em nenhum projeto que vise a não preservação de mata nativa em qualquer parte do País! Isso é um afornta ao meio ambiente. As gerações futuras não terão mais ar saudável, agua potável ou mesmo um clima ameno tropical como o que temos hoje, ainda. Deveria ser um crime simplesmente propor tal matéria!

Mitchelo Debei 17/05/2024
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Os ataques do congresso ao meio ambiente são causas diretas de tragédias e catástrofes. Senadores e deputados também são culpados pelas vidas perdidas e o sofrimento das pessoas.

David 14/05/2024
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Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto negativo: Principais retrocessos do PL 686/2022: A proposta permite retirar, sem autorização de órgãos competentes, a vegetação secundária em área de uso alternativo do solo. Se for aprovada, cerca de 17 milhões de hectares de florestas regeneradas poderão ser desmatadas sem controle.

    Juliana Alves 18/05/2024
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  • Ponto negativo: A não preservação de nossos bem mais precioso, que todo o planeta inveja, que são os nossos recusros naturais é simplesmente um descaso com a população de agora e futura. Deveria ser crime quem ousasse propor um tema como esse!

    Mitchelo Debei 17/05/2024
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  • Ponto positivo: Não existe ponto positivo em nenhum projeto que vise a não preservação de mata nativa em qualquer parte do País! Isso é um afornta ao meio ambiente. As gerações futuras não terão mais ar saudável, agua potável ou mesmo um clima ameno tropical como o que temos hoje, ainda. Deveria ser um crime simplesmente propor tal matéria!

    Mitchelo Debei 17/05/2024
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  • Ponto negativo: Precisamos de legislações que aprimorem o controle ambiental. Esse projeto tem sentido totalmente oposto, pretendendo afrouxar ainda mais o controle sobre desmatamento. Existem muitas previsões ambientais evidenciando que eventos extremos decorrentes de abusos ambientais serão cada vez mais frequentes. Catástrofes como as do Rio Grande do Sul se tornarão comuns caso não haja legislação preventiva, incluindo uma legislação ambiental para maior controle e fiscalização.

    David 14/05/2024
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  • Ponto negativo: Esse projeto tem interesse ruralista e é um deserviço. O projeto quer permitir desmatamento sem fiscalização. É um ataque ao meio ambiente e uma das causas de tragédias. Quando vidas são perdidas e as pessoas estão em sofrimento por catástrofes ambientais, senadores e deputados que apoiam projetos como este também são culpados.

    David 14/05/2024
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  • Ponto negativo: Os ataques do congresso ao meio ambiente são causas diretas de tragédias e catástrofes. Senadores e deputados também são culpados pelas vidas perdidas e o sofrimento das pessoas.

    David 14/05/2024
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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